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“Mendes terá a liberdade de fazer o melhor: ficar neutro”, diz Jaime

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O senador Jaime Campos (DEM) afirmou que o governador Mauro Mendes (DEM) garantiu que deve se manter neutro na eleição suplementar ao Senado, que ocorre no próximo dia 26 de abril em Mato Grosso.

 

Como pré-candidatos ao pleito, Mendes tem ao menos três opções de nomes que fizeram parte do arco de aliança que o ajudou a se eleger em 2018. São eles o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e o ex-governador Júlio Campos (DEM).

 

“Como bem coloquei, Mauro Mendes terá a liberdade de fazer o melhor. Ele nos garantiu que, nesse caso, ficará neutro. Devido ao compromisso que ele tem em tese com Otaviano Pivetta, que tem a pretensão de ser candidato”, afirmou.

 

O governador, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

 

Jaime e a cúpula do DEM se reuniram na manhã de segunda-feira (17) e oficializaram a pré-candidatura de Júlio Campos à eleição.

 

Além dos irmãos, participaram do encontro o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, o deputado Dilmar Dal’Bosco o presidente da sigla no Estado, Fabio Garcia, e o governador Mauro Mendes.

 

“O governador deu sinal verde para que Júlio Campos pudesse lançar sua candidatura e ir à rua e começar a se organizar para o pleito”.

 

“De agora para frente, o partido está se organizando, já está superado esse assunto. E Júlio Campos está preparado para a convenção que irá acontecer no dia 11 de março. Dai para frente é botar o bloco na rua, trabalhar e ganhar a eleição”, completou o democrata.

 

Suplência

 

A sigla ainda deverá se reunir com outros partidos nos próximos dias para definir os dois suplentes, e então completar a chapa para a disputa.

 

“Daqui para frente, após a candidatura já firmada aí vamos articular politicamente: se será por região, qual partido irá coligar e propor o suplente para chapa, enfim. De agora para frente é outro processo”, disse Jaime.

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Deputado denuncia governo por falta de EPIs a profissionais da Saúde

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O deputado estadual Valdir Barranco (PT), usou a rede social para informar que protocolou denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT-MT) contra o Poder Executivo por não oferecer Equipamentos de Proteção Indivual (EPI) para os profissionais da Saúde. “Em tempos de pandemia do coronavírus, esta atitude do governo é uma afronta à população mato-grossense e um desrespeito aos trabalhadores da saúde”, observou o parlamentar que compõe o bloco de oposição ao governo, na Assembleia Legislativa.

A falta de EPIs nas unidades de Saúde tem sido recorrente e, em entrevistas anteriores o governador Mauro Mendes (DEM) admitiu a falta do produto considerado essencial para os profissionais que estão diretamente ligados a pacientes e suscetíveis à uma possível contaminação.

Na semana passada, em entrevista, ao vivo, à TVCA, o democrata disse que até nos EUA tem faltado EPIs, mas adiantou que o Estado já providenciou a compra de materiais de proteção individual e que também tem recebido doação de máscaras, álcool em gel de empresas, por exemplo.

Pico da doença 

O secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo alertou, na última seman, a população sobre um possível pico de agravamento da Covid-19, em Mato Grosso. A Secretaria de Estado de Saúde (SES), acredita que o risco de contaminação está entre meados de abril e os primeiros 15 dias do mês de maio. Ele destacou ainda, que nem todos os casos suspeitos de coronavírus serão testados. Terão prioridade, pessoas que apresentarem sintomas mais agressivos que indique para Covid-19.

“Não temos testes para atender nossa população que hoje soma cerca de 3,5 milhões de pessoas. Vamos priorizar casos graves”, pontuou o secretário.

Ajuda da Casa de Leis

Nesta segunda-feira (27), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) anunciou a devolução de R$ 30 milhões economizados pelo Legislativo, para auxiliar o Estado no enfrentamento da Covid-19, o coronavírus. Do montante, R$ 10 milhões foram direcionados ao custeio das obras de mais 200 leitos do Hospital Regional de Várzea Grande, que dará suporte aos possíveis pacientes acometidos pelo coronavírus. Até o momento, Mato grosso contabiliza 18 infectados.

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Alegando crise financeira, Jayme defende adiamento de eleições municipais

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“O momento agora é de ter paciência e economizar”. A declaração é do senador da República por Mato Grosso, Jayme Campos (DEM), que defende o adiamento das eleições municipais, em virtude da pandemia da Covid-19, o coronavírus, que além de fazer vítimas em todo o Brasil, tem ameaçado a economia brasileira.

“Essa possibilidade da prorrogação é positiva. O Brasil já realiza de dois em dois anos uma eleição e é desgastante. Além disso, passamos por um momento bem crítico relacionado a essa pandemia que vem afetando nossa economia”, disse o senador

“Agora, isso é assunto para ser debatido amplamente e o Congresso tem recebido propostas de deputados, senadores que buscam um entendimento. O momento agora é de ter paciência e economizar. Deixar os projetos pessoais de lado e pensar no nosso povo que está amargando sérios prejuízos”, completou.

A proposta de adiamento das eleições municipais que deverá eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5.570 municípios brasileiros, partiu do ministro de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante reunião através de videoconferência com os prefeitos das capitais, no último dia 22. A preocupação, segundo Mandetta é a de que interesses eleitorais influenciem medidas no combate do novo coronavírus.

Pauta precoce

Na segunda-feira (23), presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, afirmou que a discussão sobre um possível adiamento na realização das eleições municipais ainda é uma pauta “precoce” para ser debatida. Ao tratar sobre o tema Weber frisou que a realização das eleições está prevista na Constituição Federal.

“Quanto ao adiamento das eleições municipais, entendo cuidar-se de debate precoce, não sendo demais repisar que tem como objeto matéria prevista expressamente no texto constitucional e na legislação infraconstitucional”, disse a ministra por meio de nota.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (27) que adiar as eleições municipais previstas para outubro deste ano não é uma questão simples ante a crise provocada pelo novo coronavírus. Segundo ele, haveria um “risco institucional muito grande” em adiar o pleito.

“Quem assumiria nas prefeituras seriam juízes, não os prefeitos”, afirmou. Maia destacou que a população “vota por quatro anos e não por seis anos”. “Isso precisa ser respeitado, no meu ponto de vista”, pontuou.

Eleição Suplementar

Devido a pandemia do Covid-19, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber decidiu adiar a realização da eleição suplementar para o Senado Federal em Mato Grosso. A disputa estava marcada para o dia 26 de abril, último domingo do mês, mas por medida de segurança foi suspensa.

No documento, a ministra não estabeleceu uma nova data para o pleito suplementar, entretanto ela destaca que deverá ocorrer com a maior brevidade possível, “sem descartar a possibilidade de ser ela realizada simultaneamente às eleições municipais de 2020”.

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