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Esportes

Federação e clubes buscam saídas para ‘falta de estádios’ na Copa Mato Grosso

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Dirigentes da Federação Matogrossense de Futebol, dos clubes da baixada cuiabana e representantes do Governo do Estado se reuniram para definir os possíveis estádios para jogos da Copa Mato Grosso. Em Cuiabá e Várzea Grande, somente a Arena Pantanal está apta para receber os jogos de torneios profissionais. No entanto, o gramado passa por reformas e adequações, dificultando assim, uma carga excessivas de jogos, em um curto espaço de tempo – jogos de campeonatos como Brasileiro da Série B (disputada pelo Cuiabá), Copa Verde, Copa FMF, 2ª divisão do mato-grossense).

Uma solução alternativa seria a liberação do estádio presidente Dutra que também passa por reformas no momento. Sem os laudos necessários para a liberação dos torcedores, teria que receber os jogos com os portões fechados no primeiro momento.

Após reunião com o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Francisco Vuolo, a federação e os representantes de clubes foram informados que a liberação do Dutrinha não será possível em tempo hábil, pois a troca do gramado do estádio está prevista para o próximo mês, impossibilitando assim, a utilização do estádio.

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Outro paliativo seria o campo da UFMT, porém, uma série de medidas teriam que ser tomadas para viabilizar a utilização da praça esportiva. O reformado Dito Souza, em Várzea Grande, também seria uma alternativa mas as obras do estádio ainda não foram concluídas.

A assessoria da federação informa também que haverá novas reuniões estão, na próxima semana, para as definições sobre os locais dos jogos da Copa FMF.

A competição começa mês que vem com diversas equipes dentre elas Cuiabá, Luverdense, Sinop, União de Rondonópolis, e o campeão ganha vaga na Copa do Brasil.

Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

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Esportes

Advogada diz que Bruno está “triste, sem comer e sem dormir”

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A advogada Mariana Migliorini, que estava cuidando das negociações de Bruno Fernandes com o Operário Várzea-Grandense, disse que o goleiro está “profundamente triste” com o desfecho do episódio.

O time de Mato Grosso desistiu da contratação após manifestações de vários setores, já que Bruno foi condenado por homicídio triplamente qualificado, por envolvimento na morte de Eliza Samúdio, com quem teve um filho, em 2010.

“Ele está sem comer e sem dormir”, disse a advogada ao site Torcedores.com.

Querem ele morto. Isso não é pena, não é algo civilizatório, o Bruno já cumpriu a pena. Deus perdoa, a sociedade não
“Os empresários de Várzea Grande não querem ter o nome do Bruno vinculado a eles por conta da repercussão social. Querem ele morto, isso não é pena, não é algo civilizatório. O Bruno já cumpriu a pena. Deus perdoa, a sociedade não”, disse.

No início deste mês, o Fluminense de Feira de Santana também desistiu de contratar Bruno após revolta e protestos sociais.

Na ocasião, o presidente do time, Ewerton Carneiro, disse que a manifestação dos torcedores contra a negociação foi fundamental para a decisão.

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“Esses dias foram de muita confusão para mim, para a diretoria, para o Fluminense de Feira, pro povo de Feira, para a minha família. Ainda que o jurídico me deu um parecer que ele vai chegar com oito a dez dias, eu quero dizer que o Fluminense está desistindo da contratação devido à manifestação popular”.

“Foi um apelo da torcida, foi um apelo do povo, então só quem não ouve o povo é porque é maluco”, declarou na ocasião, segundo o Torcedores.com.

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Esportes

Operário de Várzea Grande desiste de contratar goleiro Bruno

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O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) informou, nesta quarta-feira (22), que não irá mais contratar o goleiro Bruno Fernandes, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Um comunicado foi emitido à imprensa, entretanto, não justifica o motivo da desistência. Sabe-se que nos últimos dias, a Eletromóveis Martinello desautorizou o uso da marca em uniformes do Clube, assim como a cooperativa Sicredi.

Contra a vinda do goleiro o time, na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.

O ato organizado pelo Bloco das Mulheres contou também com a presença de homens. Diversos cartazes foram expostos com frases do tipo: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

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Também na terça-feira, a Martinello anunciou que desautorizou o uso da marca nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. A empresa alegou não concordar “que condenado por crime tão grave e torpe seja elevado ao patamar de ídolo esportivo, pois o esporte é para cidadãos exemplares que cultivam a vida, o respeito ao próximo e o espírito de equipe”.

Na segunda-feira (20), a cooperativa Sicredi anunciou que irá retirar sua marca dos uniformes, mas alegou que ausência do logo nas camisetas do Operário ocorre em função da estratégia da empresa. A assessoria informou que o Sicredi patrocina a Federação Mato-Grossense para o Campeonato Estadual de Futebol 2020 e não o Operário. Acrescentou ainda, por meio de nota, que não comenta as contratações de jogadores feitas pelos clubes.

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