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Economia

Mato Grosso gera mais de 1,7 mil vagas de empregos; 2º mês seguido com saldo positivo

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Mato Grosso teve novo saldo positivo na geração de empregos. No mês passado, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas, há pouco, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, as empresas e indústrias de todos os segmentos comerciais geraram 1.755 vagas a mais, resultado de 33.046 trabalhadores contratados e 31.291 demitidos. Em abril, o resultado também foi positivo ao abrir 2.106 vagas a mais.

Só Notícias constatou ainda que em abril, o comércio liderou na geração de empregos. Foram abertas 472 vaga a mais, resultado de 9.675 contratações e 9.203 demissões. O segundo melhor resultado ocorreu na indústria de transformação ao abrir 465 vagas a mais, saldo de 4.315 contratos formalizados e 3.850 finalizados.

Na sequência, aparece a construção civil, que gerou 387 vagas a mais, resultado de 3.325 trabalhadores contratados e 2.938 mandado embora. O setor de serviços também teve bom desempenho ao abrir 376 vaga a mais, resultado de 9.250 contratações e 8.874 demissões.

O extrativismo mineral gerou 58 postos de trabalho a mais, resultado de 163 contrações e 105 demissões. Os serviços industriais de utilidade pública abriram 8 vagas a mais.

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Por outro lado, foram fechadas 10 vagas a mais no setor da agropecuária. Foram 6.114 demissões e 6.104 contrações. Já a administração pública demitiu uma pessoa.

Ainda de acordo com o Caged, com esse resultado, Mato Grosso gerou nos últimos 12 meses 21.597 empregos formais, resultado de 395.345 admissões e 373.748 demissões. Em um ano foram criadas 13.105 vagas a mais, saldo de 174.225 contatos formalizados e 161.120 encerrados.

Só Notícias/Cleber Romero (foto: Lenine Martins/arquivo)

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Economia

Preço da carne bovina dispara

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Consumo de carne custa mais caro aos mato-grossenses. Escalada de preços é generalizada e liderada pela carne bovina. No maior centro consumidor do Estado, a proteína animal custa, em média, R$ 25,52 (kg). O valor apurado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nos açougues de Cuiabá está 16,8% mais alto que a média verificada em novembro do ano passado. Na comparação com outubro deste ano, o produto subiu 3%. Enquanto em novembro de 2018, a carne bovina custava, em média, R$ 21,84, passando para R$ 25,52 (kg) no mês passado. Em outubro, o preço médio ficou em 24,76 (kg).

 

No varejo, as maiores altas acumuladas em 12 meses foram observadas nos preços da picanha (39,4%), capa de filé (25,5%) e fraldinha (20,1%). De outubro para novembro, os cortes que incorporaram as majorações mais expressivas foram coxão duro (5,7%) e costela (5,5%). Todos os cortes ficaram mais caros no atacado, aponta o Imea.

 

Pelos cálculos do varejista Daniel Alves de Souza, a carne bovina encareceu 17%, em média, nos últimos 30 dias em Cuiabá. Tendência é repetir até o Natal a variação mensal acumulada, relata. “Eu pagava R$ 172 pela arroba, no começo de outubro. Subiu para R$ 202 neste mês e o frigorífico que me entrega falou que a partir de dezembro vai para R$ 240 a arroba”, expõe. Ao comerciante, fornecedores informam que a disponibilidade de bovinos para abate diminuiu em Mato Grosso. “Muitos pecuaristas estão evitando vender esperando o valor (da arroba do boi) aumentar mais”.

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Na região de Cuiabá e Várzea Grande, o suprimento fica ainda mais comprometido com a interrupção nos abates por uma indústria local, complementa. “Tenho 4 fornecedores, mas só estou conseguindo comprar de um. Os açougues em geral estão com dificuldade para comprar”. A oferta da proteína animal é impactada, ainda, pelo avanço nas exportações combinado com o aumento sazonal no mercado interno, nesta época do ano.

 

O churrasco está “mais salgado”, confirma o empresário João Abel Oliveira Mendes. “Notei um pequeno aumento na semana passada. Comprei somente carne bovina, porque não consumo frango nem carne suína”, expõe. Souza afirma que os preços do suíno e do frango acompanharam a alta na cotação da carne bovina. Principal influenciador do aumento generalizado é a migração do consumo da carne bovina para as demais opções, afirma o comerciante.

 

Presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Paulo Bellincanta, afirma que a majoração de preços da carne bovina resulta de uma combinação de fatores. O principal deles, porém, é a recuperação de preços da pecuária de corte, que ficaram depreciados nos últimos 5 anos. “Essa correção veio com uma pequena inflação, somada ano a ano. Os produtos estão em patamares reajustados, mas nada mais é do que um alinhamento de preços do setor, que ficaram muito tempo estagnados”, justifica.

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Com base na sustentação das exportações e no consumo aquecido no mercado interno até o fim do ano, Bellincanta duvida que os preços recuem. Pelo contrário. Poderão subir ainda. “Mas, o mercado irá se nivelar, ele se autorregula”, prevê. O presidente do Sindifrigo lembra que a oferta de bovinos para o abate foi menor este ano. Apesar do rebanho bovino ter aumentado, a demanda por carne também expandiu. “O dólar valorizado possibilita exportação maior”, exemplifica. Ele acrescenta, ainda, que a produção na pecuária de corte exige um ciclo mais longo que a suinocultura e avicultura. “A cada dois anos e meio a pecuária tem esses períodos de aumento ou baixa na oferta, conforme o volume de abate de fêmeas. Para ter um suíno pronto para abate são 90 dias e para o frango, o período é ainda menor, de 45 dias”, compara.

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Economia

Azul quer operar voo entre MT e Bolívia

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governador Mauro Mendes recebeu a visita do fundador da Companhia Aérea Azul, David Neeleman, na manhã desta segunda-feira (18.11), no Palácio Paiaguás. Entre os assuntos tratados com o presidente, estão os projetos de expansão e a importância do Estado para a companhia.

“Cuiabá é muito importante para a Azul, há 30 voos por dia que saem daqui para outros Estados. A gente quer crescer e fazer mais por esse Estado, que é um dos mais importantes para a Azul”, afirmou Neeleman.

Na pauta da conversa também foi tratado do interesse da empresa em disponibilizar um voo direto de Cuiabá para a cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A liberação desse voo não depende apenas da vontade da companhia e do Estado, mas do cumprimento de trâmites legais.

“Estamos também esperando que a Receita Federal e a nossa concessionária liberem os trâmites finais para que possamos inaugurar o voo Cuiabá até a cidade de Santa Cruz de La Sierra, que é uma importante ligação para a América Latina”, explicou Mauro Mendes.

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O governador aproveitou a visita para reivindicar ao presidente da Azul que, após se tornar realidade essa rota, também sejam disponibilizados outros voos partindo de Cuiabá para o exterior.

Internacionalização

Desde que a atual gestão assumiu o governo, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, comandada pelo secretário César Miranda, vem cumprindo uma série de agendas para destravar as pendências e tornar o Aeroporto Marechal Rondon apto para receber voos internacionais.

As obras físicas para receber os voos internacionais já foram concluídas e receberam aval do Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Polícia Federal.

Contudo, ainda existe um impasse com a Receita Federal. O primeiro projeto encaminhado e que foi construído previa um espaço físico de 51 metros quadrados para atender o órgão.

Agora, segundo a Receita Federal, esse espaço já não atenderia mais os requisitos e há solicitação de uma nova obra de 180 metros quadrados.

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