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Máscaras de tecido devem ser trocadas sempre que apresentarem desgastes ou defeitos

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O uso de máscaras é obrigatório em todo estado de Mato Grosso, conforme Lei 11.110 de 22 de abril de 2020, como forma de combate ao novo coronavírus. O seu uso diário pode acabar desgastando o ítem a ponto de ele perder sua função de proteger. Desta forma, o descarte e a substituição são fundamentais para ajudar no controle da transmissão doença.

O médico auditor do Mato Grosso Saúde, Dr. Joaquim Spadoni, orienta que, o momento ideal para a troca das máscaras é quando a máscara apresentar qualquer tipo de defeito, seja o tecido que ficou fino e desgastado, sejam as alças que perderam a sua função elástica, ou se apresentarem furos ou outros danos, elas precisam ser trocadas.

A melhor forma de realizar o descarte da máscara, segundo o médico, é, primeiramente, higienizá-las corretamente, colocá-las em um saco plástico e então realizar o descarte no lixo comum.

“O ato da limpeza da máscara antes do descarte é importante para evitar a transmissão do Covid-19 aos trabalhadores de coleta de lixo, catadores e até mesmo dos que trabalham nos lixões”, reforça.

Quanto ao melhor material, Spadoni informa que é preferível o uso de tecidos 100% algodão e em três camadas, como também recomenda a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e evitar materiais sintéticos.

“Existem muitos estudos sobre a quantidade de camadas, pois há uma questão entre a efetividade (ato de proteção) e a respirabilidade (capacidade do ar passar pelo tecido): quando mais fechada a trama do tecido mais efetiva a máscara será, porém, pode ficar mais difícil para respirar através dela. Os testes mostraram que o algodão puro (de camisa, fronhas, lençóis) é o melhor tecido. Já o tecido de algodão grosso, como o brim, pode ser usado em duas camadas pela sua espessura”, esclarece.

Já sobre as máscaras de Tecido Não Tecido, popularmente conhecida como TNT, a orientação da Anvisa é que elas não sejam lavadas e reutilizadas. Mas, de acordo com o dr. Joaquim Spadoni, os materiais sintéticos apresentam muitas variações em suas estruturas e o melhor a se fazer é seguir as recomendações dos produtores.

Vale lembrar

As máscaras devem ser trocadas sempre que ficarem úmidas ou a cada quatro horas. Isso garantirá uma boa filtragem do ar.

“Sempre leve dois sacos plásticos, um para transportar as máscaras limpas, e um saco extra para as sujas e contaminadas. A limpeza pode ser feita, normalmente, com água e sabão”, ressalta o doutor Spadoni.

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França espera vacinas contra covid-19 no fim do ano ou início de 2021

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Vacinas para o novo coronavírus podem estar disponíveis na França entre o final de 2020 e o início de 2021, disse o ministro da Saúde, Olivier Veran, em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (27) sobre a pandemia.

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, disse também hoje que o governo do país tem de se mover rapidamente para conter uma nova onda de covid-19. Ele afirmou que houve um salto no patamar de reprodução do vírus, com as infecções aumentando na região de Paris e entre os jovens.

No início deste mês, o premiê havia dito que a disseminação do novo coronavírus novamente pela França pode se tornar mais difícil de ser controlada caso não haja um esforço coletivo. “Se não agirmos coletivamente, vamos nos expor ao risco elevado de que a nova onda da epidemia se torne difícil de ser controlada”, disse Castex durante visita a um hospital no Sul da França.

Ele alertou que a população está se descuidando em relação à doença.

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China encontra traços de Covid em asas de frango importadas do Brasil

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NOTÍCIAS AO MINUTO

Traços do novo coronavírus foram encontrados em asas de frango importadas do Brasil, na cidade de Shenzhen, no sul da China, noticiou nesta quinta-feira (13) um jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC).

Os traços foram detectados na superfície de uma amostra, após a realização de testes de ácido nucleico, indicou o jornal em língua inglesa Global Times, que citou o Centro de Prevenção e Controle de Doenças de Shenzhen, cidade adjacente a Hong Kong.

Todo o pessoal das alfândegas que entrou em contacto com as asas de frango oriundas do Brasil foi submetido a testes, que deram negativo, acrescentou o jornal.

Os lotes do produto contaminado que tinham sido já comercializados foram, entretanto, encontrados e confiscados pelas autoridades.

Esta semana, as autoridades chinesas disseram terem encontrado traços do novo coronavírus na superfície de outros produtos importados congelados, incluindo camarões oriundos do Equador, na província de Anhui, no leste da China.

A Comissão de Saúde de Shenzhen recomendou aos consumidores que sejam cautelosos, ao comprarem carnes e frutos do mar importados, e tomem “precauções, para reduzirem o risco de infecção”.

Em 10 de julho passado, Pequim suspendeu as importações de camarão branco congelado de três empresas do Equador, depois de ter encontrado vestígios do vírus nas embalagens, informou a Administração Geral das Alfândegas do país.

A China é o principal destino das exportações brasileiras, representando mais de 27% das vendas do Brasil ao exterior, uma fatia mais de duas vezes superior à do segundo maior mercado, os Estados Unidos.

Em 2019, Brasília exportou para Pequim produtos no valor de 79 mil milhões de dólares, mais 2,76% do que nos meses de janeiro a dezembro de 2018, com o Brasil a adquirir à China bens no valor de 35,47 mil milhões de dólares, uma diminuição de 5,18%.

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