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Agronegócio

Alta das cotações de gado em Mato Grosso continua lenta após normalização do mercado

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O IMEA – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – informou, esta tarde, que “apesar da normalização do mercado pecuário, a alta das cotações em Mato Grosso ainda segue em ritmo lento. Na última semana, a valorização foi de apenas 0,54% para o boi gordo e 0,39% para a vaca gorda, fechando na média de R$ 138,83/@ e R$ 129,70/@, respectivamente.”.

Com a leve melhora nos preços da arroba, alguns pecuaristas começaram a soltar mais animais para abate. Assim, a escala seguiu no mesmo movimento, registrando aumento de 0,21 dia em relação à semana passada e média de 5,63 dias. O diferencial de base registrou queda de 1,26%, devido às cotações em São Paulo terem reagido de forma mais robusta durante a semana, enquanto em MT as valorizações foram mais tímidas’, acrescenta o instituto, no boletim semanal, divulgado hoje.

O preço do bezerro de ano recuou 0,22%, surtindo ainda os efeitos da doença da vaca louca, que reduziu a demanda pelos animais de reposição. Com isso, a relação de troca boi/bezerro subiu para 1,72 cabeça.

Só Notícias (foto: arquivo/Pedro Ribas)

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Agronegócio

Produção de peixes: cresce procura pelo teste TambaPlus

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Embrapa

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) tem registrado aumento na procura pelo teste TambaPlus, uma das ferramentas genômicas mais importantes para os produtores de peixes nativos evitarem perdas na alevinagem e elevarem o desempenho produtivo dos animais durante a engorda, especialmente no caso do tambaqui (Colossoma macropomum).

Lançado há menos de um ano, esse serviço já soma um total de 1.600 amostras de DNA analisadas até julho de 2020. De acordo com o produtor amazonense Alexandre Ronczaryk o teste para verificar a qualidade genética dos peixes é uma garantia aqueles que vivem da produção e engorda de alevinos. Ele tem criatórios nos municípios de Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo, ambos localizados a cerca de 130 quilômetros de Manaus, e enviou à Embrapa, no mês de julho, 79 amostras para análise por meio do TambaPlus – ferramenta desenvolvida pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em parceria com equipes da Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Informática Agropecuária sob a liderança do pesquisador Alexandre Caetano juntamente com a pesquisadora Patrícia Ianella.

O material enviado por Ronczaryk chegou ao laboratório em Brasília, pelos Correios, no dia 20 de julho. O relatório com o resultado das análises seguiu para Manaus uma semana após. Com isso, Alexandre Roczaryk tem em mãos dados suficientes para dar prosseguimento à melhoria do seu plantel. Ele já utilizou o teste TambaPlus para outras análises, tendo um total de 123 analises realizadas.

“Quando você pega um peixe, você pode até chipar ele, mas não tem uma digital. Mas agora, com essa ferramenta da Embrapa, o DNA é analisado no grau de parentesco e pureza e nos dá garantia na hora de fazermos os cruzamentos e escolhermos as melhores matrizes”, comenta o produtor, que atua nessa área desde 1996.

Segundo o pesquisador Alexandre Caetano, o TambaPlus (com marca registrada no Instituto Nacional de Propriedade Intelecutal – INPI) pode evitar perdas e melhorar a eficiência produtiva e a lucratividade do setor, pois disponibiliza ferramentas que vão analisar a pureza e também a identificação do grau de parentesco das matrizes, o que permite avanços importantes para o manejo genético dos plantéis de reprodutores. Uma das vantagens das ferramentas genômicas é evitar, por exemplo, o cruzamento de irmãos e meio-irmãos – que impede o desenvolvimento dos embriões e causa malformações . Só para se ter uma ideia, o prejuízo devido a esse fator pode afetar até 30% da produção.

A contratação se dá por tipo de serviço: uma para detectar a pureza específica (R$ 60,00) e outro contrato destinado ao serviço para identificar as relações de parentesco (pedigree) das matrizes (R$ 60,00).

O desenvolvimento das ferramentas para análise do tambaqui, com a liderança de Alexandre Caetano, ocorreu dentro Projeto BRSAQUA, que envolve mais de 20 unidades de pesquisa da Embrapa.

O trabalho científico conta com financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Secretaria da Aquicultura e da Pesca (SAP), ligada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo a Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e da própria Embrapa.

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Agronegócio

Exportações de soja crescem 39% em julho; vendas de açúcar e carnes disparam

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G1

As exportações de soja alcançaram 10,37 milhões de toneladas em julho, contra 7,44 milhões do mesmo período de 2019, um crescimento de 39% em um ano, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia nesta segunda-feira (3).

Porém, após embarques recordes neste ano, uma oferta mais enxuta já tem resultado em um aumento de importações do grão para atender as indústrias locais. Desta forma, as importações de soja saltaram de 12,75 mil toneladas em julho de 2019 para 126,2 mil toneladas no mês passado.

Na ponta negativa, as exportações brasileiras de milho recuaram para 4,14 milhões de toneladas em julho, ante 5,92 milhões de toneladas um ano antes, em meio a um cenário de menor oferta disponível para embarque.

Açúcar
As exportações brasileiras de açúcar aumentaram 91,5% em julho em relação ao mesmo período do ano anterior, para 3,487 milhões de toneladas, e se aproximaram de um nível recorde de embarques mensais.

Até o momento, o maior volume já embarcado pelo país foi de 3,5 milhões de toneladas, em setembro de 2017, de acordo com a Secex.

As usinas de cana têm contado com o apoio do câmbio e ampla disponibilidade de oferta para exportar, além de terem fechado grande volume de negócios antecipadamente. Na última semana, esta conjuntura já indicava que o embarque do mês chegaria perto de um recorde.

Com a moeda norte-americana negociada em torno de R$ 5,30, o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, afirmou nesta segunda-feira que a tendência é que o câmbio continue favorável às exportações brasileiras, sobretudo as do agronegócio.

Ele também destacou, em coletiva de imprensa pela internet, que não há preocupação por parte do governo com aumento da representatividade da China como importador dos produtos brasileiros.

O mercado chinês tem sido um dos principais destinos de exportação de açúcar do Brasil e lidera as aquisições de outras commodities como soja, carne bovina, suína e minério de ferro.

Carnes
Na área de proteína animal (in natura), o destaque vai para o segmento de suínos, cujos embarques da carne cresceram 46,7% em julho, para 90,2 mil toneladas, na esteira da demanda da China. O país segue com o rebanho afetado pela peste suína africana e mantém firmes as compras no mercado internacional.

O volume exportado pelo Brasil ficou próximo do patamar mensal recorde, de 90,7 mil toneladas registrado em maio.

A doença que dizimou mais da metade do rebanho de suínos chinês e ainda atinge outros países na Ásia também contribui para as exportações brasileiras de carne bovina.

Em julho, as vendas externas da proteína bovina subiram 27% no comparativo anual, para 169,24 mil toneladas, informou a Secex.

Na contramão, os embarques de carne de aves caíram 9,23%, para 337,48 mil toneladas. As apostas de alguns países árabes e asiáticos em produção própria de frango ajuda a limitar as exportações do setor.

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