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Rio Grande do Sul confirma sétimo caso de sarampo

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Casos suspeitos devem ser informados imediatamente às secretarias municipais ou por meio do Disque Vigilância 150 - Foto: OMS/ONU

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais um caso de sarampo – o sétimo no estado. Uma mulher, de 29 anos, moradora do município de Vacaria, teve contanto com um dos casos anteriormente confirmados em Porto Alegre e foi infectada. Um outro caso suspeito da doença, identificado na capital gaúcha, segue em investigação.

A primeira notificação de sarampo no Rio Grande do Sul, em março, foi em uma criança de 1 ano, não vacinada, que vive em São Luiz Gonzaga e que se contaminou em viagem à Europa, onde há um surto da doença. A segunda confirmação foi uma estudante de 25 anos, de Porto Alegre, que esteve em Manaus, onde também há surto de sarampo. Em seguida, quatro moradores de Porto Alegre vinculados à estudante testaram positivo para sarampo.

Américas estavam livres do vírus

As Américas foram consideradas livres do sarampo em setembro de 2016, após ausência da circulação do vírus pelo período de 12 meses. Além do Rio Grande do Sul, Amazonas e Roraima registram surtos da doença, com cerca de 500 casos confirmados e mais de 1,5 mil em investigação.

Atenção

De acordo com a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, qualquer indivíduo que apresentar febre e manchas no corpo acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite deve procurar os serviços de saúde para investigação – principalmente aqueles que estiveram recentemente em locais com circulação do vírus.

Casos suspeitos devem ser informados imediatamente às secretarias municipais ou por meio do Disque Vigilância 150.

“A mais efetiva forma de prevenção é a vacinação. Para ser considerada vacinada, a pessoa precisa ter o registro em caderneta de vacinação conforme esquema vacinal. A rede pública de saúde disponibiliza gratuitamente a vacina tríplice viral para a população de 12 meses a 49 anos de idade e para profissionais de saúde e demais pessoas envolvidas na assistência à saúde hospitalar”, informou a pasta.

São considerados vacinados:

– pessoas de 12 meses a 29 anos que comprovem duas doses de vacina com componente sarampo/caxumba/rubéola;
– pessoas de 30 a 49 anos que comprovem uma dose de tríplice viral;
– profissionais de saúde, independentemente da idade que, comprovem duas doses de tríplice viral.

Fonte: Agencia Brasil

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Mulher sem mãos teve benefício negado pelo INSS por não poder assinar o papel

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Trabalhadora não consegue benefício do INSS em Rondônia
A ex-sinaleira Cleomar Marques, que teve as mãos e as pernas amputadas, fez um pedido de benefício ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Porto Velho, Rondônia, mas ele foi negado porque ela não conseguiu assinar os documentos que autorizavam o auxílio.

“Uma servidora puxou os papéis e perguntou: ‘ quem vai assinar? Você assina? ‘. Eu disse que não podia assinar, mas sim a minha filha ou minha mãe. A mulher então olhou e disse: ‘ah, então não vale’. Daí ela pegou, rasurou o papel e jogou fora”, contou Cleomar para a reportagem do Jornal de Rondônia 1ª Edição, da rede Amazônica, afiliada da Globo.

Cleomar relata que após a primeira negativa fez mais dois pedidos ao INSS em 2019 e todos foram negados. Para a reportagem, a trabalhadora diz que precisa do benefício, pois a filha fica em casa para ajudá-la na alimentação e banho.

O segundo requerimento foi negado por ela ter uma renda per capta familiar superior a 1/4 do salário mínimo, ou seja, uma média de R$ 238,50. As informações são do portal G1 de Rondônia.

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À Rede Amazônica, o INSS informou que a renda foi apurada com as informações do Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo. Em um terceiro requerimento, a ex-sinaleira teve a solicitação de benefício indeferida porque o INSS alegou ” falta do período de carência” .

“Olha, é um constrangimento para mim tudo isso. Eu trabalhava, tinha minha vida e agora sou dependente dos outros. É a minha filha, única que mora comigo, que faz tudo para mim”, desabafou Cleomar para a reportagem.

Amputação dos membros
Cleomar era sinaleira em Porto Velho e iniciou um tratamento para problemas gástricos. Inicialmente o médicos desconfiaram de gastrite, depois de infecção por Helicobacter pylori , uma bactéria que aparece na mucosa do estômago, e na sequência diagnosticaram que o problema era na vesícula.

Com fortes dores, Cleomar acabou internada no pronto socorro do Hospital João Paulo II e os médicos decidiram operá-la. Após a cirurgia, ela entrou em coma, teve infecção generalizada e os membros começaram a necrosar. A ex-sinaleira só percebeu que não tinha mais os membros inferiores e superiores quando acordou da cirurgia.

“Quando eu acordei eu já estava assim [amputada]. Abriram tudo em mim, mas eu não vi nada. Só lembro de entrar na sala de cirurgia “, relatou a trabalhadora.

O que diz o INSS?
A assessoria de comunicação do INSS informou à rede Amazônica que foi solicitado um auxílio-doença para Cleomar e que este não foi aprovado por falta de período de carência, no ano passado.

Depois, um novo benefício foi solicitado, também sendo indeferido por apresentar renda per capita familiar superior a 1/4 do salário mínimo.

O INSS informou à reportagem ainda que a filha de Cleomar foi pessoalmente atendida e informada que um novo requerimento poderia ser feito caso ocorresse alteração da renda familiar junto ao Cadúnico.

Ainda segundo o instituto, Cleomar agora pode procurar o INSS, pois poderá solicitar o requerimento de um novo benefício.

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Globo edita matéria do ‘JH’ após aluna escrever ‘Fora Bolsonaro’

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Uma aluna fez uma pegadinha com a reportagem do “Jornal Hoje” (Globo) na edição desta terça-feira (14). Durante entrevista com alunos que aprendiam coreano por conta da popularização do estilo musical k-pop, uma delas escreveu “fora, Bolsonaro” em coreano em uma lousa.

De acordo com uma professora de coreano ouvida pela reportagem, da Instituição Multicultural & Idiomas, de fato está escrito “fora, Bolsonaro” na lousa. Porém, trata-se de uma transliteração, que seria uma espécie de tradução ao pé da letra. Um coreano talvez não entendesse a expressão, mas as letras correspondem ao que ela quis dizer.

O caso repercutiu na internet e muita gente achou graça da iniciativa da menina. “Olha a carinha dela”, riu um seguidor. “Eu amo o brasileiro e o coreano”, disse outro internauta.
Procurada, a escola C.E. Olga Benario Prestes, onde tudo aconteceu, não foi localizada até a publicação deste texto.

Também procurada, a Globo disse que a reportagem para internet foi editada. “O Jornal Hoje lamenta ter sido vítima da brincadeira de uma aluna. Na versão na internet, a matéria será republicada sem essa parte, com um anúncio de que foi editada por conta do equívoco”, disse, em nota.

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