conecte-se conosco


Política MT

Bolsonaro se reúne com deputado de MT e confirma que vai inaugurar trecho da 163 no Pará

Publicado

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, sábado, ao se encontrar com o deputado Wilson Santos (PSDB), que vai ao Pará inaugurar a conclusão do asfaltamento na BR-163 até Miritituba. Em 10 meses, o governo de Bolsonaro concluiu a pavimentação nos trechos onde havia muita lama e atoleiros de carretas que saíram de Mato Grosso com soja, milho, algodão, carne e demais produtos até o porto paraense.

Em uma mensagem aos “amigos de Mato Grosso”, ao lado de Wilson e do general Enzo Peri, ex-comandante do 9º BEC do Exército, o presidente disse que “todo esse trecho está asfaltado e é o coração do agronegócio”. “Vamos sobrevoar a 163 e entregar juntamente com o ministro Tarcisio (Freitas, de Infraestrutura) essa obra que era reivindicada há muito tempo pelo Centro-Oeste, em especial do Mato Grosso”, disse Bolsonaro. Ainda não foi definido quando será a solenidade.

Conforme Só Notícias já informou, o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) apontou que foram asfaltados pontos mais críticos de ao menos 51 quilômetros onde centenas de carretas Mato Grosso ficaram paradas por vários dias nos atoleiros.

Leia mais:  Mendes diz que Bolsonaro irá ajudar MT no segundo semestre

No encontro com Bolsonaro, sábado, no Rio de Janeiro, após solenidade de formatura de cadetes, Wilson Santos agradeceu a Bolsonaro dizendo que a pavimentação da 163 “encurta 5 mil milhas náuticas da China. Ao invés de descermos com nossa produção para Paranguá (PR – onde tem porto) ou Santos (SP) essas regiões Norte e Médio Norte de Mato Grosso vão colocar a soja em Miritituba e isso vai dar US$ 1 a US$ 2 a mais por saca produzida em Mato Grosso, vai tornar nosso empresariado muito mais competitivo”, disse. O deputado acrescentou que “muitos presidentes passaram, prometeram essa obra e infelizmente não concluíram. Então, Mato Grosso será ao senhor eternamente grato porque investe numa logística sonhada há quase 100 anos”, elogiou.

Comentários Facebook
publicidade

Política MT

Mendes: “Acusação de Emanuel é falácia e tentativa de se blindar”

Publicado

O governador Mauro Mendes (DEM) classificou como “falácia” a denúncia encaminhada pelo prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (DEM) à Assembleia Legislativa, na qual cita suposto uso político da Delegacia Fazendária (Defaz) como forma de prejudicá-lo.

 

Os deputados, inclusive, já aprovaram a convocação dos delegados Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, que foram citados na denúncia. Conforme o prefeito da Capital, os dois delegados teriam recebido a incumbência de “incriminá-lo”, com base em um boletim de ocorrência feito por uma servidora da Saúde municipal.

 

Nesta quinta-feira (16), em entrevista ao MidiaNews, o governador se manifestou pela primeira vez sobre o episódio.

 

“Primeiro que isso é uma falácia. Vejo como uma tentativa de criar uma blindagem para possíveis denúncias que possam acontecer. Só me resta esta alternativa. Porque ele achar que com isso a Defaz – ou agora Deccor (Delegacia de Combate a Corrupção) – vai deixar de investigá-lo, ledo engano”, disse o governador.

 

Primeiro que isso é uma falácia. Vejo como uma tentativa de criar uma blindagem para possíveis denúncias que possam acontecer. Só me resta esta alternativa. Porque ele achar que com isso a Defaz – ou agora Deccor – vai deixar de investigá-lo, ledo engano

Mendes afirmou que a Defaz existe para fiscalizar e investigar denúncias de corrupção, independente de quem seja a pessoa ou o cargo que ocupa.

Leia mais:  Servidores prometem "voltar as ruas" por RGA e mostram preocupação com mudanças na Previdência em MT

 

“Se tem denúncia, é obrigação deles investigarem. Seja contra Emanuel Pinheiro, contra qualquer agente público do Estado. Seria um absurdo eu pedir para uma Delegacia Especializada Contra Crimes Fazendários para eles investigarem qualquer denúncia”, afirmou.

 

O mesmo, segundo Mendes, ocorre com a Deccor – unidade criada já na administração do atual governador e que herdou parte dos inquéritos conduzidos pela Defaz.

 

“Nem conheço os delegados que lá estão, mas tenho certeza que são profissionais dignos e decentes que vão cumprir – contra qualquer membro da administração que pese qualquer denúncia – o papel de investigar e apurar a verdade”, disse.

 

“E, a partir daí, transformar isso num indiciamento, numa denúncia ao Ministério Público ou promover seu arquivamento, caso a denúncia não tenha procedência”, concluiu o governador.

 

Entenda o caso

 

O caso começou após a servidora Elizabete Maria de Almeida, que trabalha no Hospital São Benedito, registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Fazendária.

 

Na ocasião, ela disse ter presenciado uma reunião na qual o prefeito teria oferecido dinheiro e cargos a alguns vereadores, em troca da cassação do oposicionista Abílio Junior (PSC).

Leia mais:  Mendes diz que Bolsonaro irá ajudar MT no segundo semestre

 

Os delegados Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, no entanto, não viram base sólida nas acusações da servidora e teriam se posicionado contra iniciar a investigação.

 

Por conta disso, segundo Emanuel, a alta cúpula da Polícia Civil teria decidido retirar os dois delegados da Defaz. O que de fato aconteceu na mesma semana da denúncia.

 

Diante dos fatos, Lindomar entrou com um mandado de segurança contra o delegado-geral da Polícia Civil Mário Dermeval buscando a anulação do ato que o transferiu da Defaz para a Delegacia de Polícia Várzea Grande. Ele disse que a transferência não foi justificada e apontou perseguição política.

 

Na última semana, a servidora admitiu que participou de uma “armação” contra o prefeito. E ainda revelou ter sido orientada pelo vereador Abílio a manter a versão mentirosa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Política MT

Emanuel vê fala “equilibrada” de Mendes: “Me acalma os ânimos”

Publicado

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), disse que o governador Mauro Mendes (DEM) foi responsável e equilibrado ao classificar como “falácia” a acusação de um suposto uso político da Delegacia Fazendária (Defaz).

 

A denúncia foi feita pelo próprio prefeito à Assembleia Legislativa. Segundo ele, o Governo estaria, por meio por meio da Casa Civil, tentando usar delegados da Defaz para lhe prejudicar.

 

Em entrevista ao MidiaNews nesta semana, o governador disse que a acusação seria uma forma de o prefeito se blindar de possíveis denúncias que possa ser alvo no futuro.

 

“Eu acho que ele não podia falar outra coisa. Se ele falasse diferente disso, aí seria o caos. Seria a violência institucional estabelecida. Então, ele foi responsável e equilibrado como chefe do Poder Executivo em responder dessa forma, o que me acalma os ânimos”, disse Emanuel, ao ser questionado sobre o assunto.

 

Se ele falasse diferente disso, aí seria o caos. Seria a violência institucional estabelecida. Então ele foi responsável e equilibrado como chefe do poder executivo em responder dessa forma

Segundo ele, é preciso que os deputados estaduais ouçam as declarações dos delegados Anderson Veiga e Lindomar Tofoli, que foram citados na denúncia encaminhada por ele ao Legislativo.

Leia mais:  Mauro Mendes convida Wilson Santos para compor base do Governo

 

As oitivas já foram, inclusive, aprovadas pelos parlamentares, mas devem ocorrer somente em fevereiro, quando serão retomados os trabalhos na Assembleia.

 

“Para sepultar esse assunto de uma vez por todas, ouçamos os delegados. E aí se esclarece isso. Se a fala dos delegados for condizente com a fala do governador – e sinceramente, é tudo que torço – sepulta esse assunto de uma vez por todas”, disse o prefeito.

 

“Acho que está demorando em convidar os delegados. Eles já manifestaram que querem ir. Os deputados tiveram uma pauta agitada no final do ano passado e começo de janeiro, o que atrapalhou um pouco. Mas vamos aguardar. Não tenho o que fazer a não ser aguardar. Mas temos que ter essa oitiva, até para tranquilizar as relações institucionais no Estado”, concluiu Emanuel.

 

Entenda o caso

 

O caso começou após a servidora Elizabete Maria de Almeida, que trabalha no Hospital São Benedito, registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Fazendária.

Leia mais:  Servidores prometem "voltar as ruas" por RGA e mostram preocupação com mudanças na Previdência em MT

 

Na ocasião, ela disse ter presenciado uma reunião na qual o prefeito teria oferecido dinheiro e cargos a alguns vereadores, em troca da cassação do oposicionista Abílio Junior (PSC).

 

Os delegados Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, no entanto, não viram base sólida nas acusações da servidora e teriam se posicionado contra iniciar a investigação.

Por conta disso, segundo Emanuel, a alta cúpula da Polícia Civil teria decidido retirar os dois delegados da Defaz. O que de fato aconteceu na mesma semana da denúncia.

 

Diante dos fatos, Lindomar entrou com um mandado de segurança contra o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval, buscando a anulação do ato que o transferiu da Defaz para a Delegacia de Polícia Várzea Grande. Ele disse que a transferência não foi justificada e apontou perseguição política.

 

Na última semana, a servidora admitiu que participou de uma “armação” contra o prefeito e ainda revelou ter sido orientada pelo vereador Abílio a manter a versão mentirosa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Cidades

Nortão

Policial

Mais Lidas da Semana