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Mato Grosso

MT registra dois novos óbitos por Covid-19 e número de mortes sobe para 36 no estado

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A secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou dois novos óbitos em Mato Grosso pela Covid-19, o coronavírus, ambos registrados na madrugada desta sexta-feira (22). As vítimas eram dos municípios de Curvelândia (280 km de Cuiabá) e Juína (742 km da Capital).

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a vítima de Curvelândia morreu no município de Cáceres (240 km de Cuiabá) e o paciente de Juína morreu em Cuiabá. Com o registro dos dois novos óbitos, Mato Grosso passa a registrar 36 mortes por conta da Covid-19.

Inicialmente, foi informado que um dos dois óbitos era de um paciente do município de Várzea Grande. Porém, após correção da Vigilância Sanitária, Figueiredo esclareceu que na verdade se tratava de uma vítima da cidade de Juína. O apontamento foi feito durante transmissão ao vivo nos canais oficiais do governo.

De acordo com o último boletim divulgado pela SES, na tarde de quinta-feira (21), Mato Grosso já registra 1.187 ocorrências de pessoas infectadas pela Covid-19, sendo que 97 destes casos ocorreram apenas em 24 horas.

Dos 1.187 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 626 estão em isolamento domiciliar e 428 estão recuperados. Há ainda 99 pacientes hospitalizados, sendo 52 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 47 em enfermaria.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,1% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,9% masculino; além disso, 344 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 4.496 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 126 amostras em análise laboratorial.

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Mato Grosso

Ex-presidente do HM nega acusações de desvio de dinheiro

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O coronel Ricardo Almeida Gil, último presidente da Associação Beneficente de Saúde dos Militares (ABSMMT), citado na última quinta-feira (14) pelo coronel Edson Leite da Silva em entrevista ao Estadão Mato Grosso como líder de “crime organizado” dentro do Hospital Militar, disse que todas as acusações feitas pelo coronel Leite são infundadas.

Segundo o coronel, todas as informações estão documentadas, desde a prestação de contas até a impugnação de Leite para concorrer às eleições, no último dia 06 de outubro de 2019. Quanto às acusações feitas por Leite sobre os desvios de dinheiro, Gil afirma que durante a sua gestão não houve qualquer espécie de desvio.

Além disso, ele sempre lutou para reerguer a associação, que foi entregue por Leite com débitos e que a criação de duas associações, que supostamente estariam sendo usadas para desviar recursos, é totalmente legal. Ainda segundo Gil, o atual estado do hospital nada mais é que o reflexo da má gestão de Leite.

Leia mais: Coronel denuncia ‘crime organizado’ dentro de Hospital Militar

“Está imputação de crime feita por Edson Leite será devidamente levada ao Judiciário a fim de que prove a acusação, sob pena das sanções penais e civis, que já estão sendo realizadas. Inclusive já existe uma interpelação criminal realizada contra o coronel Leite, e sua chapa impugnada e advogada”, detalha a defesa de Gil.

Questionado sobre a possível motivação da denúncia, Gil disse não entender, mas relembrou o fato que em fevereiro de 2009, quando ele assumiu o comando do CR-II da Polícia Militar em Várzea Grande, o filho do coronel Leite, o então vereador Ralf Leite, foi flagrado com uma travesti menor de idade no bairro Jardim Potiguar (região do Zero Km).

Na madrugada que ocorreu a situação, o coronel Gil teria ordenado para que os policiais encaminhasse Ralf para o Cisc do Parque do Lago.

“Mesmo agredido e desacatado, eu nem entrei com ação, mas não pude proibir os policiais que estavam na ocorrência de fazer o mesmo. É uma questão pessoal que está tomando outras proporções. O Leite já fez várias acusações contra a minha pessoa”, disse, salientando que em todas as acusações sua inocência foi provada.

Coronel Gil ainda afirmou que o presidente interino do Hospital Militar, coronel Dival Pinto Martins Correia, que teria encontrado os supostos desvios, tem ligações com o coronel Leite. Dival teria sido presidente da comissão eleitoral, quando Leite teria vencido uma eleição “manipulada”, além de ser sócio de Leite em uma empresa no ramo de educação.

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Empresas Leite

 Empresa que Dival e Leite são sócios

A eleição

Segundo o coronel Leite, em entrevista ao jornal, ele teria vencido a eleição com 80 votos, informação que é desmentida por Gil. Segundo Gil, a chapa do coronel Edson Leite foi impugnada pela comissão eleitoral, por não conseguir comprovar sua conduta ilibada e idoneidade moral, conforme o artigo 8º das Normas Eleitorais.

“O coronel Leite não obteve 80 votos nas eleições, seu nome sequer apareceu na urna eletrônica, apenas está tentando induzir todos ao erro. Foi impugnado nas eleições pelos motivos apresentados, e substituiu sua participação nas eleições pelo coronel Antônio Ribeiro de Moraes, e posteriormente a chapa foi excluída, por culpa da própria chapa 06, uma vez que um dos membros decidiu não participar mais da chapa e pediu a renúncia para estas eleições”, explica Gil.

Reprodução

Irreguaridades

Irregularidades apontadas durante a gestão de Leite

O coronel Gil ainda revelou que as certidões negativas de processo, entregues por Leite à comissão eleitoral, não apresentava os processos ativos anteriores ao período de busca solicitado, sendo assim, o coronel Leite teria tentado omitir esses fatos ao emitir uma certidão com prazo de busca inferior as ações que possui na esfera civil e criminal.

Outro fator que gerou a impugnação de Leite, foi o encontro de irregularidades administrativas na gestão e nas eleições, apuradas pela 14ª Promotoria Cível de Cuiabá. Na sentença, apontou que que o coronel Leite enquanto presidente do HM, prejudicou os associados e dependentes devido a má gestão.

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Documento Gil

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Mato Grosso

Isolamento permanece insatisfatório em MT e número de casos cresce 65%

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A taxa de isolamento social em Mato Grosso tem sido uma preocupação frequente. Isso porque, a medida, que é considerada a forma mais eficiente para o controle do contágio do novo coronavírus, não apresenta adesão satisfatória no estado, de acordo com dados da empresa de tecnologia InLoco. Entre 11 e 17 de maio, mesmo período em que foi registrada uma média de isolamento inferior a 40%, as confirmações de Covid-19 subiram em 65,3%.

Desde o dia 3 de maio, Mato Grosso é apontado como um dos piores estados do país em índice de isolamento. Na última semana, no entanto, foram registrados índices ainda mais alarmantes, que revelam um número de engajamento muito distante do que é considerado ideal pelos órgãos de saúde.

Ao lado de Goiás e Tocantins, Mato Grosso figurava as piores posições do ranking, com 37,91% de pessoas em isolamento em 11 de maio de 2020. Na ocasião, Tocantins, que possuía a pior posição no ranking, contava apenas com 36,95% de isolados.

Já no último domingo (17), o índice voltou a subir em todo o país. Tocantins, que antes apresentava dados ainda mais preocupantes que Mato Grosso, saltou para uma taxa de 50% de pessoas em isolamento. No território mato-grossense, o índice subiu para 47,59%, mas continua sendo o segundo pior do país e muito insatisfatório, se considerado os 70% ideais.

A consequência da baixa resposta ao isolamento social é o aumento do número de casos, como se observa no estado. Na última quarta-feira (13), o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, alertou para o cenário.

Segundo o gestor, o contágio aumenta conforme o isolamento social diminui e por isso ele pediu mais rigor na adoção dessas medidas.

“Por isso acho que é preciso ter decisões de isolamento social mais agressivas neste momento, para que a gente possa evitar o colapso do sistema de Saúde”, disse.

Nesta segunda-feira (18), conforme boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), foram registrados 941 casos da doença e 30 óbitos. Só na Capital, em menos de 48 horas foram 3 óbitos.

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