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Cultura

Bacurau retorna ao Cine Teatro e abre temporada de filmes 2020; confira a programação

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Depois de três sessões com casa cheia em 2019, o filme “Bacurau” (Kleber Mendonça Filho & Juliano Dornelles, Brasil, 2019, 131’) retorna ao Cine Teatro Cuiabá nesta terça-feira (14), às 19h30. O longa, vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, abre a Temporada de Filmes 2020 do Cine Teatro Cuiabá, que até o final de abril exibirá 15 obras, destaques no circuito de mostras e festivais de cinema. A maioria dos filmes é inédita em Mato Grosso.

As sessões acontecem sempre às terças-feiras, às 19h30. A única exceção envolve a exibição, em 29 de janeiro (uma quarta-feira, também às 19h30), de Bixa Travesty, filme de Cláudia Priscilla & Kiko Goifman premiado com o Teddy Award de melhor documentário no Festival de Berlim 2018. O filme integra uma programação especial em torno do Dia da Visibilidade Trans, com mediação e performances de Raphaely Luz, Luisa Lamar, Sophie Silva e HEND.

A entrada para a Temporada de Filmes custa apenas uma taxa de manutenção de R$4,00 (inteira) e R$2,00 (meia).

O Cine Teatro está localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas, 247, Centro de Cuiabá. Telefone: (65) 2129-3848.

 

Confira a programação:

14 de janeiro, 19h30

Bacurau (Kleber Mendonça Filho & Juliano Dornelles, Brasil, 2019, 131’)

Sinopse: Um western brasileiro. Um filme de aventura e ficc¸a~o cienti´fica. Daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do serta~o brasileiro, da´ adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos, falecida aos 94 anos. Dias depois, comec¸am os sinais de que a tranquilidade de Bacurau estara´ sob ameac¸a. No entanto, ninguém contava com um detalhe: que no passado desse lugar extraordina´rio estava adormecido um talento especial para a aventura. Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019.

Classificação indicativa: 18 anos

Além do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, “Bacurau” foi eleito o melhor filme da competição internacional Cinemasters no Festival de Munique 2019 e também recebeu os prêmios de melhor direção e melhor filme no Festival de Cinema de Lima 2019.

21 de janeiro, 19h30

O processo (Maria Augusta Ramos, Brasil, 2018, 137’)

Sinopse: Um olhar pelos bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. O filme testemunha a profunda crise política e as tensões nas instituições democráticas no país. Melhor documentário internacional no Visions du Reel 2018 e no Festival de Berlim 2018.

Classificação indicativa: 18 anos

28 de janeiro, 19h30

Divino Amor (Gabriel Mascaro, Brasil, 2019, 99’)

Sinopse: Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus. Festivais 2019: Sundance, Mostra Panorama no Festival de Berlim, IndieLisboa.

Classificação indicativa: 18 anos

29 de janeiro (quarta-feira), 19h30

Sessão especial – Dia da Visibilidade Trans.

Mediação: Raphaely Luz, Luisa Lamar, Sophie Silva e HEND.

Bixa Travesty  (Claudia Priscilla e Kiko Goifman, Brasil, 2018, 75’)

Sinopse: Documentário de longa-metragem com a cantora transexual brasileira Linn da Quebrada. Grande expoente na cena musical de São Paulo, dona de uma forte e ousada presença no palco, busca constantemente discutir e quebrar paradigmas e estereótipos. Teddy Award de Melhor Documentário no Festival de Berlim 2018, Melhor Direção no Festival de Cartagena 2018, Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília 2018.

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Classificação indicativa: 18 anos

04 de fevereiro, 19h30

A rosa azul de Novalis (Gustavo Vinagre & Rodrigo Carneiro, Brasil, 2019, 70’)

Sinopse: Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue? Melhor roteiro no Mix Brasil 2019, Melhor filme pelo Panorama Internacional Coisa de Cinema. Festivais 2019: Berlim, Cinema du Reel, Festival do Rio, IndieLisboa, Festival de Brasília.

Classificação indicativa: 18 anos

11 de fevereiro, 19h30

Os jovens Baumann (Bruna Carvalho Almeida, Brasil, 2019, 70’)

Sinopse: 1992. Os Jovens Baumann, últimos herdeiros de uma prestigiosa família de Santa Rita d’Oeste, sul de Minas Gerais, desaparecem sem deixar vestígios. 2017. Uma caixa com fitas VHS é encontrada, contendo registros caseiros de seus últimos momentos, durante suas férias na fazenda da família. Através da compilação desses arquivos familiares, o filme reorganiza os fragmentos de um mistério até hoje sem solução. Festivais 2018: Brasília, Cartagena, IndieLisboa.

Classificação indicativa: 18 anos

18 de fevereiro, 19h30

Diz a ela que me viu chorar (Maíra Bühler, Brasil, 2019, 83’)

Sinopse: Moradores de um hotel no centro de São Paulo vivem amores tumultuados por sua condição vulnerável e pelo uso abusivo de crack. O edifício é parte de um programa municipal de redução de danos prestes a ser extinto. Entre escadas circulares, quartos decorados, viagens de elevador e ao som das músicas do rádio, os personagens são atravessados pelo espectro da solidão. Diz a ela que Me Viu Chorar, retrata um grupo de pessoas reunidas por laços fortes em frágil abrigo. Melhor documentário no Olhar de Cinema 2019, Prêmio Library no Cinema du Reel 2019.

Classificação indicativa: 18 anos.

03 de março, 19h30

Temporada (André Novais Oliveira, Brasil, 2018, 113’)

Sinopse: Juliana está se mudando de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para a periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para trabalhar no combate às endemias na região. Em seu novo trabalho ela conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande. Vencedor de 5 prêmios no Festival de Brasília 2018: Melhor Filme pelo Júri Oficial, Direção de Arte, Fotografia, Ator Coadjuvante para Russo APR e Atriz para Grace Passô.

Classificação indicativa: 16 anos

10 de março, 19h30

Elegia de um crime (Cristiano Burlan, Brasil, 2018, 92’)

Sinopse: Uberlândia, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 2011. Isabel Burlan da Silva, mãe do diretor, é assassinada pelo parceiro. “Elegia de um crime” encerra a “Trilogia do luto”, que aborda a trágica história da família. Diante da impunidade, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel. Prêmio EDT de Melhor documentário e Prêmio ABD/SP no Festival É Tudo Verdade 2018.

Classificação indicativa: 18 anos

17 de março, 19h30

Vermelho sol (Benjamín Naishtat, Brasil/Argentina/França/Holanda/Alemanha, 2019, 109’)

Sinopse: Em meados da década de 1970, uma onda de violência política sem precedentes começa a se desenrolar na Argentina. Isso, no entanto, parece ter pouco efeito em uma pequena cidade rural onde Claudio, um advogado bem conhecido, leva uma vida tranquila com sua família. O curso normal das coisas é interrompido quando Claudio entra em uma discussão acalorada que fica fora de controle. Festival de Toronto 2018: Melhor diretor, Melhor fotografia e Melhor ator para Darío Grandinetti.

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Classificação indicativa: 18 anos

24 de março, 19h30

Mormaço (Marina Meliande, Brasil, 2019, 94’)

Sinopse: Rio de Janeiro, 2016. O verão mais quente da história. A cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos. Ana, uma defensora pública de 32 anos, trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção pelas obras do Parque Olímpico. Enquanto isso, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Coisas estranhas começam a acontecer na cidade e no corpo de Ana. A temperatura sobe, criando uma atmosfera úmida e sufocante. O mormaço acumula, abrindo caminho para uma forte chuva. Festivais 2018: Rotterdam, Festival de Gramado, Festival do Rio.

Classificação indicativa: 18 anos

31 de março, 19h30

Meu nome é Daniel (Daniel Gonçalves, Brasil, 2018, 83’)

Sinopse: Daniel Gonçalves nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. No documentário pessoal “Meu nome é Daniel”, o jovem cineasta, residente no Rio de Janeiro, traça o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, vamos passear por momentos, histórias e reflexões de Daniel. Festivais 2018: Festival do Rio e Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Classificação indicativa: 16 anos

07 de abril, 19h30

As filhas do fogo, 19h30 (Albertina Carri, Argentina, 2019, 115’)

Sinopse: Três mulheres começam uma jornada poliamorosa em busca de prazer, diversão e novas formas de relação. Através de suas anotações, Violeta nos conta sobre as aventuras das Filhas do Fogo: um grupo de mulheres em busca de seu próprio erotismo. Melhor filme no Festival Internacional de Cinema Independente de Buenos Aires 2018. Festivais 2018: Festival do Rio, Mix Brasil, San Sebastian. Classificação indicativa: 18 anos

14 de abril, 19h30

Três verões (Sandra Kogut, Brasil, 2019, 93’)

Sinopse: Através do olhar de Madá (Regina Casé), uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país durante três anos consecutivos (2015 a 2017). Première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF 2019).

Classificação indicativa: 16 anos

28 de abril, 19h30

Euforia (Valeria Golino, Itália, 2018, 115’)

Sinopse: Matteo (Riccardo Scamarcio) e Ettore (Valerio Mastandrea) são irmãos com vidas distintas e que compartilham um laço afetivo pouco desenvolvido. Enquanto o primeiro é um jovem empreendedor carismátivo, o segundo leva uma vida simples e reclusa na cidade em que nasceram, trabalhando como professor. Após um evento traumático, os dois começam a viver juntos em Roma, durante alguns meses. A situação faz com que eles trabalhem suas diferenças, possibilitando – em meio a um turbilhão de medo, fragilidade e euforia – o nascimento de uma ligação genuína entre os dois. Festivais: Cannes, David di Donatello. Classificação indicativa: 18 anos

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Cultura

Espetáculo Escolinha da Almê volta aos palcos do Cine Teatro Cuiabá

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O sucesso da peça “Escolinha da Almê” pede bis e será reapresentado neste domingo (26), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá, recriando personalidades históricas da cuiabania, quase lendárias, interpretadas por 21 crianças.

A rica emergente Almerinda George Lowsbi agora é dona de uma escola e, não bastasse, também é a professora mais empoderada da rede de ensino de Mato Grosso, onde vai ensinar o bê-á-bá a esses alunos consagrados da história mato-grossenses. Tem “Jejé de Oyá”, “Lucius do Caju”, “Maria Taquara”, “Dominguinhas”, lá de São Gonçalo Beira Rio, além dos personagens de Liu Arruda, escritores consagrados como Manoel de Barros, Luciene Carvalho e Dunga Rodrigues.

A Escolinha da Almê nasceu no Espaço Incasa, e é a realização de um sonho do ator D`Lucca. Foi para os palcos, pela primeira vez, em dezembro do ano passado e agora segue para o Cine Teatro, antes de estrear a segunda temporada na TV Centro América.

Para esta produção, as crianças passaram por um teste seletivo, no mês de agosto de 2019, concorrendo com mais de 50 outras, com idades entre 06 e 12 anos. Dentre as selecionadas estão novos alunos e veteranos, que estão desde o início da escola (2016), como Kauany Aimme, que faz o papel de Zulmira Canavarros, Emanuel Davi, como Ezequiel dos Cachorros, Pietro Lara, como Lucius do Caju, entre outros.

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Além desses personagens, entra em cena o amado escritor Manoel de Barros, interpretado por Walmir Neto, e os personagens de Liu Arruda: a esperta e desbocada Nharinha, por Kamila Carvalho, o preguiçoso Juca, por Victor Hugo, que fica esperando o VLT passar para levá-lo até a escola; o animado Gladstone, que é rock na veia, por Antonny Murer, e a espevitada Ramona, por Maria Eduarda Nogueira.

Maria Luiza é um show a parte, com a beleza e o visual de Maria Taquara, que “tora” Cuiabá inteira, vindo lá das bandas do “quarté”, para chegar na escola. Tem também o poeta andarilho José Inácio da Silva, mais conhecido como Zé Bolo Flô, interpretado por Ruancarlos de Oliveira, Jejé de Oyá que é revivido por Lucas Laurent, Mãe Bonifácia, por Isa Mendes, e Dunga Rodrigues, que teve papel fundamental na cultura cuiabana, lembrada por Isabelle Venturoso.

E viva o siriri, viva Domingas Eleonor, dona Domingas, do Flor Ribeirinha, que será representada por Julinha Kids, como Dominguinhas. Outro ribeirinho é o Xô Ditinho, por Ian Ramos Faria, inspirado no engraçado Xô Dito, personagem que faz sucesso pelo ator Thyago Mourão.

Dois indígenas entram em cena, o camarada Raoni, por Luiz Augusto, que enche Almerinda de perguntas que ela não sabe responder, e o Cacique, pai de Raoni, por Wagton Douglas. A escritora imortal Luciene Carvalho é contada pela atriz Eduarda Mascarenhas, que faz rima, prosa, é estudiosa, vive no mundo da lua, come sopa de letrinhas e vive das Letras. Mais charmosa que a Penélope, personagem do ator Eduardo Butakka, só a Penelopezinha, por Marina Pretti, de apenas sete anos de idade, que também faz parte do elenco.

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E claro, não podia faltar o espelho de Almerinda: a provocativa Almerindinha, por Leticia Souza, que contracena com Ariana Carla, que faz o papel de Mary Jane, mãe da pequena prodígio. Para cuidar da escola junto com Almerinda entra em cena a diretora, por Maria Eduarda Mezavila. Sem esquecer o mascote da turma, que é o Tedy, o cãozinho que Ezequiel dos Cachorros leva para a sala de aula todos os dias.

Serviço

O Cine Teatro Cuiabá é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). Está localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas, 247, Centro de Cuiabá.

Os ingressos já podem ser retirados antecipadamente pelo site Guichê Web – https://www.guicheweb.com.br/ingressos/13462, com preço promocional, a R$ 40 e R$ 20 meia entrada e ingresso solidário, com 1kg de alimento não perecível. Ou também, de terça-feira até domingo, das 14h às 18h, na bilheteria do Cine Teatro.

Mais informações pelos telefones (65) 9292-9907, (65) 99249-5952, (65) 99232-6702 e (65) 2129-3848 e email: contato@cineteatrocuiaba.org.br

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Cultura

Projeto resgatará carnaval de rua com bloquinhos e homenagem a antigos clubes

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O projeto idealizado pelas produtoras Madona Arruda e Carlina Jacob promete resgatar o carnaval de rua na Capital e a folia dos antigos clubes, símbolos cuiabanos das décadas passadas, por meio do formato jovem e irreverente dos “bloquinhos”. Ao HNT/HiperNotícias, as agitadoras culturais adiantaram que a iniciativa já conta com diversas parcerias que fomentarão a festa.

Com cinco blocos confirmados e outros cinco em negociação, a folia deve se estender para além da terça-feira do dia 25 de fevereiro, contando, também, com festividades no sábado (22) e no domingo (23).

Com a programação ainda em aberto, o projeto prevê homenagens a personalidades que marcaram a história não só de Cuiabá, como também de todo Mato Grosso. Despontam no topo da lista de tributos nomes como Jejé de Oya, Liu Arruda, Maria Taquara, Malik Didier, Zé Petete, Tom Spinelli, dentre outros.

A festa cuiabana marcada por serpentinas, confete e muitas marchinhas terá como concentração a Praça Santos Dumont, no bairro Quilombo. No local, as idealizadoras planejam estruturar camarotes que apontem para a avenida Getúlio Vargas, local onde devem sair os dois trios elétricos que percorrerão um trajeto pela Avenida Isaac Póvoas.

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À reportagem, Carlina Jacob contou que a iniciativa é uma tentativa não só de resgate das tradições, mas, também, um ato de respeito com as gerações presentes que não puderam aproveitar os “outros carnavais”.

“Eu acho uma pena as gerações futuras serem privadas disso, de aproveitarem, de saberem qual é o espírito do carnaval brasileiro, que é uma das coisas mais fortes da nossa cultura”, disse Carlina.

“Cuiabá sempre foi muito forte em Carnaval, Carnaval de rua, de blocos. Isso a gente vê que morreu. A gente percebe também que o brasil vive uma tendência hoje de fazer bloquinho. Tem as escolas de samba que desfilam no sambódromo, mas tem a galera mais jovem, principalmente, que curte dançar a folia de Carnaval nos bloquinhos no bairro. Daí a gente está planejando essa festa para tentar resgatar esses blocos”, acrescentou.

A produtora Madona Arruda também adiantou que algumas parcerias já foram fechadas, mas que o evento está aberto para todos que quiserem somar com a iniciativa. Ela contou que a Prefeitura de Cuiabá já garantiu uma parceria ao projeto, assim como a casa de festas Valley Pub.

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Madona finalizou destacando os nomes dos blocos já confirmados no evento, que são: Bloco do Mingau; Bloco da Laje; Bloco das Divas; Bloco Bode do Karuá; Bloco Imprensando o Bebum e o Bloco Samba, Bossa e as Novas.

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