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Mato Grosso

Secretário de Mauro defende fecha tudo e critica “blá blá blá” de prefeito

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O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, questionou a insistência do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), em manter o comércio funcionando no momento em que a contaminação do Covid-19 explode em todo Estado. Em entrevista à rádio Nativa FM Cuiabá 91.1 nesta sexta-feira (26), Carvalho fez duras críticas ao posicionamento da Prefeitura de Cuiabá e questionou a abertura dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na capital.

“Eu não consigo entender o critério do prefeito Emanuel Pinheiro, que, há três meses atrás fechou o comércio, fechou tudo. Nós estávamos no momento que não tínhamos contaminação e havia leitos vagos de UTI.  Agora que nós estamos no ápice da contaminação e ele quer deixar tudo aberto”, disparou.

As declarações ocorrem após Emanuel recorrer da decisão do juiz da 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, José Luiz Lindote, que determinou a quarentena obrigatória e o fechamento dos estabelecimentos não essenciais. No recurso, o chefe do Executivo contestou os critérios adotados pelo Governo do Estado para classificar a Baixada Cuiabana no “alerta vermelho”. Com essa classificação, Cuiabá precisaria adotar o lockdown.

No mesmo tom, o braço-direito do governador Mauro Mendes (DEM) respondeu ao questionamento do prefeito cuiabano. “O decreto que o Governo tem feito é orientativo, agora já que ele [Emanuel Pinheiro] tem essas dúvidas, poderia então mostrar quais são os critérios dele para deixar tudo aberto”, rebateu.

Durante a entrevista, Carvalho disse que os argumentos de Emanuel são “fracos” e voltou a citar a polêmica abertura de UTIS para tratar os pacientes com Covid-19. Ele retomou a polêmica de algumas semanas e disse que a prefeitura ainda não abriu os leitos para tratar pacientes com Covid.

“Quero perguntar aqui quantas UTIs Cuiabá abriu neste ano de 2020. Ele não conseguiu abrir um leito até hoje. Que argumento é esse, onde que nós falhamos? Abrimos UTI na Santa Casa, no Hospital Metropolitano e ele só fica com esse argumento de que é gestão plena”, complementou.

No fim, o chefe da Casa Civil questionou ainda quando serão abertos as vagas que Emanuel promete estar preparando. Segundo ele, na rede estadual, o governo pretende abrir 30 novos leitos de UTI em Várzea Grande já na próxima semana.

“O que ele tem que mostrar pra população é quando esses 40 UTIs que ele está dizendo vão estar funcionando, é isso que nós queremos saber e não só ficar no discurso, no “Bla Bla Bla”. Porque até quarta ou quinta-feira, nos teremos novas vagas de UTI no Hospital Metropolitano”, alfinetou.

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Por Oliveira Sampaio Filho:Saúde um direito de todos”

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Queridos amigos,ultimamente nosso país está sendo varrido pela pandemia do convid 19. Ontem para nossa tristeza e de todos os Arenápolistanos tivemos a notícia das mortes dos irmãos Idalio e Indalecio que era nossos amigos e pertenciam a uma familia tradicional de Arenápolis-mt que é a familia Amorim. Como pré-candidato a prefeito de nosso munícipio,tenho ouvido da nossa população o clamor de transformar o nosso municipio em referência médica aqui no médio norte. Como prefeito gestão 2004/2008 juntos aos então secretarios de saude Adisney e posteriormente a Marinalva Ribeiro,destacamos a área de saúde como uns dos principais pilares de nossa administração,porquê lida com a vida e o bem estar das pessoas. Desde a minha campanha eu sonhava todas as noites,com uma saúde melhor,mais humanizada,para que a sociedade Arenapolitana seja melhor assistida. Com meu jeito de administrar delegando tarefas,porquê eu sabia que aqueles servidores eram capazes e tinha habilidades,e sabiam desenvolver suas tarefas com eficiência,pois a maioria deles ja estava na área a muitos anos. Nossa intenção era comprar o hospital Arenapolis,mas não foi possível,assinamos outro convênio e tivemos a honra de costruir esse moderno PA,que junto ao governo estadual e os municipios vizinhos iremos transformar-lo em um hospital de referência para atender toda a nossa população. Aos servidores de nossa saúde,fica o meu pedido,para que formem uma equipe para marcar gols,conquistar o campeonato,pois devemos estar Unidos em uma unica direção: Atender bem nosso povo. Quero ressaltar que o apelo que faço neste momento,e que todos nóis estejamos comprometidos com a causa pública.abs

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CDL: “Indivíduo que tenta sobreviver é tratado como criminoso

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O vice presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Logistas) de Cuiabá, Célio Fernandes, fez nesta segunda-feira (6) duras críticas às decisões que levaram ao fechamento do comércio na Capital.

 

O empresário participou da live do MidiaNews(assista ao final da matéria).

 

Segundo Fernandes, os comerciantes estão sendo tratados como criminosos ao serem impedidos pela fiscalização de trabalhar para sobreviver.

 

“Vai ter um tempo em que as pessoas vão voltar pras ruas, seja atendendo a uma medida judicial ou contra medida judicial. E não adianta fazer o que estão fazendo, onde vai fiscal do Procon, vai a Polícia junto para fechar o local do indivíduo que esta ali tentando arrumar um dinheirinho para poder sobreviver. Ele é tratado nesse momento como um criminoso. E crime é o que estão fazendo, mantendo o comércio fechado. Isso é crime”.

 

Uma decisão judicial no final de junho determinou que Cuiabá e Várzea Grande decretassem uma quarentena coletiva obrigatória, a fim de diminuir a propagação do novo vírus.

 

Com isso, o comércio – que já havia ficado fechado quase um mês entre março e abril – voltou a baixar as portas, sendo mantido em funcionamento apenas as atividades essenciais, como supermercados e farmácias.

 

Segundo o dirigente lojista, o cenário para os comerciantes é “catastrófico”, tendo gerado uma perda de mais de 20% na economia local. Fernandes acredita que a situação continue ruim até o final de 2021 e teme que as pessoas se descontrolem por conta do isolamento social.

 

“Essa crise duradoura é quase que como se ela não tivesse prazo de validade. Porque você consegue deixar uma pessoa em casa por algumas semanas, mas esse estágio vai chegando em um ponto que não é mais tolerável. O cuiabano é habituado ao calor da convivência, as pessoas não conseguem mais manter esse isolamento”, disse.

 

O Judiciário pede pra soltar os criminosos porque as penitenciarias não tem estrutura para manter o cuidado, eles estão livres e continuam inclusive cometendo crimes e pede pra prender o cidadão de bem, trabalhador, o prendendo dentro da sua própria casa

Para ele, os cuiabanos principalmente têm a necessidade de estar em contato com os outros. Ele acredita que isso possa ser permitido através de medidas de seguranças contra o vírus, dando a oportunidade para que o comércio volte à ativa.

 

“É possível sim usar medidas cabíveis para uma convivência diferente, e assim permitir que as pessoas saiam de casa, vão até o comercio, e permitir que ele funcione também. Eu não vi o Poder Judiciário pedindo para o prefeito manter 100% da frota de ônibus pra transporte coletivo. Se reduzir a frota, a superlotação continua. A mesma coisa em relação à Saúde. No Pronto-Socorro sempre tem queixas de superlotação”, questionou.

 

Presos em casa

 

Segundo Célio, são os trabalhadores que se tornaram prisioneiros em Cuiabá.

 

“O Judiciário solta os criminosos porque as penitenciarias não têm estrutura para manter o cuidado. Eles [bandidos] estão livres e continuam, inclusive, cometendo crimes. E pedem para prender o cidadão de bem, trabalhador, prendendo dentro da sua própria casa”, afirmou.

 

O vice-presidente da CDL ressaltou ainda que tentou reverter o quadro e chegou a pedir na Justiça para que o comércio voltasse a funcionar em Cuiabá, mas o pedido foi negado.

 

“É muito triste ver essa situação. É lógico que isso é polêmico (…), mas é preciso ter uma visão mais sistêmica, entender a complexidade da situação em todos os seus aspectos, antes de tomar uma decisão como essa. É quase uma ditadura o que se vive no País, a partir de alguns togados que se acham deuses e que podem tomar decisões e interferir nas vidas das pessoas assim com uma canetada”.

 

Fernandes afirmou que ainda não há como saber quantas empresas fecharam as portas em definitivo na Capital, mas ele acredita que o impacto será grande.

 

“O levantamento vai acontecer quando essas empresas deixarem de existir oficialmente, o que a gente tem é uma percepção. Quando o comércio voltar a abrir, a gente vai ter uma clareza muito maior sobre isso. Mas durante o dia a dia já é perceptível que muitas empresas deixaram de funcionar e não vão voltar”.

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