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Juiz arquiva inquérito sobre R$ 14 milhões “escondidos” em motel

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O juiz eleitoral Geraldo Fidelis determinou o arquivamento de um inquérito policial que investigava a suposta distribuição de dinheiro a cabos eleitorais em uma suíte de um motel de Cuiabá visando a compra de votos na eleição do ano passado.

 

A decisão é do dia 30 de outubro.

 

A investigação foi aberta pela Polícia Federal no ano passado após uma denúncia anônima, em que um dos alvos da Operação Sangria teria dito que pelo menos R$ 14 milhões desviados do esquema teriam sido escondidos no motel, para uso em campanhas eleitorais de pelo menos dez candidatos em 2018.

 

A operação desbaratou um esquema de fraudes em licitações e contratos das empresas Proclin, Qualycare e Prox Participações, firmados com o Município de Cuiabá e o Estado.

Na época foi mencionado que o dinheiro era deixado em uma suíte de um motel na Avenida Beira Rio. Mas, conforme a denúncia anônima, o motel, na verdade, seria o Álibi, situado na Avenida República do Libano.

 

No documento, o juiz citou que a PF informou que a comprovação do ilícito penal “revela-se extremamente difícil”.

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“Em análise do feito vê-se que a autoridade Policial despontou que passado o momento oportuno de se angariar elementos de convicção a comprovação do ilícito penal revela-se extremamente difícil, e concluiu não vislumbrar novas diligências para caso em epígrafe”, diz trecho a decisão de Fidelis, que atua na 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá.

 

O Ministério Público Federal (MPF) também se manifestou pelo arquivamento dos autos.

 

“Instado a opinar, o representante do Ministério Público Eleitoral, titular da ação penal, manifestou pelo arquivamento dos autos em razão de não haver justa causa para o prosseguimento do inquérito policial, não havendo diligências viáveis, dentro do regramento constitucional e legal, que fundamentem a continuidade das investigações”, diz outro trecho da decisão.

 

“Assim, sem maiores delongas, razão assiste ao representante do Parquet, e, em consonância coma cota ministerial, face a ausência de elementos suficientes que indiquem a ocorrência de crime, determino o arquivamento do feito”, determinou o juiz.

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Barbudo deve anunciar candidatura após TSE publicar acórdão

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O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) deve oficializar sua pré-candidatura ao Senado, na eleição suplementar que ocorrerá em Mato Grosso em 2020, assim que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicar a decisão que cassou o mandato da senadora Selma Arruda (Podemos).

Segundo apurou a reportagem, Barbudo acredita ter viabilidade eleitoral suficiente para concorrer ao cargo. Na eleição de 2018, ele foi o candidato a federal mais votado no Estado, com 126.249 votos.

“Ele vai colocar o nome, mas só fará isso quando houver o acórdão. Ele tem sido coerente desde o início em não falar disso sem que haja a vaga”, disse uma fonte ouvida pela reportagem.

Dentro do PSL, entretanto, Barbudo pode ter duas frentes de resistências. Além dele, o deputado estadual Claudinei Lopes afirmou ter a intenção de concorrer ao cargo caso consiga o apoio que julga necessário.

“Eu não descarto. É uma possibilidade. Se a gente tiver apoio dos colegas, não só do PSL, mas de outros que estamos sempre em contato”, disse ao MidiaNews.

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Já outro empecilho é se o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar, irá ou não interferir na escolha do nome do partido para a disputa.

Isso porque, tanto Barbudo quanto Claudinei já anunciaram que irão seguir o presidente Jair Bolsonaro para o partido Aliança pelo Brasil, assim que este for criado.

Com isso, o temor é que Bivar retalhe ambos no Estado e escolha um nome que ficará no PSL.

A reportagem tentou contato com Barbudo e com Bivar, mas ambos não atenderam as chamadas em seus celulares.

A cassação

Selma e seus suplentes Gilberto Eglair Possamai e Clérie Fabiana Mendes foram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) em abril deste ano por omitir despesas na ordem de R$ 1,2 milhão durante a pré-campanha e campanha de 2018, o que configura caixa 2 e abuso de poder econômico.

Os gastos foram identificados na contratação da KGM, empresa de pesquisa eleitoral, e a Genius Publicidade.

Na noite de terça-feira (10), o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a cassação, por 6 votos a 1.

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Os ministros também decretaram a inelegibilidade de Selma e seus suplentes por um prazo de oito anos, além da realização de novas eleições em Mato Grosso.

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MPE faz leilão e veículos podem ser arrematados por R$ 499

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Conforme informações do MPE, o leilão será presencial e os lances serão dados a partir das 9h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. Servidores do órgão não poderão participar das ofertas.

 

A lista de veículos inclui 1 Celta (2006/2007), 1 Corsa Sedan Classic (2009/2010), 1 Hilux SW4 (2006/2006), 1 Celta (2006/2007), 1 Ranger XL (2004/2005), 2 Uno Mille (2005/2005 e 2010/2011), 13 Honda CG 125, 4 Honda NXR 150, e 10 Yamaha YBR 125.

Quem quiser ver os veículos deve fazer agendamento na Gerência de Manutenção e Transportes, nos telefones (65) 3613-1624 / 5227.

 

O edital com a descrição dos produtos e valores de avaliação podem ser consultados no edital no site do MPE.  (Com informações da assessoria)

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