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Mendes confirma presença em inauguração e ironiza Emanuel Pinheiro

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O governador Mauro Mendes (DEM) confirmou presença na inauguração da última etapa do novo Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), que ocorrerá nesta segunda-feira (18) às 18 horas. A decisão surpreendeu o meio político, já que Mendes e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), têm trocado farpas e acusações em público desde o ano passado.

 

Apesar da ida, o governador não minimizou as críticas e ironizou o fato da novo hospital ter sido inaugurado em etapas. “Nós reinauguramos a Santa Casa de Cuiabá em um único evento, que já está praticamente funcionando em sua totalidade e não ficamos fazendo reinaugurações. Isso custa dinheiro público, isso tem gasto de pessoas, de energia, eu acho isso desnecessário”, disse Mendes durante o encontro de prefeitos na Associação Matogrossense dos Municípios (AMM).

O governador afirmou que não gosta de inaugurações e que quando foi prefeito da capital chegou a não participar de várias entregas de obras. “Muitas delas nem placa tem da prefeitura na época. O importante é o cidadão receber o benefício”.

 

Mendes e Pinheiro estão em rota de colisão desde as eleições de 2016, quando Emanuel Pinheiro foi eleito. Em 2018, o prefeito de Cuiabá chegou a pedir liberação do MDB para apoiar outra candidatura ao governo mesmo tendo o MDB no palanque de Mauro Mendes.

 

Recentemente Emanuel Pinheiro disse que é o “pai” do novo hospital, já que pegou a obra paralisada, e, que se não fosse a sua gestão, a obra seria “um novo VLT”.

 

Já Mendes tenta evitar o debate sobre a paternidade da obra, mas, faz questão de lembrar que foi sua gestão que iniciou o  projeto, realizou o processo de licitação, e buscou recursos federais.

 

“Isso todo mundo sabe [quem iniciou a obra], a gente não precisa ficar dizendo aquilo que é de domínio popular. Estamos aqui para trabalhar, para entregar resultado e não para ficar cacarejando”, disse.

 

Nesta segunda-feira (18), o prefeito Emanuel Pinheiro entrega a 6ª e última etapa do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), Dr. Leony Palma de Carvalho. A solenidade de entrega, que contará com a presença de várias autoridades, está marcada para começar às 18h30.

 

Nesta última etapa serão entregues a parte de urgência e emergência do hospital, que terá 6 salas de cirurgias, observação pediátrica, 12 leitos de estabilização, 3 leitos de reanimação, 5 leitos de politrauma e 02 isolamentos. Na ocasião também serão entregues a Central de Material e Esterilização (CME) e o heliponto.

 

Com o funcionamento de 100% do HMC ele passa a contar com 315 leitos, sendo 178 de adultos, 20 leitos no Centro de Tratamento de Queimados, 60 de UTI, 38 de Emergência, seis salas de cirurgia e 13 leitos RPA (recuperação pós-anestesia), além do ambulatório com mais de 13 das especialidades médicas mais procuradas pela Central de Regulação, exames como ultrassonografia, endoscopia, colonoscopia e radiografia e parque tecnológicos com equipamentos de última geração. (Com informações da assessoria)

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Governo diz que reduziu R$ 30 milhões em gastos com locação de veículos

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Auditoria preliminar realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) detectou a redução de R$ 32 milhões nas despesas do Governo de Mato Grosso com locação de veículos nos últimos dois anos.

Segundo o balanço, os gastos com locação de automóveis saíram de R$ 94 milhões, na Gestão Pedro Taques em 2018, para R$ 62,9 milhões, já na gestão do governador Mauro Mendes (DEM), em 2019.

O montante financeiro despendido em 2019 para este elemento de despesa interrompeu a curva ascendente de gastos com locação entre os anos de 2015 e 2018.

Nos últimos cinco anos, foram empregados R$ 358.130.769,30 com locação de veículos.

 

 

Apesar da suspensão na sequência de crescimento, a CGE está realizando auditoria neste tipo de despesa com o objetivo de verificar a necessidade dos serviços, a compatibilidade dos preços contratados com os praticados por outros órgãos da administração pública, a entrega e disponibilização dos veículos de acordo com as previsões contratuais e a realização de estudo sobre a vantagem da terceirização da frota.

O trabalho estava previsto no planejamento de auditoria da CGE para o ano de 2020 e coincidiu com demanda do governador de Mato Grosso para análise da despesa, no contexto da busca por oportunidades de redução de gastos administrativos sem comprometer o funcionamento da máquina pública.

“Esta auditoria objetiva agregar valor à gestão estadual por meio de recomendações de aperfeiçoamento do processo de gerenciamento de riscos e de controles internos na locação de veículos”, destaca o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida.

Planejamento

Antes da execução da auditoria, na fase do planejamento, foram realizados levantamentos preliminares de relatórios de auditorias já produzidos nos últimos anos acerca do tema pela própria CGE, pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Também foram realizadas entrevistas preliminares com servidores da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), órgão central responsável pelo serviço de transporte no Poder Executivo Estadual, e com servidores de outras secretarias. Além disso, para selecionar os contratos objetos da auditoria, a CGE utilizou os dados e as informações dos sistemas de abastecimento do Estado.

Amostra

Na auditoria, estão em análise os contratos de locação vigentes até 31/01/2020 em 13 órgãos e entidades estaduais, que, juntos, têm uma frota locada de 515 veículos, sendo que aproximadamente 39,67% deles são de contratos da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

No trabalho, foram excluídos da análise os contratos de locação de veículos utilizados como viaturas policiais, devido à particularidade do objeto.

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TSE mantém eleições para prefeito e vereador em outubro

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Pré-candidatos a prefeitos em todos os municípios do país podem começar a preparar suas campanhas porque as eleições de outubro não serão canceladas ou adiadas.

O ministro Luis Roberto Barroso disse nesta segunda-feira que a “posição comum” no Supremo Tribunal Eleitoral (STE) manter o pleito para o mês de outubro.

“Consideramos que eleições são rito vital para a democracia e nós não gostaríamos de adiá-las. Para modificar a data, o Congresso deve (atuar), porque depende de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A posição de comum acordo dos ministros do TSE é de evitar qualquer tipo de prorrogação de mandatos”, disse Barroso durante o Congresso de Democracia e Direito Eleitoral. As informações são do Estadão.

Se for “impossível materialmente” realizar as eleições, uma prorrogação de mandatos pelo “prazo mínimo” pode ser uma saída, disse o ministro. A manutenção dos atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos, para que as eleições municipais coincidam com as eleições gerais, em 2022, foi descartada.

“O preceito democrático prevê eleitos por quatro anos e a população tem direito de se manifestar pela recondução, ou não. A periodicidade das eleições e possibilidade de alternância de poder são compromissos da democracia”, afirmou Barroso.

Na avaliação de Barroso, a coincidência das eleições em 2022 traria confusão entre eleitores e poderia prejudicar candidatos. “O debate nacional é diferente do debate localizado e alguém vai perder se esse debate for sobreposto.”

Além disso, a possível escolha de sete candidatos poderia trazer um “inferno gerencial” para a própria Corte eleitoral, na avaliação de Barroso. “Nós estimamos 750 mil candidatos nas eleições de 2020. Se somarmos aos milhares de candidatos (previstos para 2022), estaremos criando dificuldade grande”, afirmou o ministro do TSE.

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