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Senador zanga e só fala de eleição em VG em maio de 2020

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FolhaMax

O senador Jayme Campos (DEM) afirmou não querer ouvir falar em eleição 2020 antes do dia 15 de maio do ano que vem. Ele respondia ao programa Resumo do Dia sobre a possibilidade do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), ser candidato a prefeito da “cidade industrial”.

Segundo maior cacique da legenda no Estado, Jayme foi irônico sobre os panos quentes colocados pelo colega de Congresso ao afirmar que apenas recebera um convite para transferir o domicílio eleitoral para a Cidade Industrial. “Eu vi pela imprensa que Emanuelzinho quer transferir o título dele. Falei ‘ó, será bem vindo’. Como disse pra você, Márcio. Você também é convidado a trazer seu título”, disse, referindo-se ao repórter do Resumo.

Na sequência considerou que ainda é muito cedo para começar a falar no certame municipal. “É muito prematuro, muito precoce. A Lucimar ainda tem quase dois anos de mandato pra cumprir. É um assunto que tem um processo de maturação de longo prazo ainda. Se eu farei parte do processo eleitoral e político, se eu tenho alguma influência, aqueles que gostam, me respeitam, vão conversar comigo esse assunto só a partir de 15 de maio”, avisou.

Na sequência, Campos rasgou elogios ao aliado cujo pai (Emanuel Pinheiro Filho) é apadrinhado por ele e o irmão, Júlio Campos (DEM), de quem Emanuelzinho é afilhado de batismo. “É um moço jovem, preparado, à altura de ser prefeito de Cuiabá, de Várzea Grande, ser governador do Estado, isso tudo. Agora, eu não vou discutir eleição pra prefeitura de Várzea Grande, isso só a partir do dia 15 de maio. Caso contrário, não contem comigo”, reforçou.

Ouvido pela reportagem, o deputado federal também tratou de ficar bem com o irmão do padrinho lembrando as afinidades eletivas entre os dois no Congresso Nacional. Especialmente para reverter a  harmonia em verbas federais para Mato Grosso. “Estou viabilizando, junto com o senador Jayme, emendas e projetos para Várzea Grande, como um CCI, o Parque Berneck, que é um sonho, a orla de Várzea Grande, que é outro sonho do município. Há várias ruas que devem ser asfaltadas, estamos trabalhando juntos”.

Mesmo provocado a seguir a possibilidade aventada pelo pai prefeito na semana passada, Emanuelzinho preferiu contemporizar e adiar a discussão. “E se o cavalo vier selado, com apoio dos irmãos Campos, vai fazer o que?”, pergunta o repórter. “Não fujo de convocações, mas não é meu projeto no momento. Estou 100% focado na Câmara”, desconversou o deputado federal.

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Governo diz que reduziu R$ 30 milhões em gastos com locação de veículos

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Auditoria preliminar realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) detectou a redução de R$ 32 milhões nas despesas do Governo de Mato Grosso com locação de veículos nos últimos dois anos.

Segundo o balanço, os gastos com locação de automóveis saíram de R$ 94 milhões, na Gestão Pedro Taques em 2018, para R$ 62,9 milhões, já na gestão do governador Mauro Mendes (DEM), em 2019.

O montante financeiro despendido em 2019 para este elemento de despesa interrompeu a curva ascendente de gastos com locação entre os anos de 2015 e 2018.

Nos últimos cinco anos, foram empregados R$ 358.130.769,30 com locação de veículos.

 

 

Apesar da suspensão na sequência de crescimento, a CGE está realizando auditoria neste tipo de despesa com o objetivo de verificar a necessidade dos serviços, a compatibilidade dos preços contratados com os praticados por outros órgãos da administração pública, a entrega e disponibilização dos veículos de acordo com as previsões contratuais e a realização de estudo sobre a vantagem da terceirização da frota.

O trabalho estava previsto no planejamento de auditoria da CGE para o ano de 2020 e coincidiu com demanda do governador de Mato Grosso para análise da despesa, no contexto da busca por oportunidades de redução de gastos administrativos sem comprometer o funcionamento da máquina pública.

“Esta auditoria objetiva agregar valor à gestão estadual por meio de recomendações de aperfeiçoamento do processo de gerenciamento de riscos e de controles internos na locação de veículos”, destaca o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida.

Planejamento

Antes da execução da auditoria, na fase do planejamento, foram realizados levantamentos preliminares de relatórios de auditorias já produzidos nos últimos anos acerca do tema pela própria CGE, pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Também foram realizadas entrevistas preliminares com servidores da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), órgão central responsável pelo serviço de transporte no Poder Executivo Estadual, e com servidores de outras secretarias. Além disso, para selecionar os contratos objetos da auditoria, a CGE utilizou os dados e as informações dos sistemas de abastecimento do Estado.

Amostra

Na auditoria, estão em análise os contratos de locação vigentes até 31/01/2020 em 13 órgãos e entidades estaduais, que, juntos, têm uma frota locada de 515 veículos, sendo que aproximadamente 39,67% deles são de contratos da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

No trabalho, foram excluídos da análise os contratos de locação de veículos utilizados como viaturas policiais, devido à particularidade do objeto.

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TSE mantém eleições para prefeito e vereador em outubro

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Pré-candidatos a prefeitos em todos os municípios do país podem começar a preparar suas campanhas porque as eleições de outubro não serão canceladas ou adiadas.

O ministro Luis Roberto Barroso disse nesta segunda-feira que a “posição comum” no Supremo Tribunal Eleitoral (STE) manter o pleito para o mês de outubro.

“Consideramos que eleições são rito vital para a democracia e nós não gostaríamos de adiá-las. Para modificar a data, o Congresso deve (atuar), porque depende de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A posição de comum acordo dos ministros do TSE é de evitar qualquer tipo de prorrogação de mandatos”, disse Barroso durante o Congresso de Democracia e Direito Eleitoral. As informações são do Estadão.

Se for “impossível materialmente” realizar as eleições, uma prorrogação de mandatos pelo “prazo mínimo” pode ser uma saída, disse o ministro. A manutenção dos atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos, para que as eleições municipais coincidam com as eleições gerais, em 2022, foi descartada.

“O preceito democrático prevê eleitos por quatro anos e a população tem direito de se manifestar pela recondução, ou não. A periodicidade das eleições e possibilidade de alternância de poder são compromissos da democracia”, afirmou Barroso.

Na avaliação de Barroso, a coincidência das eleições em 2022 traria confusão entre eleitores e poderia prejudicar candidatos. “O debate nacional é diferente do debate localizado e alguém vai perder se esse debate for sobreposto.”

Além disso, a possível escolha de sete candidatos poderia trazer um “inferno gerencial” para a própria Corte eleitoral, na avaliação de Barroso. “Nós estimamos 750 mil candidatos nas eleições de 2020. Se somarmos aos milhares de candidatos (previstos para 2022), estaremos criando dificuldade grande”, afirmou o ministro do TSE.

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