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Esgoto a céu aberto escorre pela avenida Getúlio Vargas

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Há pelo menos uma semana, quem passa pela avenida Getúlio Vargas, nas imediações da Estação Alencastro, no centro de Cuiabá, precisa desviar de uma poça de água, que escorre a céu aberto.

A reportagem  esteve no local nesta terça-feira (15) e fez algumas imagens e vídeos. Neles, é possível ver que a água está acumulada na faixa de pedestres, em que várias pessoas transitam por dia.

 

De acordo com a Secretaria Municipal de Obras Públicas, da Prefeitura de Cuiabá, não é possível afirmar, ainda, se o vazamento é oriundo de uma rede de esgoto ou galeria pluvial. Um técnico deve ir ao local ainda esta semana para fazer a verificação.

 

No caso de o vazamento ser em uma rede de esgoto, é a concessionária responsável pelo serviço que deve repará-lo. No caso de ser em uma galeria pluvial, é a própria secretaria quem deve fazer o trabalho de manutenção.

 

Confira a nota na íntegra 

 

“Em relação à demanda da Av. Getúlio Vargas, a Prefeitura esclarece que:   

 

– Um técnico irá ao local para verificar se o vazamento é oriundo de uma rede de esgoto ou de uma galeria pluvial.   

– Sendo rede de esgoto, comunicará a concessionária para realizar o reparo no sistema.   

 

– Em caso de vazamento de uma galeria pluvial, a Secretaria de Obras Pública fará o trabalho de manutenção na estrutura.   

 

– A Secretaria de Obras Públicas informa ainda que o cidadão pode utilizar o telefone (65) 3313-3050 para solicitar a limpeza e desobstrução das bocas de lobo.”

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HMC atenderá 35 mil pacientes por mês

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O prefeito Emanuel Pinheiro entregou ontem a noite a sexta e última etapa do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), Dr. Leony Palma de Carvalho, no Bairro Ribeirão Lipa, que tem capacidade para 35 mil pacientes por mês. Esta etapa consiste no funcionamento propriamente do novo pronto-socorro (PS) ou urgência e emergência.

Este setor do hospital terá seis salas de centro cirúrgico, observação pediátrica, 12 leitos de estabilização, três leitos de reanimação, cinco leitos de politrauma e dois isolamentos. Na ocasião também serão entregues a Central de Material e Esterilização (CME) e o heliponto.

Com o funcionamento de 100% do HMC ele passa a contar com 315 leitos, sendo 178 de adultos, 20 leitos no Centro de Tratamento de Queimados, 60 de UTI, 38 de emergência, seis salas de cirurgia e 13 leitos RPA (recuperação pós-anestesia), além do ambulatório com mais de 13 das especialidades médicas mais procuradas pela Central de Regulação, exames como ultrassonografia, endoscopia, colonoscopia e radiografia e parque tecnológicos com equipamentos de última geração.

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“Com a entrega de 100% do HMC, uma parte do meu anseio em melhorar a qualidade da saúde pública municipal estará completa. E, apesar de ser prefeito apenas de Cuiabá, todo o estado de Mato Grosso será contemplado, pois mais da metade dos atendimentos do Pronto Socorro da capital são feitos para pacientes do interior. Então, não são apenas os cuiabanos que ganharam este presente que é o HMC, mas toda a população do estado, que vai passar a contar com um dos hospitais mais modernos do Brasil, e o melhor, totalmente público”, disse Emanuel Pinheiro em artigo intitulado “HMC – sonho realizado com muito trabalho e amor por Cuiabá”.

O atual prédio do pronto-socorro, que fica na região central, será reformado para abrigar o Hospital da Família (HFam). Por um período de 90 dias, a prefeitura vai manter uma estrutura mínima no local para atender às pessoas que ainda não sabem da mudança do pronto-socorro e procurarem a antiga unidade. Após, conforme o caso, será transferido para o HMC. Porém, a partir das 7 horas de hoje (19), todas as ambulâncias ou o Serviço Móvel de Urgência (Samu) se destinarão direto ao novo HMC.

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Gigante do agro em MT é citado em ação que apura venda de sentenças na Bahia

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O Grupo Bom Jesus – gigante do agronegócio de Mato Grosso, localizado em Rondonópolis (216 KM de Cuiabá) -, foi citado nas investigações da operação “Faroeste”, deflagrada pelo Ministério Público Federal (MPF) nesta terça-feira (19), na Bahia.

Segundo o MPF, o Poder Judiciário da Bahia estaria envolvido num esquema de venda de sentenças judiciais que contam com a participação de desembargadores, juízes, e servidores locais na disputa por terras.

Segundo informações da denúncia, o Grupo Bom Jesus tinha o objetivo de revogar uma portaria que substituía 300 matrículas de imóveis por apenas uma. A medida atenderia os interesses de uma organização criminosa especializada na grilagem de terras – e que contou com o “suporte” do Poder Judiciário Baiano.

No julgamento do referido recurso administrativo, o Grupo Bom Jesus acabou saindo derrotado, decisão que manteve “incólume a portaria nº 105/2015, satisfazendo os interesses da organização criminosa”. Os desembargadores José Olegário Monção Caldas (relator do recurso administrativo), e Maria do Socorro Barreto Santiago, vogal no julgamento, estariam por trás da fraude.

“Aponta o MPF que o investigado [José Olegário Monção Caldas] atuou como relator no recurso administrativo apresentado ao conselho da magistratura do TJBA, tendo obtido êxito no órgão colegiado com o voto e o apoio decisivo de Maria do Socorro Barreta Santiago”, diz trecho da denúncia.

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“Tal recurso administrativo foi submetido ao Conselho de Magistratura de ofício, pelo Corregedor das Comarcas do Interior, o desembargador Salomão Resedá, com o intuito de analisar o pleito da Bom Jesus Agropecuária Ltda, que pretendia a revogação da Portaria nº 105/2015, a fim de obter o bloqueio da matrícula nº 1037. Com o sucesso do recurso perante o Conselho da Magistratura do TJBA, manteve-se incólume a Portaria nº 105/2015, satisfazendo os interesses da organização criminosa sob investigação”, revelam os autos.

A denúncia aponta ainda que a quebra do sigilo bancário do desembargador José Olegário Monção Caldas, entre janeiro de 2013 até 2019, revelou que cerca de R$ 1,79 milhão “não apresentam origem/destino destacado”.

Há ainda a menção de que dos R$ 11,2 milhões recebidos pelo magistrado no período, só R$ 2,6 milhões são referentes a verbas salariais do Poder Judiciário. A operação “Faroeste” afastou 4 desembargadores e 2 juízes de suas funções.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL 

Na última quinta-feira, o juiz da 4ª Cível Especializada em Recuperação Judicial e Falências de Rondonópolis (216 KM de Cuiabá), Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento, declarou encerrado o processo de recuperação judicial do Grupo Bom Jesus – gigante no agribusiness de Mato Grosso, e que tinha dívidas de R$ 2,6 bilhões no ano de 2016.

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Em seu despacho, o magistrado confessou ser “gratificante” contribuir para a manutenção da organização, que abriu as portas no ano de 1987, no município de Pedra Preta (245 KM de Cuiabá), iniciando suas atividades na comercialização de sementes. “É gratificante poder contribuir para a manutenção de um grupo de empresas economicamente viável, garantindo o cumprimento de sua função social”, confessou o juiz.

O Grupo Bom Jesus inclui 11 outras empresas – de transportadoras a fazendas. Todas elas faziam parte do processo.

Em 2016, quando a Justiça autorizou o processamento da recuperação judicial, a organização colocou a culpa na estiagem do ano de 2015 e na “intransigência” da negociação da dívida com alguns de seus credores, principalmente as multinacionais.

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