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Cuiabá

Tendência para o pós pandemia, home office se consolida entre as empresas

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Com o isolamento social ensaiando para um término, algumas empresas que estão funcionando em home office tendem a não retornar mais para o escritório físico. A verdade é que antes da pandemia havia muitas alternativas digitais e personalizadas para vários setores, e que acabaram sendo implementadas agora neste conturbado período. Com tudo isso, é importante que os profissionais que estão exercendo as atividades laborais em casa também adotem um série de cuidados para uma melhor adaptação.

A Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19, elaborada pela Fundação Instituto de Administração (FIA), coletou, em abril, dados de 139 pequenas, médias e grandes empresas que atuam em todo o Brasil e revelou que, apesar das dificuldades, 50% das empresas disseram que a experiência com o teletrabalho superou as expectativas e 44% afirmam que o resultado ficou dentro do esperado. No entanto, pouco mais de um terço (36%) disse que não pretende manter o trabalho a distância após o fim da pandemia. Um percentual semelhante (34%) tem a intenção de continuar com o teletrabalho para até 25% do quadro. O restante (29%) quer manter o home office para pelo menos 50% do quadro ou até todos os funcionários.

O presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, regional Mato Grosso (SBOT-MT), Dr. Renam Bumlai, alerta que, com o trabalho online, algumas medidas para evitar dores e lesões devem ser tomadas. “Como o trabalho em casa ainda é uma novidade para algumas pessoas, é bom lembrar que existem situações que podem interferir na adaptação desse cenário. Por exemplo, a ausência de cadeira adequada, o mal posicionamento do computador e a rotina de ficar sentado por horas são algumas delas”, destaca o médico.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019 da Deloitte, os smartphones já fazem parte da vida de 92% dos brasileiros, que o utilizam para trabalhos remotos. Desta forma, manter-se atento aos cuidados com a postura, aos equipamentos utilizados como apoio e praticar exercícios de alongamentos são fundamentais para a prevenção de lesões.

Cuidar da saúde durante o trabalho em casa pode prevenir problemas de coluna, ombros e mãos. “Exercícios de alongamento e fortalecimento podem aliviar a tensão no pescoço com o movimento de ‘sim’ e ‘não’ com a cabeça. Fazer pausas a casa 30 minutos, levantar-se e alongar-se para reduzir a carga sobre as costas e os ombros são dicas valiosas que podem ajudar a evitar dores e lesões causadas pelo excesso de tempo em uma mesma atividade”, finaliza o ortopedista.

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Cuiabá

Candidato acusa fiscais de propina em Cuiabá; sindicato o chama de desequilibrado

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O Sindicato dos Agentes de Regulação e Fiscalização do município de Cuiabá (Sindarf-MT) reagiu contra uma acusação do candidato a prefeito, Abílio Júnior, o Abilinho (Podemos), que colocou toda acategoria sob suspeição ao alegar que a burocracia na emissão de alvarás para obras existe para gerar corrupção, permitindo que os fiscais exijam dinheiro de forma ilegal para autorizar obras na Capital. A entidade emitiu uma nota de repúdio nesta quarta-feira (21) informando que exigirá retratação.

Também anunciou que vai acionar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) denunciando fake news e buscará a Justiça com ação de indenização por danos morais coletivos. A nota foi divulgada para rebater as declarações feitas pelo candidato num debate da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT).

Durante a sabatina, o vereador que tenta ser o próximo prefeito de Cuiabá foi questionado sobre a morosidade na análise de documentos de alvarás para início de obras em Cuiabá e caso seja eleito como pretende resolver essa longa espera. E respondeu que se for eleito irá acabar com o cargo de analista de projetos para automatizar todo o processo de emissão dos documentos que autorizam construções na Capital.

Alegou que hoje tudo é digital e não há, em sua avaliação, mais necessidade de continuar existindo analista para averiguar a documentação apresentada pelo cidadão que vai iniciar uma obra. “Chega de analista pegar o projeto e ficar respondendo que tem outro defeito, ai você arruma, outro defeito, você arruma, outro defeito. É burocracia para gerar corrupção, para fiscal ir na obra depois pegar e morder um dinheirinho seus na sexta-feira a tarde dizendo que precisa de um recurso, burocracia gera corrupção, vamos acabar com a burocracia”, disparou Abilinho no debate.

Para o Sindarf, o candidato ofendeu a honra de centenas de servidores da fiscalização de obras, quando afirma que “analistas de projetos ficam inventando defeitos para fiscalizar a obras na sexta feira para morder um dinheirinho seus”. A diretoria do Sindicato afirma que Abilinho espalha notícias mentirosas, popularmente conhecidas como fake news numa clara conduta de má-fé.

Ressalta que a liberdade de pensamento deve preservar a dignidade humana, de modo que Abilinho ao alegar sem nenhuma prova que “fiscais vão na obra na sexta-feira morder um dinheirinho” fez imputação falsa e ilegal contra toda uma categoria.

“Falando apenas para agradar a plateia, mostrou completo desconhecimento do assunto. Primeiro diz que basta inserir os dados no “sistema” (sistema esse que nem existe ainda). Mas quem garante que tais dados inseridos pela parte interessada na obra seriam fidedignos? Quem vai garantir a regularidade da obra frente ao projeto inserido no sistema se não o fiscal? Quem vai garantir a segurança das pessoas sem fiscalização? O candidato que não é!!!”, contrapõe o sindicato.

Ainda conforme o Sindarf, o candidato Abilinho se mostra totalmente despreparado para ocupar o cargo de prefeito de Cuiabá e demostra ignorância sobre o  assunto e a função desempenhada pelos fiscais. “Não bastasse essa visão do ‘mundo da lua’, ainda mostra desconhecimento no que se refere ao Estatuto das Cidades, que instituiu a Gestão Democrática do Planejamento Urbano, criando as figuras do Estudo de Impacto Ambiental/EIA e Estudo de Impacto de vizinhança/EIV””, cita a nota.

O sindicato observa que se Abilinho tem alguma denúncia de corrupção, por dever de ofício como vereador, deveria denunciar aos órgãos de controle sob pena de prevaricação se não o fizer. “Se acusa toda uma classe de ser corrupta apenas para agradar a plateia e ganhar curtidas no Facebook, mostra que lhe falta caráter e maturidade para pleitear ser prefeito de nossa capital. O candidato da lacração se esquece que política é coisa séria e, não serve apenas para ganhar likes em redes sociais. Que políticas públicas e legislações servem para regular a vida em sociedade, tornando o crescimento das cidades sustentável e agradável para a vida em comunidade”.

Por fim o Sindicato dos Fiscais diz que Abilinho é desequilibrado e não merece ser eleito. “Candidato que não mostra equilíbrio na hora de responder uma simples pergunta, já demonstra como será seu tratamento com os demais servidores municipais. Repudiamos o triste episodio ocorrido, bem como qualquer ato semelhante desrespeitoso, leviano e imoral para com servidores que apenas cumprem a lei, trabalharemos pelo esforço de uma sociedade mais justa e correta, sempre com papel orientador e educativo”.

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Cuiabá

Voice em Cuiabá: Emanuel tem 30%; Abílio, 21%; e França, 17%

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A primeira rodada de pesquisas do instituto Voice em Cuiabá mostra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) liderando a corrida eleitoral, com 30% das intenções de voto na modalidade estimulada (quando é apresentada aos eleitores uma relação com os nomes dos candidatos).

Em segundo lugar aparece o candidato Abílio Júnior (Podemos), com 21%; seguido por Roberto França (Patriota), com 17%.

Na sequência aparecem Gisela Simona (Pros), com 10%; Julier (PT), com 3%; e Gilberto Lopes Filho (Psol), Aécio Rodrigues (PSL) e Paulo Henrique Grando (Novo), todos com 1%.

Os eleitores indecisos ou que não souberam responderam somam 11%. Os votos nulos e em branco somam 5%.

O cenário revela uma clara tendência de segundo turno nas eleições na Capital.

O Voice ouviu 800 eleitores entre os últimos dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 3%, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no TRE-MT sob o número MT-02337/2020 (veja gráfico com dados).

 

Espontânea

Na modalidade espontânea, quando o entrevistador não apresenta uma relação com nomes de candidatos aos eleitores, Emanuel lidera com 13%, seguido por Abílio, com 9%França, com 8%; Gisela; com 4%; e Julier, com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.

 

Os eleitores indecisos ou que não responderam somam 60%. Nulos e brancos, 3% – e 2% não respondeu.

 

Confira os gráficos:

 

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