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Servidora desaparece após sair de casa para sacar o salário em Cuiabá

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G1 MT

Uma servidora pública de 41 anos desapareceu após sair de casa para sacar o salário no Bairro CPA 3, em Cuiabá, na segunda-feira (10). Segundo a família, Fabiana Marisney Cintra da Silva pegou um táxi na esquina da casa dela e foi vista pela última vez em frente ao Hospital Júlio Müller, em Cuiabá.

Um boletim de ocorrência foi registrado pela família na terça-feira (11). Segundo a polícia, ninguém com as características da Fabiana deu entrada no Pronto Socorro e no Instituto Médico Legal (IML).

O irmão dela, Paulo Henrique Cintra da Silva, contou que Fabiana disse à mãe que participaria de uma reunião sobre a greve dos profissionais da educação do estado, na Escola Maria Herminia, no Bairro CPA 4, em Cuiabá, onde trabalha como agente de pátio. No entanto, a escola informou que ela não apareceu na unidade.

“Entramos em contato com o taxista e ele disse que a levou para sacar o dinheiro em um mercado e depois a deixou em frente ao hospital, mas ela não chegou a entrar no local, segundo os funcionários”, disse.

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A família contou que pediu a quebra de sigilo bancário de Fabiana e a liberação de imagens das câmeras de segurança do hospital.

Segundo Paulo, algumas pessoas que moram próximas ao hospital disseram ter visto Fabiana comendo um salgado, mas não souberam informar para onde ela foi depois disso.

O irmão de Fabiana disse ainda que o taxista que a deixou no hospital presta serviços para a irmã há cerca de um ano e é de confiança.

“Ele disse que ela ficou de ligar para ele buscá-la no hospital, mas, segundo o taxista, ela não ligou”, contou.

Paulo informou que a irmã nunca foi de passar muito tempo fora de casa e que não mantinha relacionamento amoroso com ninguém.

“Ela é caseira e cuidava da minha mãe que tem problemas de saúde. Nunca saía sem avisar e não tinha problemas psicológicos”, ressaltou.

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Fim de briga de facções ajuda na queda de 50% dos homicídios

Publicado

Apesar do medo e da sensação de insegurança vivenciada por grande parte da população, a violência caiu pela metade na Grande Cuiabá na última década, atingindo o menor patamar em 15 anos.

O pequisador Naldson Ramos, especialista em violência, afirma que a redução se deve também a outros fatores. Um deles é o predomínio do Comando Vermelho, que dizimou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e passou a ser hegemônico na Grande Cuiabá, colocando fim a qualquer tipo de desavença entre facções.

Entre os anos de 2010 e 2019, o número absoluto de homicídios na Grande Cuiabá caiu 53,8%.

Há dez anos, a Polícia Civil havia registrado 310 assassinatos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. Em 2019, foram 143. A queda se deu nas mesmas proporções nos dois municípios quando os números são observados separadamente.

Em Cuiabá, os homicídios caíram de 199 em 2010 para 93 no ano passado, uma redução de 53,26%. Em Várzea Grande, o tombo foi de 54,95% – de 111 para 50 casos.

Quando observada a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, que é o parâmetro usado no mundo inteiro, a queda é ainda maior, já que no período houve redução nos números absolutos de mortes e aumento na população.

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Em 2010, houve em Cuiabá 36,1 homicídios para cada grupo de 100 mil moradores. Em 2019, esse indicador desabou para 15,18, uma queda de 58,53%.

Várzea Grande experimentou redução ainda maior: de 43,94 para 17,54 assassinatos por 100 mil. Isso representa uma redução de 60,08%.

 

Fatores

Na análise do sociólogo Naldson Ramos, integrante do Núcleo de Pesquisa de Violência e Cidadania da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a redução nos números se dá por diversos motivos.

O especialista citou um dos fatores alheio à política de Segurança Pública, que é a domínio imposto pelo C.V. na região.

“O Comando Vermelho, praticamente, limou o PCC do Estado. Eles não têm mais disputa de territórios entre eles. Não que o PCC tenha desaparecido por completo, mas perdeu influência nos territórios hoje dominados pelo C.V.”, afirmou ao MidiaNews.

Naldson ainda apontou que houve a neutralização de grupos criminosos no Estado, como foi o caso do “Novo Cangaço”, e dos crimes de pistolagem, investigados na Operação Mercenários, em 2016.

Os diversos trabalhos de integração das forças de Segurança Pública, a contratação de novos policiais e o investimento no trabalho de inteligência das forças policiais são outros pontos levantados pelo sociólogo.

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“Outro fator, é a questão RISP, que a Região Integrada de Segurança Pública, que tem a participação integrada da Policia Civil, Policia Militar, sociedade civil, Polícia Técnica, Bombeiros. Nas cidades que tem Guarda Municipal também há a participação, para discutir e debater os crimes que ocorrem nessas regiões”, disse.

 

Segurança Pública

Para o secretário adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Segurança Pública, coronel Victor Fortes, três fatores podem explicar essa redução.

“Primeiro, a integração das forças policiais no combate a esse tipo de crime. A PM e a Polícia Civil estão trabalhando de forma integrada. Isso fortalece e inibe muito a prática desses crimes”, disse.

Ainda conforme o militar, outro fator é o monitoramento “praticamente diário dos índices de homicídio”. “Se a gente percebe que algum município ou alguma região que o número foge da meta estabelecida, a gente já designa uma ação pontual na região”, afirma.

“Outro fator muito importante também é a confiança da sociedade, que passou a denunciar mais. Então eles começaram a acreditar mais no serviço das polícias. E à medida em que há algum crime de homicídio, nós conseguimos no disque-denúncia informações sobre a autoria”, completou.

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Bombeiros localizam corpo de mulher assassinada e jogada em cachoeira

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Equipes do Corpo de Bombeiros resgataram na sexta-feira (24) o corpo de Rozinha Edileuza da Silva, de 43 anos, em um precipício da Cachoeira Salto das Andorinhas,em Aripuanã (a 1.002 km a Noroeste de Cuiabá).

A mulher foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte) junto com seu marido, Luiz Sérgio da Silva Lechuga, de 57 anos, na última quinta-feira (23).

Segundo informações dos bombeiros, o corpo de Rozinha foi localizado na manhã de sexta, pela Polícia Civil da região, porém o resgate só foi concluído por volta das 14h.

Já o corpo de seu marido foi localizado no dia do crime com os braços para trás, mãos amarradas, uma mordaça de pano na boca e um nó atado no pescoço.

 

Relembre o caso

O casal foi encontrado morto dentro do precipício da Cachoeira Salto das Andorinhas, ponto turístico da cidade de Aripuanã , na última quinta-feira (23).

Três suspeitos do crime – um homem e duas mulheres – foram presos pela Polícia Civil do município com apoio da Polícia Militar do Estado de Rondônia, ainda na data do crime, quando chegavam à cidade de Cacoal (RO).

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Com os suspeitos foram apreendidas duas caminhonetes que foram roubadas das vítimas antes de suas mortes, sendo uma Toyota Hilux e uma Ford F-1000.

Ao serem interrogados pela Polícia, um dos suspeitos confessou o crime.

Ele afirmou que as caminhonetes haviam sido roubadas na noite de quarta-feira (22) e revelou que, após matar as vítimas, lançou os corpos na cachoeira.

O suspeito também passou informações sobre um quarto envolvido no latrocínio, mas ele ainda não foi localizado.

O casal era natural de Coronel Sapucaia (MS) e havia se mudado para Mato Grosso há pouco tempo.

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