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Mato Grosso

EX PREFEITO HUGO GARCIA É PREFERENCIA DO ELEITORADO DE SANTA RITA DO TRIVELATO

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Em um lentamento realizado pelo instituto paraná Dados, entre os dias 15 e 16 de  agosto,já desenha o que pode acontecer no ano que vem,  o ex-prefeito Hugo Garcia  teve a maior aprovação  no cenário projetado para a Prefeitura de santa Rita do Trivelato em 2020.

Se a eleição para prefeito de Santa Rita do Trivelato  fossem hoje, o ex prefeito Hugo Garcia  estaria em primeiro lugar, com 55,47% dos votos, em situação de tranquilidade para vencer o atual prefeito  Egor Hoepers, que aparece com 28,93%. Já   15,6% dos entrevistados não quiseram responder.

Em seguida, também a pesquisa mostra a rejeição de cada um., O atual prefeito Egon  aparece com uma rejeição de 46,87% já Hugo Garcia aparece com 37% ,e aqueles que não quiseram responder somaram 16,13%.

O instituto de pesquisa Paraná Dados, esta realizando pesquisa em todos os municípios matogrossense, para conhecer o cenário eleitoral de 2020.

Em alta floresta por exemplo, o eleitorado esta muito indeciso e a quantidade de candidatos  somam mais de 10 nomes., já na cidade de Várzea Grande , o pré candidato ,vereador Chico Curvo aparece com 13,47%  dos votos, em situação de empate técnico com o ex-prefeito Tião da Zaeli, com 9,93%.

Em seguida, também em empate técnico com Zaeli, aparece o deputado federal Emanuelzinho, com 6,74% das intenções de voto. Os outros nomes testados foram do secretário de Governo do município, Kalil Baracat, que tem 5,14%; o ex-prefeito de Várzea Grande Walace Guimarães, com 4,79%; o vice prefeito José Hazamatem com 4,45%; e o vereador IkaroReveles, 3,65%.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

 

 

 

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Mato Grosso

Dois servidores da Sema morrem após caminhonete bater de frente com carreta

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O Diretor Regional da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) do município de Confresa (1.011 km da Capital), Luiz Carlos, e um agente ambiental, identificado até o momento apenas como “Pedrão”, morreram no início da tarde desta terça-feira (30) após a caminhonete em que estavam, de propriedade da secretaria, bater de frente contra uma carreta e capotar na BR-158, nas proximidades do Posto do Arnon, a 120 km do município.

Uma terceira vítima, identificada como Lucas, foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Bom Jesus do Araguaia. Não há informações sobre o atual estado de saúde do paciente.

De acordo com informações preliminares, os servidores seguiam para o município de Querência (287 km de Confresa), onde participariam de uma ação na tarde desta terça-feira (30). No entanto, supostamente por causa da poeira na estrada, o condutor da caminhonete teria batido de frente com o veículo pesado.

Os corpos das vítimas ficaram presos às ferragens e uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para fazer o desencarceramento.

Uma equipe da Delegacia Regional, que trafegava pela região, isolou o local, acionou o Corpo de Bombeiros e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Os peritos analisaram as condições em que os cadáveres foram encontrados e periciaram o veículo para colher evidências que apontem as circunstâncias do acidente. Em seguida, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), onde passaram por exame de necropsia.

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Mato Grosso

Lideranças indígenas do Mato Grosso coletam 103 mil assinaturas por testes de Covid-19

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Lideranças de povos indígenas do Mato Grosso lançaram um abaixo-assinado online para pedir que o Ministério da Saúde disponibilize testes para detecção do novo coronavírus nas aldeias do Estado, onde pelo menos 22 indígenas já morreram da doença. A petição, aberta na plataforma Change.org, reúne mais de 103 mil assinaturas. Em um período de apenas 24 horas, entre sexta (26) e sábado (27), nove indígenas da etnia Xavante faleceram.

“A história nos mostra que epidemias já dizimaram comunidades inteiras. Agora, vivemos sob o risco de uma ameaça que tem alertado o mundo todo: a pandemia da Covid-19, inimigo invisível que já chegou e se avança em nossas terras. Tememos que um novo genocídio esteja em curso nos territórios indígenas, por isso lutamos e reivindicamos que o Estado brasileiro cumpra com o seu papel e nos proteja”, pedem no abaixo-assinado.

A campanha foi criada por duas lideranças indígenas – o psicólogo Soilo Urupe Chue, representante da regional Vale do Guaporé do povo chiquitano, no oeste do Mato Grosso, e a mestranda em Direitos Humanos Kaianaku Kamaiurá, que pertence ao povo Kamaiurá, que vive no Alto Xingu. A mobilização ainda é apoiada por Cristian Wariu, que é do povo Xavante e integra a Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT). ​

Segundo dados divulgados no último domingo (28) pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), o novo coronavírus já atinge 114 povos nativos. Mais de 9,4 mil indígenas foram infectados e 380 mortos. “Essa pandemia está se espalhando rapidamente entre os nossos povos, especialmente aqueles que vivem em áreas mais afastadas. Precisamos de testes para detectar e isolar os casos o quanto antes”, diz Kaianaku na petição.

Ainda no abaixo-assinado, Soilo Urupe Chue pede que testes rápidos da Covid-19 sejam providenciados, com urgência, nos polos base de saúde e nas aldeias. A população indígena do Mato Grosso está estimada em 50 mil pessoas, que se distribuem em 86 terras. Do total, 22 mil pertencem ao povo Xavante, que se concentra em nove regiões do Estado.

“Sempre lutamos por nossa sobrevivência, contra o avanço de grileiros, garimpeiros e madeireiros em nossos territórios. Batalhamos pela demarcação de nossas terras, por respeito ao nosso povo e contra políticas que matam os direitos humanos. Agora, além de tudo isso, ainda precisamos brigar contra a ameaça da Covid-19”, destacam na mobilização.

Cristian, que atua na FEPOIMT para articular a política de defesa dos interesses e direitos indígenas, explica que um dos maiores temores é quando os indígenas precisam sair de seus territórios para buscar alimentos e medicamentos. O medo é que eles contraiam o vírus e retornem infectados para as aldeias, espalhando a doença aos demais. “A realização de testes é a única forma de controlar e impedir ainda mais o avanço da doença”, finalizam.

Link da petição: http://change.org/PovosIndigenasProtegidos

Movimento contra o coronavírus

A petição que pede proteção aos povos indígenas foi inserida em um movimento, criado pela Change.org, para dar mais visibilidade às campanhas que tratam de assuntos relacionados à pandemia do novo coronavírus. A página conta com 277 petições online, que engajam um total de 7,3 milhões de assinaturas, em torno de ações contra a pandemia.

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