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MT registra casos de destruição em 11 territórios indígenas em 2018

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Oficialmente, Mato Grosso teve registros de destruição em 11 territórios indígenas em 2018. O alerta é feito Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que classifica essa como a maior violência contra os povos indígenas, pois compromete a sobrevivência dessas comunidades.

No estado existem 52 terras indígenas, porém, apenas um delas está totalmente legalizada, com portaria do governo federal que determina a restrição do território. É a Piripikura, em Aripuanã (1.002 km a noroeste), território do povo Kayabi.

Isso significa que a maioria das terras indígenas ainda traz pouca segurança para essas comunidades. Em 22 delas, nenhuma providência foi tomada pela União e outras 15 estão na lista da Fundação Nacional do Índio (Funai) para identificação, mas sem previsão de início dos trabalhos.

Segundo o Cimi, essa falta de segurança jurídica tem como consequência os casos de grilagem, roubo de madeira, invasões, loteamentos e até plantações em terras indígenas, além de casos de contaminação do ar e dos rios com agrotóxicos e outros produtos químicos.

Na Terra indígena Roosevelt, no município de Rondolândia (1.600 km a noroeste), na divisa com Rondônia, há riscos de exploração ilegal de madeira e minérios. Lar dos Apurinã e dos Cinta Larga, o território possui 231 mil hectares e uma população de menos de dois mil indígenas, o que torna a região suscetível de ataques e invasões.

Outro caso de dano ao patrimônio indígena em 2018 foi registrado no Parque Indígena do Xingu. Invasores depredaram gravuras ancestrais feitas em um local sagrado que foi inclusive tombado pelo patrimônio histórico.

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Chaveiro que salvou criança de incêndio teve queimaduras graves e está na UTI em Sorriso

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O chaveiro, de 36 anos, foi internado, ontem à tarde, numa Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Regional em Sorriso devido à gravidade dos ferimentos causados pelo fogo, em uma residência de madeira que estava em chamas. Ele entrou para salvar uma criança, de 4 anos, no dia 26 do mês passado, no bairro São Matheus. De acordo com informações de uma familiar, ele é morador do mesmo bairro e teve queimaduras de segundo grau, respirou muita fumaça. Por conta disso, teve complicação no pulmão.

Desde o dia do incêndio, o homem estava no box de emergência do hospital. A transferência para UTI só ocorreu após intervenção da Defensoria e Ministério Público para conseguir um leito através de liminar na justiça.

Conforme Só Notícias já informou, os bombeiros acabaram com o fogo na residência com auxílio de uma Caminhão Auto Bomba Tanque (ABT). A residência ficou completamente destruída. No dia do incêndio, o chaveiro relatou que pereceu a fumaça e ao verificar a situação, percebeu que o menino estava na casa. “Corri e peguei a marreta. Pulei o muro e quando bati a primeira marreta, quebrou o tijolo e retirei ele”, disse, após o ato heróico.

A versão investigada é que a criança estava dormindo quando começou o incêndio. A mãe estava no trabalho e o pai precisou sair e teria pedido para um vizinho para cuidar da criança até que voltasse.

 

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Aulas presenciais nas escolas particulares em Sorriso podem ser retomadas

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As aulas presenciais nas instituições de ensino privadas de Sorriso poderão ser reiniciadas. A liberação ocorreu, ontem, após reunião entre Ministério Público, Defensoria Pública, representantes da prefeitura e proprietários das unidades escolares. Todas as unidades de ensino particulares que optarem pela volta das aulas presenciais, deverão cumprir o plano de contingenciamento apresentado ao Poder Executivo, bem como, as exigências apresentadas na nota técnica emitida pela Vigilância Sanitária.

Além disso, deverão seguir o decreto que dispõe das novas medidas temporárias restritivas às atividades públicas e privadas para prevenção dos riscos de disseminação da Covid-19.

A decisão pela retomada das aulas presenciais da rede privada, nesse momento, cabe a cada estabelecimento de ensino, sendo ainda que esta deverá ser de forma gradativa e segura, assegurando aos pais o direito de disponibilização de aulas e avaliações não presenciais para os estudantes cujos genitores ou responsáveis fizerem a opção de não autorizar o retorno dos estudantes à escola, durante o lapso temporal em que pendurar a pandemia, coibindo-se a reprovação de alunos por falta nessa hipótese.

Ainda de acordo com o decreto, as equipes da secretaria municipal de segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil e Vigilância Sanitária realizarão a fiscalização dos estabelecimentos de ensino privado diariamente, e em caso de descumprimento do plano de contingenciamento a unidade escolar privada será fechada.

Conforme Só Notícias já informou, na semana passada, o prefeito de Lucas do Rio Verde Luiz Binotti também autorizou através de decreto o retorno de aulas presenciais das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental nas instituições da rede particular de maneira facultativa e com restrições devido ao novo Coronavírus (Covid-19).

Conforme o documento assinado na última sexta-feira, o retorno não é obrigatório e os estabelecimentos deverão disponibilizar meios de ensino à distância aos alunos que optarem pela manutenção do isolamento social.

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