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Rota do Oeste abre processos seletivos para três cidades de Mato Grosso

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A concessionária Rota do Oeste disponibiliza seis vagas de emprego em três cidades de Mato Grosso, sendo que quatro delas são para atuação na capital, Cuiabá. As oportunidades vão desde estágio até vagas que exigem ensino médio completo ou ensino superior (em curso e finalizado).

Os interessados em se candidatar a uma das vagas devem encaminhar o currículo para o e-mail selecaocro@rotadooeste.com.br e identificar a área e o município que desejam atuar no assunto do e-mail. Todas as vagas estão disponíveis também para Pessoas com Deficiência (PCD).

Confira abaixo as áreas dos processos seletivos disponíveis, a cidade de atuação e os requisitos exigidos em cada um deles.

Cuiabá

– Analista de Comunicação Jr – O candidato deve ter ensino superior completo em Publicidade e Propaganda, Marketing ou Design Gráfico; Pacote Adobe avançado (Illustrator, Photoshop, InDesign, Premiere); PowerPoint avançado; e ótima comunicação oral e escrita;

– Estágio em Engenharia Civil – Precisa estar cursando a partir do 3º semestre de Engenharia Civil e ter disponibilidade para atuar em Cuiabá.

– Controlador de CCO – É necessário ter o ensino médio completo; conhecimento de Pacote Office; e é desejável que possua conhecimento do “código Q”.

– Estágio em Técnico em Segurança do Trabalho – É preciso estar cursando Engenharia, Administração, Segurança do Trabalho e/ou áreas afins; e ter conhecimento de Pacote Office.

Rondonópolis

– Estágio em Engenharia Civil – O candidato precisa estar cursando a partir do 5º semestre do curso de Engenharia Civil; e ter Disponibilidade para atuação na Praça de Arrecadação de Rondonópolis.

Sorriso

– Auxiliar de Serviços Gerais – Ensino fundamental Completo; e disponibilidade de moradia em Sorriso.

 

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Economia de Sinop cresce e número de novas empresas no semestre é 21,5% maior

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Mesmo com a crise econômica e social causadas pela pandemia do novo Coronavírus desde março, a economia da maior cidade do Nortão conseguiu se fortalecer no primeiro semestre do ano (janeiro a junho) com considerável número de novas empresas iniciando suas atividades. Foram 1.233 de grande, médio e pequeno portes, aumento de 21,5% em comparação ao mesmo período de 2019, quando 1.014 estabelecimentos abriram as portas.

O levantamento obtido por Só Notícias, junto ao Departamento de Cadastro Técnico da secretaria de Desenvolvimento Econômico, detalhou que em janeiro 196 estabelecimentos iniciaram suas atividades (160 em 2019), fevereiro foram 195, ante 177. Março foi o mês recordista. Foram 279 aberturas (161 no ano anterior).

Em abril foi registrado o menor número, com 132 aberturas, ante 104. Em maio a emissão de novos alvarás voltou a apresentar crescimento, com 207 (191 ano passado). Em junho, o resultado também foi positivo, com 224 estabelecimentos abrindo as portas, ante 221.

Não é detalhado, no entanto, o segmento das empresas, porém de acordo com o Mapa de Empresas do ministério da Economia, as atividades que mais englobam aberturas são de promoção de vendas, prestadores de serviço, cabeleireiros, manicure e pedicure, comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, obras de alvenaria, além de lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares.

Ainda de acordo com a nova ferramenta do governo Federal, as microempresas compreendem a grande maioria dos novos alvarás emitidos na capital do Nortão. Também foram registradas aberturas de filiais durante o período.

Para o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sinop (ACES), Klayton Gonçalves, o resultado positivo é fruto do desenvolvimento buscado durante vários anos, além de união. “Aqui é distinto de outras regiões, Sinop respira ares diferentes. Em pandemia, por exemplo, ficamos apenas quatro dias parados, foi um tipo de enfrentamento diferente, uma união muito grande. Então as peças acabam se encaixando de uma forma diferente para nossa região”, analisou.

“Também está acontecendo uma migração de nossa região, em especial Sinop, com a chegada de grandes indústrias, que já abriram amplas e estão praticamente dobrando seu tamanho, isso tem um impacto muito positivo”, acrescentou.

Segundo o presidente, é necessário ainda que os empresários busquem cada vez mais se adaptar ao momento atual para que a economia não apresente retração. “É um novo comum, é importante entender isso, que o empresário não pense em quando vai acabar, mas sim se adapte. Mais do que nunca o brasileiro se destaca nesse momento, porque a gente cria novas oportunidades, um novo mercado”, reforçou.

“As empresas estão se reinventando, aprimoraram os métodos de venda on-line, de condicional. Talvez, todo o déficit tecnológico que tínhamos com as outras regiões do país comece a desaparecer agora, porque começamos a correr atrás. Essa fase de readaptação é quase que uma emancipação, até mesmo na parte dos critérios de gestão dos empresários, tudo isso faz diferença no resultado final”, completou Klayton.

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Prefeito veta projeto aprovado por vereadores que autorizava música ao vivo em Alta Floresta

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O prefeito Asiel Bezerra (MDB) vetou, integralmente, o projeto de lei aprovado, no mês passado, pela câmara de vereadores, que autorizava a realização de shows ao vivo em restaurantes e lanchonetes em Alta Floresta (300 quilômetros). Para o gestor, a proposta visa “flexibilizar normas de restrição de aglomerações que visam o enfrentamento ao novo coronavírus, sem observar o interesse público da coletividade, que se sobrepõe ao interesse de particulares”.

Alta Floresta tem, de acordo com boletim da secretaria estadual de Saúde, de ontem à noite, 30 casos monitorados, 169 curados e 6 mortes.

O projeto foi proposto pelo presidente da câmara, Emerson Sais Machado, mas também teve como autores os vereadores Charles Miranda Medeiros, José Aparecido dos Santos, Luiz Carlos de Queiroz, Marcos Roberto Menin, Reinaldo de Souza e Valdecir José dos Santos. Apenas o vereador Mequiel Zacarias Ferreira se absteve da votação. Os demais vereadores votaram favoráveis.

Conforme o projeto de lei, seria permitido música ao vivo nos estabelecimentos, desde que respeitadas as medidas sanitárias. A proposta estabelecia, por exemplo, que os palcos deveriam ser montados em local aberto, “com boa circulação de ar, a uma distância mínima de 2 a 3 metros do público”. Entre o palco e o público deveria ser instalada uma placa de proteção em acrílico e os cantores deveriam “ser servidos por atendente do próprio estabelecimento em local específico, devendo procederem com uma ampla higienização de todos os instrumentos e equipamentos antes da apresentação”. Os artistas também teriam que, a cada 30 minutos, aplicar nas mãos álcool 70% e borrifar os microfones.

Para o prefeito, o projeto fere o interesse da “coletividade” e, portanto, é inconstitucional. “Infelizmente, para auxiliar no enfrentamento do Novo Coronavírus e,consequentemente, da saúde pública e da vida da população, são necessárias medidas que visem evitar a aglomeração de pessoas e, conjuntamente estas medidas acabam por prejudicar interesse de particulares.Mas, conforme defendido por muitos juristas, inclusive por desdobramento da obrigação constitucional de manutenção dos direitos fundamentais, pauta-se que o princípio do interesse público da coletividade se sobrepõe ao princípio dos direitos particulares”.

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