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Tecnologia

Motorista da Uber agora receberá de acordo com o tempo e a distância da corrida

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Mudança vale somente para o motorista da Uber, ou seja, que não deve impactar preço de corridas para o consumidor

A Uber anunciou uma mudança no modelo de negócio do Brasil nessa segunda-feira (2). Se até então a empresa cobrava uma taxa fixa de 20% a 25% pelo valor de cada corrida, agora, o motorista cadastrado receberá uma porcentagem de acordo com o tempo e a distância de cada viagem.

Segundo a empresa, a nova forma de remuneração será mais justa para o motorista da Uber brasileiro que reclamava constantemente sobre a porcentagem fixa de cobrança, uma vez que não levava em consideração o congestionamento das cidades.

Vale destacar que o valor das corridas não deve mudar para os passageiros, ou seja, o usuário do aplicativo continuará pagando pelo preço estimado quando um carro é solicitado.

Como o motorista da Uber será remunerado?

O motorista que fizer uma viagem distante, mas em um curto espaço de tempo, receberá uma porcentagem menor. Entretanto, se o colaborador do app ficar preso no congestionamento por muito tempo, ele receberá uma parte maior do valor da corrida. Segundo a empresa, é até possível que a Uber fique somente com 1% do valor, dependendo da corrida.

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Além disso, a empresa também disse que manterá a cobrança de preço mínimo das corridas e o “multiplicador de preço dinâmico”, responsável por elevar os valores das corridas com a alta da demanda de passageiros.

Uber no Brasil

No País desde 2014, a empresa conta com mais de 500 mil motoristas cadastrados na plataforma brasileira, com mais de 20 milhões de usuários ativos.

Em declaração à agência Reuters , o diretor-geral da empresa no Brasil, Guilherme Telles, disse que a mudança faz parte de um conjunto de iniciativas para aumentar os ganhos de quem escolhe ser um motorista da Uber , como a opção de gorjeta, lançada recentemente.

 

Fonte: IG

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Tecnologia

FaceApp diz que deleta maior parte das fotos dos usuários

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G1

O FaceApp, aplicativo que envelhece rostos, afirmou em comunicado na quarta-feira (17) que deleta a maior parte das fotos dos usuários. “A maior parte das imagens são deletadas dos nossos servidores em 48 horas, a partir da data de upload (quando a imagem é enviada pelo usuário)”, diz a nota publicada pelo site de tecnologia Tech Crunch, dos Estados Unidos.

Após virar febre na internet nos últimos dias, o app tem sido alvo de questionamentos sobre o que faz com as imagens e os dados coletados. O Faceapp entrou até na mira de políticos americanos: o senador democrata Chuck Schummer protocolou um pedido à Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) e ao FBI para que investiguem se as fotos submetidas ao aplicativo são compartilhadas com governos estrangeiros, como a Rússia.

Apesar das negativas da empresa, a política de privacidade do Faceapp permite que o aplicativo guarde as imagens indefinidamente. Em entrevista ao jornal “The Washington Post”, o presidente da empresa, Yaroslav Goncharov, afirmou que não utiliza as imagens das pessoas para treinar uma ferramenta de identificação e negou que elas sejam compartilhadas com governos. “Não dividimos as informações de usuários com terceiros”, disse.

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Tecnologia

Versão falsa do Telegram é removida do Google Play por carregar anúncios fantasmas

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A fabricante de antivírus Symantec encontrou uma versão não oficial do Telegram, chamada “MobonoGram 2019”, que prometia mais recursos e funcionalidades que o programa original. Porém, o aplicativo apenas tinha funções que baixavam sites em segundo plano, incluindo anúncios pornográficos ou páginas que podiam drenar a bateria do celular. Esse comportamento não era informado ao usuário.

O Mobonogram 2019 foi publicado no Google Play, onde teve mais de 100 mil downloads antes de ser retirado do ar. O desenvolvedor, que usava o nome “RamKal Developers”, também constava como responsável por outro aplicativo idêntico, chamado de “Whatsgram”.

O aplicativo e seus clones de fato forneciam algumas funcionalidades de comunicação. Como o código fonte do Telegram é aberto, qualquer pessoa pode copiar o código e criar um aplicativo idêntico para se conectar à rede do Telegram. Seria possível, inclusive, que alguma versão não oficial do Telegram tivesse mais recursos que a verdadeira.

Uma das vantagens de aplicativos alternativos é a possibilidade de funcionar em países que tentam bloquear o Telegram, como a Rússia e o Irã. O Mobonogram 2019 considerava essa vantagem, oferecendo apenas duas opções de idioma: inglês e persa, a língua oficial do Irã.

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Quem instalou o aplicativo deve removê-lo do celular.

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