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Agronegócio

JBS abre mais de 80 vagas em quatro municípios de Mato Grosso

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A JBS anunciou a abertura de 81 vagas de trabalho no estado de Mato Grosso, para as unidades de Alta Floresta, Araputanga, Barra do Garças e Confresa. Além de oportunidades para atuar nas linhas de produção, em funções que não exigem experiência, também há vagas para eletricista industrial e supervisor de produção. Pessoas com necessidades especiais também podem participar das seleções.

Confira as oportunidades disponíveis em cada região e como fazer para se candidatar:

Alta Floresta

1.    Supervisor de Produção (abate e desossa): Necessário ter Ensino Médio completo e experiência comprovada em Carteira de Trabalho em empresas do setor. Há 2 vagas disponíveis para a função.

2.    Operador de produção: Não é necessário ter experiência na área para se candidatar. Ao todo, são 17 vagas disponíveis.

3.    Vagas para pessoas com deficiência: a unidade disponibiliza 10 vagas para diversas atuar em funções.

Triagem: Preenchimento de cadastro até o dia 29/11, das 6h às 15h, na unidade. Endereço: Rodovia MT 208, KM 150, s/nº, Zona Rural, Alta Floresta (MT). Mais informações: (66) 3512-7529 / 3512-7515 e pelo e-mail vanessa.peraro@friboi.com.br.

Araputanga

1.    Operador de produção: Não é necessário ter experiência na área para se candidatar. Ao todo, são 20 vagas disponíveis, e pessoas com deficiência podem se candidatar.

Triagem: Preenchimento de cadastro no Centro de Referência da Assistência Social – CRAS, de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Endereço: Rua Horácio Alcântara de Carvalho, 798, Centro, Araputanga (MT). Mais informações: (65) 3211-2031. Quem mora em São José dos Quatro Marcos e tem interesse em participar da seleção deve enviar currículo para o e-mail:  recrutamento.ara@friboi.com.br.

Barra do Garças (JBS Couros)

1.    Ajudante de produção: Não é necessário ter experiência na área para se candidatar, mas é preciso ter disponibilidade de horário. Ao todo, são 7 vagas disponíveis.

Triagem: Preenchimento de cadastro de segunda a sexta-feira, das 6h às 22h, na unidade da JBS Couros em Barra do Garças (endereço: BR 070, KM 12,5, Zona Rural, Barra do Garças), ou no SINE, em horário comercial (Endereço: Travessa Voluntários da Pátria – Centro). Mais informações: (66) 3402-3400.

Barra do Garças (Friboi)

1.    Faqueiro e serrador de abate: Os candidatos devem ter experiência na função que desejarem se candidatar. Ao todo, são 3 vagas disponíveis.

Triagem: Envio de currículo para o e-mail raiane.porto@friboi.com.br. Mais informações: (66) 3402-2968.

Confresa

1.    Eletricista industrial: Para se candidatar, os interessados devem ter curso de eletricista industrial de no mínimo 200 horas; curso de NR 10 ( segurança em instalações e serviços em eletricidade); e CEP (curso de formação de eletricista de instalações industriais). Também é necessário ter Ensino Médio completo, experiência na função e disponibilidade para residir em Confresa.

Triagem: Inscrições até o dia 29/11, por meio do site vagas.com.br, ou envio de currículo para o e-mail cleiton.oliveira@friboi.com.br ou jacelia.costa@friboi.com.br.

2.    Operador de produção: Não é necessário ter experiência na área para se candidatar. Ao todo, são 30 vagas disponíveis e pessoas com deficiência podem se candidatar.

Triagem: Retirada de fichas para preenchimento no SINE, às segundas e sextas-feiras, em horário comercial. Endereço: Rua Mato Grosso, 95, Centro, Confresa (MT). Mais informações: (66) 3564-232.

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Agronegócio

Conflito entre EUA e Irã preocupa produtores rurais de MT

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A relação comercial entre Mato Grosso e Irã é antiga e importante. De janeiro a novembro de 2019 o país pagou mais de U$ 700 milhões pelos produtos daqui. Carne bovina foi um deles, já que o Irã é o terceiro maior comprador.

Conforme Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), o Irã ganhou representatividade para o mercado mato-grossense devido ao volume da exportação.

“Não há mercado que não seja importante. O Irã ganha uma importância pelo volume que tem levado nos últimos anos. Então é importante que possamos até ampliá-lo. Qualquer conflito internacional tem um peso na economia e para nós do setor da carne um peso muito direto, muito imediato”, afirmou.

A preocupação é causada pela tensão no Oriente Médio, que aumentou depois dos ataques entre Estados Unidos e Irã nos últimos dias. Em MT quem analisa o mercado de commodities e tudo que possa impactar nele ficou em alerta para possíveis reflexos, tanto nas exportações quanto nas importações do Irã.

O petróleo é o principal produto do país do Oriente Médio e os combustíveis são essenciais para o funcionamento do agronegócio.

Segundo o gestor técnico do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, a atenção deve ser para o milho. O país é o segundo maior consumidor do Brasil e o quarto maior do estado. O interesse também está no que volta de lá, já que o Irã tem o menor preço de um insumo muito usado na produção do cereal, a ureia.

Apesar do apoio aos Estados Unidos logo apos o ataque norte-americano, um dia depois o presidente Jair Bolsonaro se posicionou de forma mais neutra, o que para representantes do agronegócio é a melhor opção para manter os caminhos abertos e desenvolvimento do setor no estado.

“Que o nosso país possa, como sempre fez, estar em um caminho de apaziguar e não de pôr lenha na fogueira e que possamos ter isso resolvido quanto antes para que economia não sofra”, disse Paulo Bellincanta.

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Agronegócio

Foco de ferrugem asiática é detectado em lavoura de soja em MT

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Um foco de ferrugem asiática foi detectado em propriedade rural de uma região conhecida como Chapadão do Rio Verde, zona rural de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) está acompanhando o caso.

De acordo com o gerente da propriedade, a doença foi identificada apenas em uma planta. Dessa maneira, o diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber, explica que este pode ser um caso isolado e que ainda não implica perdas significativas na lavoura.

Entretanto, segundo ele, a Aprosoja vai acompanhar se há evolução da doença.

“Vamos visitar a fazenda para verificar se houve proliferação. Mas, por enquanto, não há motivo para pânico. Além disso, hoje em dia, temos tecnologia para combater a ferrugem sem grandes perdas. O produtor que fez as aplicações corretamente pode ficar tranquilo”, afirmou Beber.

Ele Ressaltou ainda que este não é um motivo fazer aplicações desnecessárias na lavoura. “Quem já fez as aplicações preventivas e está acompanhando a lavoura não deve ser prejudicado pela incidência da ferrugem”, explicou.

Beber destacou que as percas poderiam ocorrer se a doença tivesse sido detectada antes no período reprodutivo da planta, ou seja, da formação dos grãos. Entretanto, a primeira aplicação de fungicida deve ter sido feita antes desta fase.

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