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Eder diz que delação de Riva é “forjada, sem-vergonha e sem sentido”

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O ex-secretário de Estado, Éder Moraes, disse nesta sexta-feira (11) que não acredita na veracidade do documento que seria o esboço de uma delação premiada do ex-deputado José Riva, e que compromete o ex-governador Blairo Maggi (PP).

No documento, é atribuído a Riva declarações de crime de corrupção passiva, que teria sido praticada pelo juiz de direito Roberto Seror. Segundo ele, houve pagamento de propina “levado a cabo por Eder Mores e Blairo Maggi”. Isso porque, à época, Riva teria sido procurado por Carlinhos Vasconcelos, solicitando ajuda para receber de Eder Moraes um crédito referente a um acerto feito entre o juiz Roberto Seror.

A suposta delação que o HNT/HiperNotícias teve acesso apresenta diversas omissões de valores e nomes, como por exemplo: “(…) valor esse resultante da liberação de R$ XXXXX (XXXXXX) bloqueados pelo XXXXX de uma XXXXXX, cujo acerto da propina deveria girar em torno de XXXX% (XXX por cento) desse valor”.

“Não posso me posicionar diante de um documento fake, que não é reconhecido nem pelo Ministério Público, nem pela Procuradoria Geral, e nem pela Justiça. Não é reconhecido por ninguém. Posicionamento judicial se faz dentro do processo e não em cima de especulação, pois é isso que é pra mim: pura especulação, delação fake”.

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É cada um dentro de sua conjuntura jurídica, tentando se salvar da forma que melhor lhe convém. Quem faz delação tem que apresentar provas. Se apresentar provas contundentes e cabais, a gente vai se defender. Mas se for ‘mimimi’, não vou perder tempo com isso não”, disparou Eder.

Ele acredita que “essa delação é tão forjada, sem-vergonha e sem sentido, que parece que alguém está indicando para o delator o que que ele tem que fazer, deixando os espaços com xis, xis, xis [XXX] para poder ser completado, parece prova do primário, prova ginasasial, que você mandou pro aluno terminar de completar”.

Éder, que ainda é citado em várias outras partes do documento, salientou também que, na hipótese de se tratar realmente de uma delação de José Riva, seria “o maior escândalo de forjação que eu já vi”. “Parece que ele está conversando com o MP e o MP está orientando como deve ser preenchido o documento.

“Isso é um escândalo, um escárnio, isso sim é uma coisa assombrosa. Esse xis, xis, xis aí, respondem tudo. Essa é a delação do xis, xis, xis”, ironizou, enfatizando que não se manifestará pontualmente sobre algo que não “existe no mundo jurídico”.

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“E depois, esse documento já começou morto. Se isso aí for verdadeiro, não pode estar aí, porque tem pessoas citadas aí, que tem foro privilegiado, ou seja teria que estar sendo conduzido pelo Supremo Tribunal Federal”.

Quanto ao documento, nessa semana o ex-deputado José Riva veio a publico se manifestar, negando a autoria.

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MPE faz leilão e veículos podem ser arrematados por R$ 499

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Conforme informações do MPE, o leilão será presencial e os lances serão dados a partir das 9h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. Servidores do órgão não poderão participar das ofertas.

 

A lista de veículos inclui 1 Celta (2006/2007), 1 Corsa Sedan Classic (2009/2010), 1 Hilux SW4 (2006/2006), 1 Celta (2006/2007), 1 Ranger XL (2004/2005), 2 Uno Mille (2005/2005 e 2010/2011), 13 Honda CG 125, 4 Honda NXR 150, e 10 Yamaha YBR 125.

Quem quiser ver os veículos deve fazer agendamento na Gerência de Manutenção e Transportes, nos telefones (65) 3613-1624 / 5227.

 

O edital com a descrição dos produtos e valores de avaliação podem ser consultados no edital no site do MPE.  (Com informações da assessoria)

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MP denuncia filho de Silval e mais 5 por cobrança de propina em aluguéis de carro

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Ministério Público (MP) de Mato Grosso ofereceu denúncia contra o filho do ex-governador Silval Barbosa, Rodrigo Barbosa, o ex-secretário de Administração Pedro Elias, e mais 3 pessoas, além da Sal Locadora de Veículos, por ato de improbidade administrativa. O MP ainda solicita o bloqueio de R$ 2,4 milhões em bens dos denunciados.

 

De acordo com o promotor de Justiça Arnaldo Justino da Silva, o esquema ocorreu durante o contrato de aluguéis de carro em 2011, quando o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) contratou a empresa Sal Locadora de Veículos. De acordo com MP, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) identificou um superfaturamento de R$ 86.3 mil em 2013.

Além do superfaturamento, as investigações apontam para uma cobrança de propina realizada por Rodrigo Barbosa e Pedro Elias, à Sal Locadora, através do empresário Alexsandro Neves Botelho.

 

O contrato foi firmado no valor de R$ 6.477 milhões, sendo que Pedro Elias e Rodrigo Barbosa cobravam 10% do valor recebido pela empresa em forma de propina. “Nos 15 meses em que a dupla Rodrigo Barbosa e Pedro Elias ficaram recebendo vantagens indevidas a média mensal repassada aos dois chega a quantia de R$ 43.180,69 totalizando o valor de R$ 647.710,35”, diz trecho da denúncia.

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O pagamento da propina era feito ao ex-secretário em espécie, que era colocado em uma mochila. Ao sair da empresa, Pedro Elias seguia para a residência do filho do ex-governador e fazia a divisão do dinheiro ilícito. “Do valor arrecadado em vantagem indevida, como mencionado alhures, Pedro Elias embolsava em torno de 15% e o restante ficava com Rodrigo”, afirma o promotor de Justiça.

 

Além de Rodrigo, Pedro Elias e Alexsandro, também são acionados no processo os ex-presidentes do Detran, Teodoro Moreira Lopes, o “Dóia” e Giancarlo da Silva Lara Castrillon, e a empresa Sal Locadora.

 

Além do bloqueio de bens no valor de R$ 2,4 milhões, o MP pede o ressarcimento de R$ 994,4 mil a título de danos morais de Dóia, Castrillon, Sal Locadora e Alexsandro.

 

Já Rodrigo Barbosa e Pedro Elias não terão bens bloqueados por conta da delação premiada que ambos fizeram com a Justiça. As suas penas, caso seja condenados, deverá ocorrer nos termos das duas delações.

 

Outro lado

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 não conseguiu localizar nenhum os denunciados para comentar o assunto. O espaço segue aberto para todos os envolvidos.

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