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“Governador tem um bom problema nas mãos para resolver”

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Cotado como um dos possíveis nomes para a disputa à Prefeitura de Cuiabá, em outubro deste ano, o secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo (PSB) disse que os resultados positivos de sua gestão à frente da pasta podem levar o governador Mauro Mendes (DEM) a ficar diante de um impasse.

Isso porque, segundo ele, o democrata terá que analisar entre manter a continuidade do trabalho desenvolvido no último ano na Pasta ou escolher um candidato com condições de ganhar o comando da Capital e levar as mesmas condições à Saúde do Município.

Se tivermos no grupo alguém com condições de representar bem Cuiabá, sem necessidade de mexer no comando da Secretaria de Saúde também é um ponto para ser analisado. O governador tem um bom problema nas mãos para descascar
“Se isso é bom ou ruim, depende do ponto de vista que quisermos analisar. Se for pela área do conforto ao Governo, no sentido de não mexer numa área que se diz estar indo bem, não seria conveniente mexer na pasta. Mas, há o lado do alinhamento, um estreitamento da relação do governante da Capital com o do Estado que traria vantagens muito grandes para Cuiabá na área da Saúde”, disse.

“Acredito que essa deve ser a análise que o Governo vá fazer. Se tivermos no grupo alguém com condições de representar bem Cuiabá, sem necessidade de mexer no comando da Secretaria de Saúde também é um ponto para ser analisado. O governador tem um bom problema nas mãos para descascar”, emendou.

As declarações foram dadas na manhã desta terça-feira (11), em entrevista à Rádio Capital FM.

Na ocasião, o secretário disse que, ao menos até março, suas atenções estarão voltadas ao trabalho na Secretaria. Só a partir de então é que devem ser iniciadas as conversas em torno da disputa eleitoral.

Até porque, esse é o prazo que o DEM definiu para anunciar o nome de quem irá enfrentar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que deve sair à reeleição.

“Neste momento, estou em campanha contra o mosquito da dengue, em campanha pela vacinação contra o sarampo, influenza. Neste momento, o foco específico é atuar na área da Saúde”, afirmou.

“Em março tem uma decisão e a daí talvez a gente tem que abrir os olhos para outras atividades políticas. Muito provavelmente devo transferir minha filiação ao DEM, quando teremos a janela partidária. Vou aguardar essa decisão. Mas tenho certeza que o DEM, o Governo do Estado tem um portfólio de candidatos à altura para poder representar bem a agremiação na disputa na Capital”, completou.

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Governo diz que reduziu R$ 30 milhões em gastos com locação de veículos

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Auditoria preliminar realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) detectou a redução de R$ 32 milhões nas despesas do Governo de Mato Grosso com locação de veículos nos últimos dois anos.

Segundo o balanço, os gastos com locação de automóveis saíram de R$ 94 milhões, na Gestão Pedro Taques em 2018, para R$ 62,9 milhões, já na gestão do governador Mauro Mendes (DEM), em 2019.

O montante financeiro despendido em 2019 para este elemento de despesa interrompeu a curva ascendente de gastos com locação entre os anos de 2015 e 2018.

Nos últimos cinco anos, foram empregados R$ 358.130.769,30 com locação de veículos.

 

 

Apesar da suspensão na sequência de crescimento, a CGE está realizando auditoria neste tipo de despesa com o objetivo de verificar a necessidade dos serviços, a compatibilidade dos preços contratados com os praticados por outros órgãos da administração pública, a entrega e disponibilização dos veículos de acordo com as previsões contratuais e a realização de estudo sobre a vantagem da terceirização da frota.

O trabalho estava previsto no planejamento de auditoria da CGE para o ano de 2020 e coincidiu com demanda do governador de Mato Grosso para análise da despesa, no contexto da busca por oportunidades de redução de gastos administrativos sem comprometer o funcionamento da máquina pública.

“Esta auditoria objetiva agregar valor à gestão estadual por meio de recomendações de aperfeiçoamento do processo de gerenciamento de riscos e de controles internos na locação de veículos”, destaca o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida.

Planejamento

Antes da execução da auditoria, na fase do planejamento, foram realizados levantamentos preliminares de relatórios de auditorias já produzidos nos últimos anos acerca do tema pela própria CGE, pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Também foram realizadas entrevistas preliminares com servidores da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), órgão central responsável pelo serviço de transporte no Poder Executivo Estadual, e com servidores de outras secretarias. Além disso, para selecionar os contratos objetos da auditoria, a CGE utilizou os dados e as informações dos sistemas de abastecimento do Estado.

Amostra

Na auditoria, estão em análise os contratos de locação vigentes até 31/01/2020 em 13 órgãos e entidades estaduais, que, juntos, têm uma frota locada de 515 veículos, sendo que aproximadamente 39,67% deles são de contratos da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

No trabalho, foram excluídos da análise os contratos de locação de veículos utilizados como viaturas policiais, devido à particularidade do objeto.

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TSE mantém eleições para prefeito e vereador em outubro

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Pré-candidatos a prefeitos em todos os municípios do país podem começar a preparar suas campanhas porque as eleições de outubro não serão canceladas ou adiadas.

O ministro Luis Roberto Barroso disse nesta segunda-feira que a “posição comum” no Supremo Tribunal Eleitoral (STE) manter o pleito para o mês de outubro.

“Consideramos que eleições são rito vital para a democracia e nós não gostaríamos de adiá-las. Para modificar a data, o Congresso deve (atuar), porque depende de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A posição de comum acordo dos ministros do TSE é de evitar qualquer tipo de prorrogação de mandatos”, disse Barroso durante o Congresso de Democracia e Direito Eleitoral. As informações são do Estadão.

Se for “impossível materialmente” realizar as eleições, uma prorrogação de mandatos pelo “prazo mínimo” pode ser uma saída, disse o ministro. A manutenção dos atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos, para que as eleições municipais coincidam com as eleições gerais, em 2022, foi descartada.

“O preceito democrático prevê eleitos por quatro anos e a população tem direito de se manifestar pela recondução, ou não. A periodicidade das eleições e possibilidade de alternância de poder são compromissos da democracia”, afirmou Barroso.

Na avaliação de Barroso, a coincidência das eleições em 2022 traria confusão entre eleitores e poderia prejudicar candidatos. “O debate nacional é diferente do debate localizado e alguém vai perder se esse debate for sobreposto.”

Além disso, a possível escolha de sete candidatos poderia trazer um “inferno gerencial” para a própria Corte eleitoral, na avaliação de Barroso. “Nós estimamos 750 mil candidatos nas eleições de 2020. Se somarmos aos milhares de candidatos (previstos para 2022), estaremos criando dificuldade grande”, afirmou o ministro do TSE.

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