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Economia

Número de dívidas atrasadas caiu 7,49% no comércio em Cuiabá

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O número de dívidas atrasadas, mês passado, caiu 7,49%, em relação a junho de 2018. Cada consumidor inadimplente no Estado tinha em média 1,942 dívidas em atraso. O dado ficou abaixo da média da região Centro-Oeste (-4,65%) e abaixo da média nacional (- 0,97%). Na passagem de maio para junho, em Mato Grosso, o número de dívidas cresceu 2,34%. Na região Centro-Oeste, nessa mesma base de comparação, a variação foi de -1,84%.

O número de inadimplentes em Mato Grosso caiu -0,41% em junho, em relação ao mesmo mês do ano passado e abaixo da média da região Centro-Oeste (-0,28%) e abaixo da nacional (1,66%). Na passagem de maio para junho, o número de devedores no Estado cresceu 2,66%. Na região Centro-Oeste, na mesma base de comparação, a variação foi de -2,28%. A abertura por faixa etária mostra que o número de devedores mato-grossenses com participação mais expressiva em junho foi o da faixa de 30 a 39 anos (27,02%).

O setor com participação mais expressiva do número de dívidas em junho no estado foram os bancos, com 33,92% do total de dívidas.

O superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Fábio Granja, avalia que  a desaceleração no número de inadimplentes comparado com o ano anterior se deve a recuperação da economia, que mesmo lenta, está em ascensão desde 2018, além disso, o país tem registrado crescimento no saldo de crédito, segundo dados do Banco Central. “Por muito tempo, o aumento da inadimplência foi mitigado pela restrição do crédito. Agora, a desaceleração acontece em um contexto de retomada das concessões, o que indica um cenário ainda que tímido, mas melhor para o mercado do crédito e tendência é melhorar com a entrada do cadastro positivo que deve se solidificar entres os próximos 12 meses”, avaliou ele. A informação é da assessoria.

 

Só Notícias (foto: Marcos Vergueiro)

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Economia

Queda do valor do petróleo faz preço de combustíveis despencar em Cuiabá

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Posto na Avenida Getúlio Vargas vende diesel a R$ 3,39, a gasolina a R$ 3,89 e o etanol a R$ 2,41

A situação inédita no mundo do preço do barril de petróleo estar negativo, sendo vendido nesta segunda-feira (20), a US$ -2 (menos dois dólares) refletiu diretamente nas bombas de combustível em Cuiabá.

O  registrou que os valores dos combustíveis voltaram ao patamar de dois anos atrás.

Foto feita pela coluna, mostra que um posto de combustíveis, na movimentada Avenida Getúlio Vargas, está comercializando o diesel a R$ 3,39, a gasolina a R$ 3,89 e o etanol a R$ 2,41, e não é promoção. O preço menor agrada o bolso do consumidor, mas acende o alerta para o risco de caos, sendo o combustível um dos reflexos da queda abrupta da economia mundial, durante a pandemia de coronavírus.

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Economia

Deputado alarmado: ‘Nunca na história desse planeta houve preço negativo do barril de petróleo’

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A economia do mundo não sabe onde vai parar”, destacou Wilson Santos

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) usou parte de sua fala na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão ordinária desta segunda-feira (20), para destacar fato inédito e alarmante da economia mundial.

“Nunca na história desse planeta houve preço negativo do barril de petróleo, e o barril é vendido hoje a menos US$ 2 dólares. A economia do mundo não sabe onde vai parar”, destacou Wilson Santos alarmado coma crise gerada pelo coronavírus.

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