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Esportes

Diretoria demite técnico do Sinop e fará peneirão para montar equipe que vai disputar Copa FMF

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O presidente do Sinop Futebol Clube, Agnado Turra, confirmou, há pouco, em primeira mão, ao Só Notícias, que o treinador Gianni Freitas não faz mais parte da equipe Galo do Norte. “Houve uma reunião e em comum acordo decidimos por sua saída. Ele já tem proposta de outro time”, resumiu o presidente sem revelar qual.

Ao Só Notícias Gianni disse, hoje de manhã, que tem contrato com a diretoria até agosto, porém, eles (diretoria) decidiriam o que é melhor, saída ou permanência.

Com a saída, o Galo do Norte vai ao mercado em busca de outro comandante para disputar a Copa FMF que começa em agosto, com adversário já marcado, o atual campeão Mixto.

O presidente antecipou ainda que a partir do próximo dia 24, haverá peneirão com atletas de 21 anos, para  montar a equipe que vai disputar a competição.

Na Copa FMF o time sinopense estreará contra o Mixto, atual campeão, no dia 10 ou 11 de agosto, de acordo com tabela divulgada pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF). Já na Copa Verde, o Sinop fará sua estreia enfrentando o classificado entre Costa Rica, de Mato Grosso do Sul, e Genus, de Rondônia, diretamente nas oitavas de final.

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Sob o comando do treinador Gianni, o Galo do Norte não conseguiu avançar para a segunda fase da Série D. Apesar de ter ficado em segundo do grupo, o time sinopense foi o pior segundo colocado da competição. Por isso não avançou.

Na Copa do Brasil, o Sinop foi derrotado por 2 a 1, pelo Santa Cruz, de Pernambuco, na primeira fase. No Campeonato Mato-grossense, foi eliminado pelo Luverdense, por 1 a 0, no Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, e não se classificou para a semifinal. No primeiro confronto, no gigantão, houve empate em 0 a 0.

Só Notícias/David Murba (foto Só Notícias/ Diego Oliveira)

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Esportes

Advogada diz que Bruno está “triste, sem comer e sem dormir”

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A advogada Mariana Migliorini, que estava cuidando das negociações de Bruno Fernandes com o Operário Várzea-Grandense, disse que o goleiro está “profundamente triste” com o desfecho do episódio.

O time de Mato Grosso desistiu da contratação após manifestações de vários setores, já que Bruno foi condenado por homicídio triplamente qualificado, por envolvimento na morte de Eliza Samúdio, com quem teve um filho, em 2010.

“Ele está sem comer e sem dormir”, disse a advogada ao site Torcedores.com.

Querem ele morto. Isso não é pena, não é algo civilizatório, o Bruno já cumpriu a pena. Deus perdoa, a sociedade não
“Os empresários de Várzea Grande não querem ter o nome do Bruno vinculado a eles por conta da repercussão social. Querem ele morto, isso não é pena, não é algo civilizatório. O Bruno já cumpriu a pena. Deus perdoa, a sociedade não”, disse.

No início deste mês, o Fluminense de Feira de Santana também desistiu de contratar Bruno após revolta e protestos sociais.

Na ocasião, o presidente do time, Ewerton Carneiro, disse que a manifestação dos torcedores contra a negociação foi fundamental para a decisão.

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“Esses dias foram de muita confusão para mim, para a diretoria, para o Fluminense de Feira, pro povo de Feira, para a minha família. Ainda que o jurídico me deu um parecer que ele vai chegar com oito a dez dias, eu quero dizer que o Fluminense está desistindo da contratação devido à manifestação popular”.

“Foi um apelo da torcida, foi um apelo do povo, então só quem não ouve o povo é porque é maluco”, declarou na ocasião, segundo o Torcedores.com.

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Esportes

Operário de Várzea Grande desiste de contratar goleiro Bruno

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O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) informou, nesta quarta-feira (22), que não irá mais contratar o goleiro Bruno Fernandes, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Um comunicado foi emitido à imprensa, entretanto, não justifica o motivo da desistência. Sabe-se que nos últimos dias, a Eletromóveis Martinello desautorizou o uso da marca em uniformes do Clube, assim como a cooperativa Sicredi.

Contra a vinda do goleiro o time, na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.

O ato organizado pelo Bloco das Mulheres contou também com a presença de homens. Diversos cartazes foram expostos com frases do tipo: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

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Também na terça-feira, a Martinello anunciou que desautorizou o uso da marca nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. A empresa alegou não concordar “que condenado por crime tão grave e torpe seja elevado ao patamar de ídolo esportivo, pois o esporte é para cidadãos exemplares que cultivam a vida, o respeito ao próximo e o espírito de equipe”.

Na segunda-feira (20), a cooperativa Sicredi anunciou que irá retirar sua marca dos uniformes, mas alegou que ausência do logo nas camisetas do Operário ocorre em função da estratégia da empresa. A assessoria informou que o Sicredi patrocina a Federação Mato-Grossense para o Campeonato Estadual de Futebol 2020 e não o Operário. Acrescentou ainda, por meio de nota, que não comenta as contratações de jogadores feitas pelos clubes.

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