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Eleições 2020

Três suplentes têm expectativa de “herdar” vaga na AL de MT

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O suplentes de deputado Romoaldo Junior (MDB), o vice-prefeito de Nova Mutum, Leandro Félix (DC), e o professor Henrique Lopes (PT) podem “herdar” uma cadeira na Assembleia Legislativa após o resultado das eleições municipais e da suplementar ao Senado, que serão realizadas no dia 15 de novembro. Isso porque, três deputados estaduais estão na disputa.

Para Senado, os deputados Elizeu Nascimento (DC) e Valdir Barranco (PT) homologaram suas candidaturas e concorrem a vaga deixada pela juíza aposentada Selma Arruda (Podemos), que foi cassada por cometer crimes eleitorais. Já o deputado Xuxu Dal Molin (PSC), tenta se eleger como prefeito de Sorriso (397 km da capital).

Se Elizeu for eleito, quem “herda” a cadeira na Assembleia é o paranaense de Mandaguari, Leandro Félix. Ele é vice-prefeito no município de Nova Mutum pelo Democracia Cristã conquistou 16.604 votos na eleição de 2018.

A princípio, Félix ficou como segundo suplente da soligação, atrás do ex-prefeito de Juína, Hermes Bergamin. Porém, o “primeiro da fila” morreu em 2018 durante um acidente em um dos seus garimpos de diamantes.

Já em caso de eleição de Barranco ao Senado, quem assume a cadeira no parlamento estadual é o ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), professor Henrique Lopes (PT). Ele alcançou 18.300 votos e inclusive passa a ocupar a vaga interinamente do petista, que vai se licenciar do cargo para se dedicar à campanha a partir do dia 30 de setembro. Barranco só deve retornar ao parlamento, caso não vença as eleições, em 1º de dezembro.

Já em relação a Xuxu Dal Molim, quem está na expectativa pela sua vitória é o suplente de deputado Romoaldo Junior, que somou 18.467 votos em 2018. Ele, que já teve cinco mandatos de deputado estadual, ficou como primeiro suplente na coligação formada por MDB, DEM, PDT, PSC, PSD, PHS e PMB na eleição de 2018.

Nesta legislatura, Romoaldo já assumiu a cadeira e o posto de vice-líder do governo na ausência de Allan Kardec (PDT), que se afastou do legislativo para assumir a Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (Secel) já nos primeiros dias do governo Mauro Mendes (DEM).

Kardec, no entanto, deixou o cargo no Executivo recentemente e retomou suas atividades parlamentares.

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Eleições 2020

3 disputam prefeitura de Sorriso

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Município com 92,7 mil habitantes e cerca de 61 mil eleitores, Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá) terá 3 candidatos na disputa pela prefeitura em novembro. Diferente das outras cidades do agronegócio, nenhum dos concorrentes declarou ser milionário.

O primeiro na lista é o atual prefeito, Ari Lafin (PSDB), que tenta a reeleição, mantendo o vice Professor Gerson (MDB). Tem a seu lado a maior coligação para as eleições em Sorriso, composta pelo MDB, Patriota, SD, PV, Pode, PL, PDT, PP, PMB, Republicanos, PSD e DEM.

Em sua carreira política foi eleito vereador em 2008, suplente de deputado estadual em 2014 e prefeito em 2016. Se mantém no PSDB desde 2014 e declarou patrimônio de R$ 420,3 mil.

Sem nenhum bem declarado à Justiça Eleitoral, o corretor de seguros Júnior Cesar Leite da Silva, o Pé no Chão (PC do B), entra na disputa com chapa pura e tem como vice Paulo Zimpel. Apesar de ser um partido de esquerda, ele chegou a afirmar em uma rede social que gostaria que o deputado Xuxu Dal Molin (PSC), fosse seu vice-prefeito.

Encerra a lista dos candidatos a prefeito de Sorriso o deputado estadual Xuxu Dal Molin. Conservador e militante de direita, Dal Molin concorre com a coligação “Amor e atitude por Sorriso” que reúne PSC, PSB, PSL e PROS. Ele que já foi vice-prefeito do município em 2012, traz em sua chapa a Professora Silvana (PTB) e afirma ter patrimônio de R$ 586,7 mil.

 

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Eleições 2020

Dono de um Fusca, prefeito da 3ª maior cidade de MT fica “mais pobre” em 4 anos

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O prefeito de Rondonópolis e postulante à reeleição, Zé Carlos do Pátio (SD), registrou nesta sexta-feira (25) candidatura junto à Justiça Eleitoral. Com o registro, ele também enviou a relação de bens.

Pátio, que busca o terceiro mandato, informou patrimônio de R$ 178.898,76. Já o seu vice, Aylon Arruda (PSD), declarou uma quantia um pouco maior, R$ 862.027,62.

Em comparação com a declaração apresentada em 2016, é possível verificar queda no capital do político. No pleito daquele ano, ele declarou o montante de R$229.648,19.

Pátio foi eleito prefeito de Rondonópolis pela primeira vez em 2008. À época, informou patrimônio de R$ 696.605,96. Em 2014, quando disputou para deputado estadual, ele informou que possuía R$148.091,84

Na relação de bens deste ano, o gestor informou capital social em uma sociedade correspondente a R$ 21.010,00, uma casa de R$ 31.372,32 e um Fusca, ano 1983, de R$ 2.449,20.

Nesta quinta-feira (24), Pátio, informou que testou positivo para Covid-19. Ele entrou em isolamento domiciliar no último domingo (20) após apresentar sintomas da doença.

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