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Política Nacional

Medeiros: fizeram ‘fake news’ para retirar apoio de Bolsonaro

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O candidato a senador José Medeiros (Podemos) afirmou ter perdido o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no pleito extemporâneo por conta de “fake news”.

 

Inicialmente, o presidente havia dito publicamente que apoiaria Medeiros na eleição em Mato Grosso. Ocorre que Bolsonaro articulou um espaço no Patriota e lançou a tenente-coronel PM Rúbia Fernanda de Oliveira Santos.

 

Sem citar nomes, Medeiros revelou que seus adversários levaram ao presidente “falsas informações” sobre a sua suplente na Câmara Federal, Gisela Simona (Pros), informando que ela seria uma política radical e extrema esquerda. Neste pleito, Gisela também é candidata ao Senado.

 

“Começaram a aterrorizar e levaram ao presidente da República: se o senhor apoiar o Medeiros, a suplente dele que vai assumir aqui [Câmara Federal] é uma Maria do Rosário [deputada federal oposicionista ao Governo Bolsonaro], ela é de extrema esquerda. Uma fake news, uma mentira”, disse.

 

“A Gisela Simona é uma espécie de Celso Russomanno de saias, trabalha com direito do consumidor e ela é do Pros. Se fosse essa de esquerda, seria uma candidata de esquerda, mas os candidatos de esquerda estão apoiando nossos adversários e os outros dois têm candidaturas postas”, completou.

 

Medeiros, entretanto, minimizou a perda de apoio. Disse que nunca pediu nada em troca ao presidente

 

“Não vou entrar em intriga e ninguém vai me colocar contra esse projeto que trabalhei. Isso é irrelevante. Bolsonaro foi esfaqueado, vilipendiado, xingado, por esses mesmos agora que tentam fazer intriga entre eu e ele”, afirmou

 

“Quando eu apoiei Bolsonaro não foi querendo algo em troca e me sinto apoiado por ele, quando Bolsonaro nos representa quando acaba com a roubalheira”, disse.

 

Chapa pura

 

A chapa de Medeiros conta com o vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro (primeira suplência) e a coronel da Polícia Militar, Zózima Dias dos Santos (segunda suplente).

 

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Política Nacional

Bolsonaro entrega títulos de propriedade rural em Mato Grosso

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Agência Brasil 

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (18) da cerimônia de entrega de 1.665 títulos de propriedade para produtores rurais em Mato Grosso. O evento aconteceu em Sorriso, município do norte do estado. “O nosso trabalho é fazer o bem da população e trazer segurança para o nosso povo”, disse o presidente sobre o reconhecimento das propriedades.

Em seu discurso, Bolsonaro também destacou a importância do agronegócio para o país e da continuidade das atividades do setor, mesmo durante a pandemia da covid-19. “O agronegócio, em grande parte, evitou que o Brasil entrasse em um colapso econômico e nos deu segurança alimentar”, disse.

De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo Filho, o governo Bolsonaro já entregou mais de 70 mil instrumentos titulatórios no país. Em Mato Grosso, já são 2,2 mil. “Hoje, estamos permitindo que esses produtores possam, de fato, passar a serem donos do seu pedaço de Brasil”, disse.

O secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Nabhan Garcia, destacou que o próprio Estado brasileiro incentivou a ocupação da Região Norte do país para o agronegócio, e lembrou do lema Integrar para não Entregar, utilizado durante o regime militar para estimular a colonização da Amazônia. Apesar de ser um estado da Região Centro-Oeste, o Mato Grosso faz parte da Amazônia Legal.

Mesmo com a onda migratória, muitas terras ainda pertencem à União e aos estados.

Ainda em Sorriso, Bolsonaro fez o lançamento simbólico do início do plantio de soja na região.

Pela manhã, Bolsonaro esteve em Sinop, também em Mato Grosso, a apenas 80 quilômetros de Sorriso, onde foi homenageado por representantes do agronegócio.

O presidente contou que, ao chegar em Sinop, por causa da fumaça das queimadas que atingem a região, o avião precisou arremeter na primeira tentativa de pouso. “É a segunda vez que acontece isso na minha vida, uma vez foi no Rio de Janeiro, e, obviamente, sempre é algo anormal acontecendo. No caso, é que a visibilidade que não estava muito boa. Para nossa felicidade, na segunda vez conseguimos pousar”, disse.

Bolsonaro retorna para Brasília ainda nesta tarde.

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Política Nacional

Processo de impeachment de Witzel é publicado no DO da Alerj

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Agência Brasil 

Foi publicado hoje (18) no Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) o projeto de resolução que autoriza o processo por crime de responsabilidade contra o governador afastado Wilson Witzel.

Ontem (17), a comissão especial que analisa o pedido de impeachment de Witzel na Alerj aprovou, por 24 votos a 0, o parecer do relator, deputado Rodrigo Bacellar (SDD), pela continuidade do processo de afastamento.

Bacellar afirmou, em seu relatório, que há fortes indícios de que o governador afastado tenha cometido crime de responsabilidade por meio do recebimento de vantagens indevidas. Witzel é acusado de participação em um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao combate à pandemia da covid-19 no estado do Rio de Janeiro. Ele foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O texto segue agora para votação em plenário, onde pode receber emendas. A votação poderá levar mais de uma sessão.

Para ser aprovado, o texto precisará do quórum qualificado de dois terços dos 70 parlamentares, ou 47 deputados. Caso a decisão da Casa seja pela aceitação da denúncia, será formado um tribunal misto composto por deputados e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado (TJRJ).

Ontem (17), no Twitter, Witzel disse ter recebido “com respeito e tranquilidade” a decisão da comissão da Alerj. Ele informou que, além da defesa por escrito, antes da votação em plenário fará sua defesa presencial para demonstrar que não cometeu crime de responsabilidade. Ele também afirmou ter confiança em um julgamento justo.

“Combati o crime organizado e a corrupção, que tentou se instalar no meu governo. Eu determinei a investigação dos contratos da saúde e afastei os suspeitos. O linchamento político do qual tenho sido vítima deixará marcas profundas no Rio. Venho sendo acusado sem provas e sem direito à ampla defesa, inclusive no STJ. A minha luta é pela democracia, é para que um governador eleito pelo povo possa prosseguir e concluir o seu mandato”, escreveu na rede social.

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