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Tecnologia

Versão falsa do Telegram é removida do Google Play por carregar anúncios fantasmas

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A fabricante de antivírus Symantec encontrou uma versão não oficial do Telegram, chamada “MobonoGram 2019”, que prometia mais recursos e funcionalidades que o programa original. Porém, o aplicativo apenas tinha funções que baixavam sites em segundo plano, incluindo anúncios pornográficos ou páginas que podiam drenar a bateria do celular. Esse comportamento não era informado ao usuário.

O Mobonogram 2019 foi publicado no Google Play, onde teve mais de 100 mil downloads antes de ser retirado do ar. O desenvolvedor, que usava o nome “RamKal Developers”, também constava como responsável por outro aplicativo idêntico, chamado de “Whatsgram”.

O aplicativo e seus clones de fato forneciam algumas funcionalidades de comunicação. Como o código fonte do Telegram é aberto, qualquer pessoa pode copiar o código e criar um aplicativo idêntico para se conectar à rede do Telegram. Seria possível, inclusive, que alguma versão não oficial do Telegram tivesse mais recursos que a verdadeira.

Uma das vantagens de aplicativos alternativos é a possibilidade de funcionar em países que tentam bloquear o Telegram, como a Rússia e o Irã. O Mobonogram 2019 considerava essa vantagem, oferecendo apenas duas opções de idioma: inglês e persa, a língua oficial do Irã.

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Quem instalou o aplicativo deve removê-lo do celular.

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Tecnologia

FaceApp diz que deleta maior parte das fotos dos usuários

Publicado

G1

O FaceApp, aplicativo que envelhece rostos, afirmou em comunicado na quarta-feira (17) que deleta a maior parte das fotos dos usuários. “A maior parte das imagens são deletadas dos nossos servidores em 48 horas, a partir da data de upload (quando a imagem é enviada pelo usuário)”, diz a nota publicada pelo site de tecnologia Tech Crunch, dos Estados Unidos.

Após virar febre na internet nos últimos dias, o app tem sido alvo de questionamentos sobre o que faz com as imagens e os dados coletados. O Faceapp entrou até na mira de políticos americanos: o senador democrata Chuck Schummer protocolou um pedido à Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) e ao FBI para que investiguem se as fotos submetidas ao aplicativo são compartilhadas com governos estrangeiros, como a Rússia.

Apesar das negativas da empresa, a política de privacidade do Faceapp permite que o aplicativo guarde as imagens indefinidamente. Em entrevista ao jornal “The Washington Post”, o presidente da empresa, Yaroslav Goncharov, afirmou que não utiliza as imagens das pessoas para treinar uma ferramenta de identificação e negou que elas sejam compartilhadas com governos. “Não dividimos as informações de usuários com terceiros”, disse.

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Tecnologia

Empresas dos EUA podem receber aval para voltar a vender para Huawei nas próximas semanas, diz agência

Publicado

Por Reuters

Os Estados Unidos podem aprovar licenças nas próximas 2 a 4 semanas que empresas retomem comércio com a chinesa Huawei, de acordo com uma importante autoridade do país, que falou à agência Reuters. É um sinal de que o recente esforço do presidente Donald Trump para aliviar as restrições à empresa chinesa estaria avançando.

A Huawei, que é a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações do mundo, foi proibida de receber produtos e serviços de empresas norte-americanas, após ser adicionada, em maio, a uma lista do Departamento de Comércio dos EUA.

Mas no final do mês passado, depois de se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping, o presidente Donald Trump anunciou que retiraria as proibições impostas à Huawei. Nos últimos dias, o secretário de Comércio Wilbur Ross disse que licenças de comércio seriam emitidas em casos que oferecessem ameaça à segurança nacional.

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Dois fabricantes norte-americanos de chips que fornecem a Huawei disseram à Reuters nos últimos dias que pedirão mais licenças depois dos comentários de Ross. Eles pediram para permanecerem anônimos.

Dos US$ 70 bilhões que a Huawei gastou comprando componentes em 2018, cerca de US$ 11 bilhões foram para empresas dos EUA, incluindo Qualcomm, Intel e Micron Technology.

Os fornecedores querem permissão para fornecer suporte de atendimento ao cliente para os chips que eles constroem e vendem no exterior, ou a aprovação para enviar novos equipamentos fabricados nos EUA para a Huawei e suas subsidiárias em todo o mundo.

Ainda assim, não está claro quais produtos receberão permissões. Alguns fornecedores dos EUA buscaram clareza em uma conferência que o Departamento de Comércio realizou em Washington nesta semana. Uma representante de um fabricante foi informada por uma autoridade sênior dos EUA que as licenças poderiam ser concedidas em duas a quatro semanas na conferência na última quinta-feira (11).

A pessoa, que não quis ser identificada, disse que a autoridade não delineou os critérios para as aprovações da licença, mas ela acredita que elas seriam feitas caso a caso, pelo menos no começo, enquanto a agência busca formar opiniões mais amplas.

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Quando perguntado sobre a orientação do alto funcionário, um porta-voz do Departamento de Comércio disse que a agência está “avaliando atualmente todas as licenças e determinando o que é o melhor interesse de segurança nacional do país”.

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