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Mendes cita alto custo de escolas e reforça educação inclusiva no Nilo Póvoas

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O governador Mauro Mendes (DEM) apontou que algumas unidades escolares apresentam alto custo no aluguel de seus prédios, que podem chegar à mensalidade de até R$ 25 mil, o que justificaria o uso da Escola Estadual Plena Professor Nilo Póvoas como um centro de referência para a educação inclusiva – uma vez que a unidade operava com capacidade de alunos muito abaixo do limite.

Em entrevista a uma rádio da Capital, o chefe do Executivo estadual defendeu que não há motivos para manter uma escola com capacidade de até 1.800 alunos operando apenas com 94 estudantes, como era a realidade do Nilo Póvoas.

“Não será fechada [a escola], vai deixar de atender nessa modalidade. Será dada outra destinação. Temos escolas hoje pagando R$ 25 mil reais mês aluguel e podemos transferir essa unidade de educação inclusiva para o Nilo Póvoas. Ou vou manter um local de 1.800 para 94 pessoas?”, questionou o governador.

Mendes reiterou que os 94 alunos matriculados na unidade escolar Nilo Póvoas serão transferidos para a Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira, também em Cuiabá.

O governador apontou que o esvaziamento das unidades escolares se deve ao fato de que o próprio centro de Cuiabá também está mudando, uma vez que as pessoas estão morando cada vez mais em bairros afastados.

Possível creche

Na última segunda-feira (20), o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), por meio de um artigo, requereu que o Estado trocasse as instalações do Nilo Póvoas pelo prédio da Secopa. Dessa forma, o espaço da unidade escolar poderia ser utilizado como uma creche – que ofertaria mais de 700 vagas.

Na entrevista desta sexta-feira, o governador rebateu o uso das instalações da escola como creche municipal e disse que não debaterá o tema com Emanuel Pinheiro.

“Não quero debater com o prefeito, ele terá que explicar esse ano muita coisa para população nas eleições. As falsas verdades vêm à tona e ele terá que explicar escândalos pipocando na Prefeitura”, argumentou o governador.

Na quinta-feira (23), o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, já havia descartado transferir a administração do Nilo Póvoas para a Prefeitura de Cuiabá. Na ocasião, o secretário pontuou que a escola passará por uma reforma de R$ 3 milhões para atender os alunos da educação inclusiva.

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“Mendes terá a liberdade de fazer o melhor: ficar neutro”, diz Jaime

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O senador Jaime Campos (DEM) afirmou que o governador Mauro Mendes (DEM) garantiu que deve se manter neutro na eleição suplementar ao Senado, que ocorre no próximo dia 26 de abril em Mato Grosso.

 

Como pré-candidatos ao pleito, Mendes tem ao menos três opções de nomes que fizeram parte do arco de aliança que o ajudou a se eleger em 2018. São eles o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e o ex-governador Júlio Campos (DEM).

 

“Como bem coloquei, Mauro Mendes terá a liberdade de fazer o melhor. Ele nos garantiu que, nesse caso, ficará neutro. Devido ao compromisso que ele tem em tese com Otaviano Pivetta, que tem a pretensão de ser candidato”, afirmou.

 

O governador, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

 

Jaime e a cúpula do DEM se reuniram na manhã de segunda-feira (17) e oficializaram a pré-candidatura de Júlio Campos à eleição.

 

Além dos irmãos, participaram do encontro o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, o deputado Dilmar Dal’Bosco o presidente da sigla no Estado, Fabio Garcia, e o governador Mauro Mendes.

 

“O governador deu sinal verde para que Júlio Campos pudesse lançar sua candidatura e ir à rua e começar a se organizar para o pleito”.

 

“De agora para frente, o partido está se organizando, já está superado esse assunto. E Júlio Campos está preparado para a convenção que irá acontecer no dia 11 de março. Dai para frente é botar o bloco na rua, trabalhar e ganhar a eleição”, completou o democrata.

 

Suplência

 

A sigla ainda deverá se reunir com outros partidos nos próximos dias para definir os dois suplentes, e então completar a chapa para a disputa.

 

“Daqui para frente, após a candidatura já firmada aí vamos articular politicamente: se será por região, qual partido irá coligar e propor o suplente para chapa, enfim. De agora para frente é outro processo”, disse Jaime.

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Cerca de 400 pessoas protestam contra possível cassação de Abílio

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Manifestantes estão em frente à Câmara Municipal de Cuiabá, nesta terça-feira (18), protestando contra a possível cassação do vereador Abílio Júnior (PSC).

A Casa de Leis comunicou, por meio de nota, que o processo de quebra de decoro contra o parlamentar não entraria em pauta na sessão desta terça-feira, entretanto cerca de 400 pessoas foram à Câmara, com cartazes “Abílio continua”, “Quebra de decoro é dinheiro no paletó” e “Não vão nos calar”, dar apoio ao vereador.

“Se hoje eles não estão colocando o pedido de cassação aqui é porque vocês estão aqui. Quero agradecer ao pessoal que está ali fora da Câmara. Quero agradecer ao gabinete do vereador Toninho de Souza, pau mandado do prefeito, que está movimentando mais ainda as redes sociais. Quero agradecer a cada um que está aqui, lutando pelo direito de uma cidade melhor”, disse Abílio.

“O povo cuiabano não vai perdoar, o povo cuiabano vai lutar. Se vocês quiserem cassar o meu mandato, vocês terão que enfrentar o povo cuiabano. Não é só o meu mandato, mas sim a voz do povo dentro da Câmara Municipal”, completou o vereador do Partido Cristão.

Ainda em tribuna, Abílio agradeceu a presença dos deputados estaduais Elizeu Nascimento (DC) e Ulysses Moraes (PSL), que compareceram à sessão nesta manhã.

“Quero agradecer também o presidente municipal do meu partido, o deputado Xuxu Dal Molin. Mesmo que não tenham deixado ele defender o meu mandato, ele veio”, destacou.

Na última semana, a Comissão de Ética da Casa, formada pelos vereadores Toninho de Souza (PSD), Vinicius Hugueney (PP) e Ricardo Saad (PSDB), aprovou o relatório que reúne denúncias contra o vereador Abílio Júnior e pede pela cassação do seu mandato.

O documento encontra-se na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Câmara. O prazo para comissão se pronunciar será de 15 dias úteis, contados da data de recebimento da matéria.

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