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Mato Grosso

Final de semana de muita chuva em Cuiabá segundo a previsão do tempo

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As informações divulgadas pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam um final de semana nublado em Cuiabá com altas chances de pancadas chuva em pontos isolados. A próxima  semana será de temperaturas amenas e máxima não deve passar de 35º. Não esqueça do guarda-chuvas!

No sábado (11), o final de semana se inicia com probabilidade de 80% de pancadas de chuva e a temperatura podendo variar entre 26º e 34º, um clima ameno para os padrões da capital.

Já no domingo (12), na Capital a temperatura mínima pode chegar a 25°C e a máxima a 33°C, ainda com alta possibilidade de chuvas.

Quem quiser tentar fugir da chuva em Chapada Guimarães, por lá o clima não será diferente, com altas chances de chuva também e temperaturas entre 21°C e 30°C.

Na segunda-feira (13), o primeiro dia útil da semana tem previsão de mais chuvas, com possibilidade de 80% e sol entre nuvens. A temperatura deve variar entre 26º e 33º.

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Terça-feira (14), o clima mantém o mesmo padrão do início da semana, com tempo nublado e possibilidades de pancadas de chuva. As temperaturas podem oscilar entre 26°C e máxima de 33°C, em Cuiabá.

Para quarta-feira (15) na Capital não haverá grandes mudanças na temperatura, mantendo as variações entre 26°C e 33°C, sendo mínima e máxima, respectivamente e 80% de chances de pancadas de chuvas.

Já na quinta-feira (16), teremos bastante calor com máxima de 35ºC e mínima de 26°C e muitas chuvas, com 90% de possibilidades de pancadas isoladas em toda a Capital.

A semana útil termina com a sexta-feira (17) de tempo nublado e o calor dando uma trégua. As temperaturas podem ficar entre 25°C e máxima de 27°C, em Cuiabá, com possibilidade de chuvas em pontos isolados.

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Mato Grosso

Menina de 1 ano se afoga em balde d’água

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Uma menina de 1 ano foi socorrida depois se afogar um em balde água, nesse domingo (26), no Bairro Jardim Esmeralda, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. A família disse que a criança brincava na varanda de casa quando caiu na água.

O balde no qual ela caiu acumulava a água que sai da máquina de lavar. A Polícia Militar foi chamada e prestou os primeiros socorros para a criança. Em seguida, ela foi socorrida pelos médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A criança continua internada na UPA e deve passar por exames nesta segunda-feira (27).

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Mato Grosso

Diretor do Sindipetróleo confirma que Governo falou a verdade sobre preço do etanol

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O diretor-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo), Nelson Soares Junior, confirmou que o Governo do Estado não é o responsável pelo aumento do preço do etanol em Mato Grosso.

Em artigo publicado no último sábado (25), o sindicalista explicou que a elevação dos preços não é um fenômeno causado por um único motivo e que a situação tem ocorrido em pelo menos 23 estados do país. Em Mato Grosso, o preço médio do litro subiu de R$ 2,91 em dezembro de 2019 para R$ 3,20 em janeiro deste ano.

De acordo com Nelson, os aumentos decorreram de “diferentes fatores”, entre eles a elevação de cerca de R$ 500 no preço do metro cúbico da cana-de-açúcar em razão do fim da safra e a diminuição dos estoques de etanol, “provocada pela manutenção da alta demanda, decorrente do aquecimento da economia nacional, notadamente no setor de consumo”.

Outro motivo, segundo o dirigente, é que a Petrobras anunciou aumentos no valor da gasolina e no diesel, fato que causou um “efeito cascata” nos demais produtos, incluindo o etanol.

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“Por estas razões, desde o início de dezembro de 2019, as distribuidoras aumentaram diversas vezes o valor do combustível, sendo esta a principal razão dos sucessivos aumentos noticiados nos postos a partir de então”, disse.

Nelson Junior afirmou que a legislação que reduziu os incentivos fiscais e passou a vigorar neste ano teve impacto no preço, mas reforçou que o dado divulgado pelo Governo do Estado “está correto”. Ou seja, que a redução do incentivo, por si só, poderia acrescer no máximo seis centavos no preço final.

“Em relação aos postos revendedores, tratando-se de empresas, que possuem inúmeros custos para a manutenção da sua atividade econômica, cada revendedor tem a sua realidade econômica e contábil, que inevitavelmente reflete nos preços de seus produtos”, relatou.

Segundo o diretor do Sindipetróleo, também pesou no preço as despesas extraordinárias dos postos de combustível, “tais como, décimo terceiro e demais encargos trabalhistas e previdenciários dos colaboradores, taxas dos órgãos de fiscalização periódica, tributos decorrentes da atividade econômica, dentre outros, que devem ser custeadas pela renda auferida com a venda dos produtos”.

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É importante destacar que, apesar da redução do incentivo fiscal, Mato Grosso é o 2º estado com a melhor alíquota do país para o etanol.

“Todos esses aspectos convergem para o aumento no preço médio de venda do etanol em Mato Grosso, que, apesar disso, se mantém entre os estados com o etanol mais barato do país, mantendo a competitividade em relação à gasolina”, disse Nelson Junior.

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