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Tecnologia

App Dollify viraliza e figura entre os mais baixados nas lojas de aplicativos

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G1

O Dollify, um aplicativo que permite a criação de um avatar que se assemelha a um boneco, virou uma febre no país e figura nas listas de tendências da App Store e da Google Play, as principais lojas de aplicativos. Só no Android, já foram mais de 10 milhões de downloads do aplicativo.

Ao baixar o aplicativo, que é gratuito para download, é possível obter personalizações como cabelo, roupa, tom de pele e até acessórios, como brincos. Tudo isso ajuda a criar um avatar virtual, que tem recursos suficientes para guardar muitas semelhanças com uma pessoa de verdade.

Alguns dos recursos são pagos e custam em torno de R$ 27 na loja do Google. Muitas usuários compartilharam as criações que fizeram nas redes sociais e mostrataram também os “bonecos” que fizeram de amigos e parentes.

Com o pagamento da versão premium, é possível ter acesso a ferramentas exclusivas e também retirar as marcas d’água das imagens.

Na App Store, da Apple, o aplicativo ajudou a impulsionar outros do mesmo gênero, como iDolly, que também figuram nas listas de principais aplicativos gratuitos. O Dollify é feito por um desenvolvedor independente, chamado de David Alvarez e que mora na Costa Rica. Pelas configurações das lojas de aplicativos, esse é o primeiro e único aplicativo vinculado às contas do desenvolvedor.

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Tecnologia

FaceApp diz que deleta maior parte das fotos dos usuários

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G1

O FaceApp, aplicativo que envelhece rostos, afirmou em comunicado na quarta-feira (17) que deleta a maior parte das fotos dos usuários. “A maior parte das imagens são deletadas dos nossos servidores em 48 horas, a partir da data de upload (quando a imagem é enviada pelo usuário)”, diz a nota publicada pelo site de tecnologia Tech Crunch, dos Estados Unidos.

Após virar febre na internet nos últimos dias, o app tem sido alvo de questionamentos sobre o que faz com as imagens e os dados coletados. O Faceapp entrou até na mira de políticos americanos: o senador democrata Chuck Schummer protocolou um pedido à Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) e ao FBI para que investiguem se as fotos submetidas ao aplicativo são compartilhadas com governos estrangeiros, como a Rússia.

Apesar das negativas da empresa, a política de privacidade do Faceapp permite que o aplicativo guarde as imagens indefinidamente. Em entrevista ao jornal “The Washington Post”, o presidente da empresa, Yaroslav Goncharov, afirmou que não utiliza as imagens das pessoas para treinar uma ferramenta de identificação e negou que elas sejam compartilhadas com governos. “Não dividimos as informações de usuários com terceiros”, disse.

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Tecnologia

Versão falsa do Telegram é removida do Google Play por carregar anúncios fantasmas

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A fabricante de antivírus Symantec encontrou uma versão não oficial do Telegram, chamada “MobonoGram 2019”, que prometia mais recursos e funcionalidades que o programa original. Porém, o aplicativo apenas tinha funções que baixavam sites em segundo plano, incluindo anúncios pornográficos ou páginas que podiam drenar a bateria do celular. Esse comportamento não era informado ao usuário.

O Mobonogram 2019 foi publicado no Google Play, onde teve mais de 100 mil downloads antes de ser retirado do ar. O desenvolvedor, que usava o nome “RamKal Developers”, também constava como responsável por outro aplicativo idêntico, chamado de “Whatsgram”.

O aplicativo e seus clones de fato forneciam algumas funcionalidades de comunicação. Como o código fonte do Telegram é aberto, qualquer pessoa pode copiar o código e criar um aplicativo idêntico para se conectar à rede do Telegram. Seria possível, inclusive, que alguma versão não oficial do Telegram tivesse mais recursos que a verdadeira.

Uma das vantagens de aplicativos alternativos é a possibilidade de funcionar em países que tentam bloquear o Telegram, como a Rússia e o Irã. O Mobonogram 2019 considerava essa vantagem, oferecendo apenas duas opções de idioma: inglês e persa, a língua oficial do Irã.

Quem instalou o aplicativo deve removê-lo do celular.

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