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Tecnologia

Empresas dos EUA podem receber aval para voltar a vender para Huawei nas próximas semanas, diz agência

Publicado

Por Reuters

Os Estados Unidos podem aprovar licenças nas próximas 2 a 4 semanas que empresas retomem comércio com a chinesa Huawei, de acordo com uma importante autoridade do país, que falou à agência Reuters. É um sinal de que o recente esforço do presidente Donald Trump para aliviar as restrições à empresa chinesa estaria avançando.

A Huawei, que é a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações do mundo, foi proibida de receber produtos e serviços de empresas norte-americanas, após ser adicionada, em maio, a uma lista do Departamento de Comércio dos EUA.

Mas no final do mês passado, depois de se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping, o presidente Donald Trump anunciou que retiraria as proibições impostas à Huawei. Nos últimos dias, o secretário de Comércio Wilbur Ross disse que licenças de comércio seriam emitidas em casos que oferecessem ameaça à segurança nacional.

Dois fabricantes norte-americanos de chips que fornecem a Huawei disseram à Reuters nos últimos dias que pedirão mais licenças depois dos comentários de Ross. Eles pediram para permanecerem anônimos.

Dos US$ 70 bilhões que a Huawei gastou comprando componentes em 2018, cerca de US$ 11 bilhões foram para empresas dos EUA, incluindo Qualcomm, Intel e Micron Technology.

Os fornecedores querem permissão para fornecer suporte de atendimento ao cliente para os chips que eles constroem e vendem no exterior, ou a aprovação para enviar novos equipamentos fabricados nos EUA para a Huawei e suas subsidiárias em todo o mundo.

Ainda assim, não está claro quais produtos receberão permissões. Alguns fornecedores dos EUA buscaram clareza em uma conferência que o Departamento de Comércio realizou em Washington nesta semana. Uma representante de um fabricante foi informada por uma autoridade sênior dos EUA que as licenças poderiam ser concedidas em duas a quatro semanas na conferência na última quinta-feira (11).

A pessoa, que não quis ser identificada, disse que a autoridade não delineou os critérios para as aprovações da licença, mas ela acredita que elas seriam feitas caso a caso, pelo menos no começo, enquanto a agência busca formar opiniões mais amplas.

Quando perguntado sobre a orientação do alto funcionário, um porta-voz do Departamento de Comércio disse que a agência está “avaliando atualmente todas as licenças e determinando o que é o melhor interesse de segurança nacional do país”.

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Tecnologia

China acusa EUA de ‘intimidação’ pela venda do TikTok

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France Presse

A China acusou o governo dos Estados Unidos, nesta terça-feira (4), de “intimidação pura e simples” depois que o presidente Donald Trump ordenou a venda até meados de setembro do popular aplicativo TikTok, que pertence à empresa chinesa ByteDance.

O TikTok encerrará as atividades nos Estados Unidos em 15 de setembro “a menos que a Microsoft, ou alguém, possa comprá-lo e concluir um acordo”, anunciou o presidente americano na segunda-feira (3) em referência ao aplicativo que tem quase um bilhão de usuários no mundo, principalmente adolescentes.

Em um contexto de tensões políticas e comerciais com Pequim, Washington acusa a plataforma há vários meses de ser utilizada pelos serviços de Inteligência chineses para vigilância.

TikTok proibido? O que está por trás do anúncio de Trump
Ao ser questionado sobre o anúncio de Trump, o porta-voz da diplomacia chinesa, Wang Wenbin, acusou o governo dos Estados Unidos de atacar de maneira frequente as empresas estrangeiras, abusando da noção de segurança nacional.

“Isto vai contra os princípios da economia de mercado e os princípios de abertura, transparência e não discriminação da OMC”, afirmou o porta-voz. “Trata-se de intimidação pura e simples. A China se opõe de maneira firme”, completou.

Sem mencionar medidas de represália, Wang considerou que Washington está abrindo “a caixa de Pandora”.

“Se todo mundo imitar os Estados Unidos, qualquer país poderá adotar medidas similares contra empresas americanas em nome da segurança nacional”, advertiu.

Proprietário chinês admite pressão
Em uma carta envida nesta terça-feira aos funcionários da ByteDance, seu fundador Zhang Yiming sugeriu que a intenção do governo dos Estados Unidos era proibir o aplicativo, mais do que forçar a venda.

Zhang afirma aos funcionários que devem estar preparados para “mais dificuldades no futuro” e destaca que o sentimento anti-China “cresceu de maneira significativa em muitos países”.

Embora a empresa negue que os dados dos usuários sejam repassados ao governo chinês, o fundador do ByteDance, reconheceu em outra carta interna, publicada na segunda-feira, que está sob pressão e destacou que o grupo trabalha “as 24 horas do dia para obter a melhor solução possível”.

“Sempre nos comprometemos a garantir a segurança dos dados do usuário, assim com a neutralidade e transparência da plataforma”, afirmou Zhang aos funcionários em um comunicado interno, de acordo com a imprensa chinesa.

A nota completa, no entanto, que o TikTok enfrenta “crescentes complexidades em todo panorama geopolítico e uma importante pressão externa” e que estuda transferir a sede central para outro grande mercado, fora dos Estados Unidos.

De acordo com o jornal britânico The Sun, a ByteDance avalia transferir para o Reino Unido as operações globais do TikTok, hoje com sede em Los Angeles.

Muito popular entre os jovens, o Tiktok permite aos usuários criar e compartilhar vídeos de até 60 segundos, a maioria divertidos, mas alguns sérios e inclusive artísticos.

De acordo com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, empresas como TikTok podem estar obtendo informações dos cidadãos como seu “padrão de reconhecimento facial, residência, números de telefone, amigos e com quem entram em contato”.

Ao anunciar uma data-limite para a venda do aplicativo, Trump também apresentou uma nova condição surpresa, ao destacar que a operação representaria um pagamento significativo ao Tesouro dos Estados Unidos.

A Microsoft não fez comentários na segunda-feira, mas em um comunicado divulgado no domingo afirmou que, em caso de concretização da compra, se comprometia a “proporcionar os lucros econômicos que correspondam aos Estados Unidos, incluindo o Tesouro”.

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Tecnologia

Dona do Google negocia US$ 5,7 bilhões em títulos para financiar combate à desigualdade social

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por

G1

A Alphabet, dona do Google, negociou US$ 5,75 bilhões em títulos corporativos para financiar o combate à desigualdade social e a ajuda em causas ambientais, de acordo com informações da Bloomberg.

Com o fundo, a empresa planeja financiar empreendedores negros, pequenas e médias empresas impactadas pela crise do coronavírus, além da construção de moradias populares.

Os empréstimos também podem ser usados ​​para financiar projetos de energia limpa e edifícios verdes. No total, a Alphabet vendeu US$ 10 bilhões, com outras receitas para gerar fins corporativos.

Na semana passada, a Alphabet registrou sua primeira queda trimestral de vendas em seus 16 anos como empresa pública. No entanto, seu preço das ações permaneceu praticamente inalterado, pois a perda nas vendas foi compensada por uma recuperação nos negócios de anúncios do Google.

O CEO da empresa, Sundar Pichai, participou de um interrogatório no Congresso dos EUA juntamente com Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple). As gigantes da tecnologia são acusadas de praticas de monopólio e estão sendo investigadas.

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