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Economia

Aumento no preço do etanol não tem relação com nova lei sobre incentivos fiscais

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O aumento no preço de venda do litro do etanol em Mato Grosso, colocado em prática pelos postos de combustíveis, nada tem a ver com a entrada em vigor, a partir da 1º de janeiro deste ano da Lei Complementar 631/19, que reduziu os incentivos fiscais no Estado.

Pesquisas feitas pela Agência Nacional de Petróleo-ANP apontam que, em dezembro de 2019, o preço médio do etanol praticado em Mato Grosso estava em R$ 2,91. Atualmente, o combustível está sendo comercializado em alguns postos por até R$ 3,20.

De acordo com dados da Secretaria de Fazenda, com a LC 631/19, a alíquota do ICMS passou de 10,50 para 12,50%, ou seja, um acréscimo de 2,5%.

Dessa forma, se o etanol era vendido a R$ 2,91, no mês passado, com a nova porcentagem, deveria ter um acréscimo máximo em torno de, R$ 0,06, custando em torno de R$ 2,97.

Vale destacar que alíquota do ICMS para o etanol é de 25%. Porém, para garantir que o produto de Mato Grosso possa concorrer com outros mercados, o governo fornece um incentivo de 50%, fixando a alíquota em 12,5%.

Sobre essa questão, o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, reforçou que o reajuste nos preços do etanol não possui relação com a entrada em vigor da Lei complementar 631/19.

“No dia 31 de dezembro com as mudanças nas regras do ICMS, até hoje, 23 de janeiro, o impacto seria de R$ 0,06 na bomba.

Contudo, os postos estão aplicando 20 centavos, acima efetivamente do que está proposto na nova alíquota. Ou seja, temos visto aí na bomba, o etanol sendo cobrado a R$ 3,17. Mas é preciso entender que esta elevação, de R$ 2,91 para R$ 3,17, aplicadas aos preços, são regras de mercado e não tem como o governo discutir, pois isto é livre concorrência. Neste caso, é o consumidor que deve buscar outra alternativa, como forma de pressão”, explicou Rogério Gallo, em entrevista ao programa Chamada Geral, na Rádio Mega FM.

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Economia

Queda do valor do petróleo faz preço de combustíveis despencar em Cuiabá

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Posto na Avenida Getúlio Vargas vende diesel a R$ 3,39, a gasolina a R$ 3,89 e o etanol a R$ 2,41

A situação inédita no mundo do preço do barril de petróleo estar negativo, sendo vendido nesta segunda-feira (20), a US$ -2 (menos dois dólares) refletiu diretamente nas bombas de combustível em Cuiabá.

O  registrou que os valores dos combustíveis voltaram ao patamar de dois anos atrás.

Foto feita pela coluna, mostra que um posto de combustíveis, na movimentada Avenida Getúlio Vargas, está comercializando o diesel a R$ 3,39, a gasolina a R$ 3,89 e o etanol a R$ 2,41, e não é promoção. O preço menor agrada o bolso do consumidor, mas acende o alerta para o risco de caos, sendo o combustível um dos reflexos da queda abrupta da economia mundial, durante a pandemia de coronavírus.

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Economia

Deputado alarmado: ‘Nunca na história desse planeta houve preço negativo do barril de petróleo’

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A economia do mundo não sabe onde vai parar”, destacou Wilson Santos

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) usou parte de sua fala na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão ordinária desta segunda-feira (20), para destacar fato inédito e alarmante da economia mundial.

“Nunca na história desse planeta houve preço negativo do barril de petróleo, e o barril é vendido hoje a menos US$ 2 dólares. A economia do mundo não sabe onde vai parar”, destacou Wilson Santos alarmado coma crise gerada pelo coronavírus.

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