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Agronegócio

DNIT libera novo trecho de pista no Distrito Industrial e altera fluxo de trânsito

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) libera, nesta terça-feira (5), 2 km de uma das pistas que está sendo duplicada da BR-163/364/MT, no Distrito Industrial. Desta forma, condutores que trafegarem sentido Cuiabá-Rondonópolis vão seguir pela Avenida A. Já quem estiver no sentido Rondonópolis-Cuiabá, terá acesso ao novo pavimento de concreto.

Antes da liberação da nova pista e alteração do trânsito na região, o DNIT já informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e a Concessionária Rota do Oeste, e solicitou apoio. A sinalização horizontal e vertical foi finalizada na sexta-feira (1) pelo consórcio que realiza a obra de duplicação da rodovia federal.

O trecho de 2 km será para quem estiver trafegando no sentido Norte (Rondonópolis-Cuiabá), enquanto os condutores que seguem sentido Sul (Cuiabá-Rondonópolis) irão pela Avenida A, em sentido único. Os motoristas que precisarem fazer retorno na região terão duas possibilidades: em frente ao posto Pascoal Ramos e outro na entrada do Aeroporto.

Além da duplicação da BR-163/364/MT, que possui extensão de 174,11 km, serão erguidos quatro viadutos, trincheiras e ampliação das ruas laterais no local. A previsão é de que as obras sejam concluídas em 2020.

O trecho do Distrito Industrial faz parte do lote 3, de 42,40 km de extensão, e que se inicia no segmento em concreto da Serra de São Vicente até o viaduto existente no entroncamento com a Rodovia dos Imigrantes (BR-070/MT).

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Agronegócio

Conflito entre EUA e Irã preocupa produtores rurais de MT

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A relação comercial entre Mato Grosso e Irã é antiga e importante. De janeiro a novembro de 2019 o país pagou mais de U$ 700 milhões pelos produtos daqui. Carne bovina foi um deles, já que o Irã é o terceiro maior comprador.

Conforme Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), o Irã ganhou representatividade para o mercado mato-grossense devido ao volume da exportação.

“Não há mercado que não seja importante. O Irã ganha uma importância pelo volume que tem levado nos últimos anos. Então é importante que possamos até ampliá-lo. Qualquer conflito internacional tem um peso na economia e para nós do setor da carne um peso muito direto, muito imediato”, afirmou.

A preocupação é causada pela tensão no Oriente Médio, que aumentou depois dos ataques entre Estados Unidos e Irã nos últimos dias. Em MT quem analisa o mercado de commodities e tudo que possa impactar nele ficou em alerta para possíveis reflexos, tanto nas exportações quanto nas importações do Irã.

O petróleo é o principal produto do país do Oriente Médio e os combustíveis são essenciais para o funcionamento do agronegócio.

Segundo o gestor técnico do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, a atenção deve ser para o milho. O país é o segundo maior consumidor do Brasil e o quarto maior do estado. O interesse também está no que volta de lá, já que o Irã tem o menor preço de um insumo muito usado na produção do cereal, a ureia.

Apesar do apoio aos Estados Unidos logo apos o ataque norte-americano, um dia depois o presidente Jair Bolsonaro se posicionou de forma mais neutra, o que para representantes do agronegócio é a melhor opção para manter os caminhos abertos e desenvolvimento do setor no estado.

“Que o nosso país possa, como sempre fez, estar em um caminho de apaziguar e não de pôr lenha na fogueira e que possamos ter isso resolvido quanto antes para que economia não sofra”, disse Paulo Bellincanta.

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Agronegócio

Foco de ferrugem asiática é detectado em lavoura de soja em MT

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Um foco de ferrugem asiática foi detectado em propriedade rural de uma região conhecida como Chapadão do Rio Verde, zona rural de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) está acompanhando o caso.

De acordo com o gerente da propriedade, a doença foi identificada apenas em uma planta. Dessa maneira, o diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber, explica que este pode ser um caso isolado e que ainda não implica perdas significativas na lavoura.

Entretanto, segundo ele, a Aprosoja vai acompanhar se há evolução da doença.

“Vamos visitar a fazenda para verificar se houve proliferação. Mas, por enquanto, não há motivo para pânico. Além disso, hoje em dia, temos tecnologia para combater a ferrugem sem grandes perdas. O produtor que fez as aplicações corretamente pode ficar tranquilo”, afirmou Beber.

Ele Ressaltou ainda que este não é um motivo fazer aplicações desnecessárias na lavoura. “Quem já fez as aplicações preventivas e está acompanhando a lavoura não deve ser prejudicado pela incidência da ferrugem”, explicou.

Beber destacou que as percas poderiam ocorrer se a doença tivesse sido detectada antes no período reprodutivo da planta, ou seja, da formação dos grãos. Entretanto, a primeira aplicação de fungicida deve ter sido feita antes desta fase.

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