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Silval Barbosa deve depor na CPI do Paletó em março

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Paletó, agendou para 2 de março, o depoimento do ex-governador Silval Barbosa (sem partido), diante da investigação que apura uma suposta quebra de decoro do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). A Comissão se reuniu nesta sexta-feira (14), na Câmara dos Vereadores.

 

De acordo com o presidente da Comissão, vereador Marcelo Bussiki (PSB), o primeiro a depor será o ex-chefe de gabinete de Silval, Sílvio Corrêa, que ficou marcado para o próximo dia 19 de fevereiro. Outros três depoimentos ficaram para o mês de março.

Após o ex-governador, os vereadores ouvirão o servidor público Valdecir Cardoso de Almeida no dia 9, enquanto o ex-secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Alan Zanata deverá depor no dia 16.

Além de Bussiki, também fazem parte do grupo os vereadores Toninho de Souza (PSD) e Sargento Joelson (PSC), relator e membro, respectivamente. “Nesse andamento da CPI vamos trabalhar com a maior transparência possível para que o cidadão possa acompanhar o envolvimento dos trabalhos, os vereadores também poderão participar propondo nova solicitação de documentos. Temos a obrigação de estar fazendo essas investigações”, disse Bussiki.

Sessão secreta

Ainda nesta sexta-feira (14), um dos membros da comissão, o vereador sargento Joelson apresentou um requerimento propondo que as reuniões fossem realizadas secretamente. A proposta gerou revolta nos vereadores de oposição que estavam acompanhando o encontro. O requerimento apresentado será apreciado pela CPI.

O vereador Diego Guimarães (PP) questionou a possibilidade da CPI não se tornar pública. “O sigilo é um desrespeito ao cidadão, que quer saber o que acontece dentro dos entes públicos principalmente dentro de um Parlamento, de um fato público, notório. A delação de Silval Barbosa foi quebrada sigilo e por que a CPI não tem que ser pública? O que tem para esconder nessa CPI do Paletó?”, questionou

Retomada da CPI

A retomada da CPI do Paletó atende a uma decisão da desembargadora do Tribunal de Justiça (TJMT), Helena Maria Bezerra Ramos. A desembargadora revogou a própria decisão dada por ela anteriormente, quando o trabalho foi suspenso, em outubro de 2019, a pedido do presidente da Câmara de Cuiabá, Misael Galvão (PTB). Na ocasião, ele foi contra a composição da Comissão, que apura a suposta quebra de decoro e obstrução da Justiça por parte do prefeito.

Investigados

Antes de ser suspensa pela Justiça no último ano, Silval, Sílvio, Valdecir e Zanatta já foram ouvidos na Câmara. “A gente busca nesse momento, com a retomada do trabalho, ouvir essas pessoas novamente para esclarecer algumas questões, contradições e tirar algumas dúvidas diante das investigações. Vamos buscar esclarecer todas as denúncias”, declarou Bussik.

Na delação premiada, o ex-governador entregou uma série de vídeos de ex-deputados recebendo suposta propina de Sílvio, em seu gabinete. Já Silvio César Corrêa foi o responsável por gravar o prefeito Emanuel Pinheiro. Enquanto o servidor Valdecir Cardoso foi o responsável por instalar a câmera usada para a gravação.

O ex-secretário Allan Zanata, por sua vez, será convocado pois foi o responsável por gravar um áudio junto a Silvio Corrêa, cujo conteúdo supostamente colocaria em risco a delação do ex-governador.

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Deputado denuncia governo por falta de EPIs a profissionais da Saúde

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O deputado estadual Valdir Barranco (PT), usou a rede social para informar que protocolou denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT-MT) contra o Poder Executivo por não oferecer Equipamentos de Proteção Indivual (EPI) para os profissionais da Saúde. “Em tempos de pandemia do coronavírus, esta atitude do governo é uma afronta à população mato-grossense e um desrespeito aos trabalhadores da saúde”, observou o parlamentar que compõe o bloco de oposição ao governo, na Assembleia Legislativa.

A falta de EPIs nas unidades de Saúde tem sido recorrente e, em entrevistas anteriores o governador Mauro Mendes (DEM) admitiu a falta do produto considerado essencial para os profissionais que estão diretamente ligados a pacientes e suscetíveis à uma possível contaminação.

Na semana passada, em entrevista, ao vivo, à TVCA, o democrata disse que até nos EUA tem faltado EPIs, mas adiantou que o Estado já providenciou a compra de materiais de proteção individual e que também tem recebido doação de máscaras, álcool em gel de empresas, por exemplo.

Pico da doença 

O secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo alertou, na última seman, a população sobre um possível pico de agravamento da Covid-19, em Mato Grosso. A Secretaria de Estado de Saúde (SES), acredita que o risco de contaminação está entre meados de abril e os primeiros 15 dias do mês de maio. Ele destacou ainda, que nem todos os casos suspeitos de coronavírus serão testados. Terão prioridade, pessoas que apresentarem sintomas mais agressivos que indique para Covid-19.

“Não temos testes para atender nossa população que hoje soma cerca de 3,5 milhões de pessoas. Vamos priorizar casos graves”, pontuou o secretário.

Ajuda da Casa de Leis

Nesta segunda-feira (27), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) anunciou a devolução de R$ 30 milhões economizados pelo Legislativo, para auxiliar o Estado no enfrentamento da Covid-19, o coronavírus. Do montante, R$ 10 milhões foram direcionados ao custeio das obras de mais 200 leitos do Hospital Regional de Várzea Grande, que dará suporte aos possíveis pacientes acometidos pelo coronavírus. Até o momento, Mato grosso contabiliza 18 infectados.

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Alegando crise financeira, Jayme defende adiamento de eleições municipais

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“O momento agora é de ter paciência e economizar”. A declaração é do senador da República por Mato Grosso, Jayme Campos (DEM), que defende o adiamento das eleições municipais, em virtude da pandemia da Covid-19, o coronavírus, que além de fazer vítimas em todo o Brasil, tem ameaçado a economia brasileira.

“Essa possibilidade da prorrogação é positiva. O Brasil já realiza de dois em dois anos uma eleição e é desgastante. Além disso, passamos por um momento bem crítico relacionado a essa pandemia que vem afetando nossa economia”, disse o senador

“Agora, isso é assunto para ser debatido amplamente e o Congresso tem recebido propostas de deputados, senadores que buscam um entendimento. O momento agora é de ter paciência e economizar. Deixar os projetos pessoais de lado e pensar no nosso povo que está amargando sérios prejuízos”, completou.

A proposta de adiamento das eleições municipais que deverá eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5.570 municípios brasileiros, partiu do ministro de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante reunião através de videoconferência com os prefeitos das capitais, no último dia 22. A preocupação, segundo Mandetta é a de que interesses eleitorais influenciem medidas no combate do novo coronavírus.

Pauta precoce

Na segunda-feira (23), presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, afirmou que a discussão sobre um possível adiamento na realização das eleições municipais ainda é uma pauta “precoce” para ser debatida. Ao tratar sobre o tema Weber frisou que a realização das eleições está prevista na Constituição Federal.

“Quanto ao adiamento das eleições municipais, entendo cuidar-se de debate precoce, não sendo demais repisar que tem como objeto matéria prevista expressamente no texto constitucional e na legislação infraconstitucional”, disse a ministra por meio de nota.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (27) que adiar as eleições municipais previstas para outubro deste ano não é uma questão simples ante a crise provocada pelo novo coronavírus. Segundo ele, haveria um “risco institucional muito grande” em adiar o pleito.

“Quem assumiria nas prefeituras seriam juízes, não os prefeitos”, afirmou. Maia destacou que a população “vota por quatro anos e não por seis anos”. “Isso precisa ser respeitado, no meu ponto de vista”, pontuou.

Eleição Suplementar

Devido a pandemia do Covid-19, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber decidiu adiar a realização da eleição suplementar para o Senado Federal em Mato Grosso. A disputa estava marcada para o dia 26 de abril, último domingo do mês, mas por medida de segurança foi suspensa.

No documento, a ministra não estabeleceu uma nova data para o pleito suplementar, entretanto ela destaca que deverá ocorrer com a maior brevidade possível, “sem descartar a possibilidade de ser ela realizada simultaneamente às eleições municipais de 2020”.

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