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Política MT

Botelho agenda reunião com representantes da Desenvolve MT

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Uma reunião com os representantes da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso S/A – Desenvolve MT será realizada para checar inúmeras reclamações de micro e pequenos empreendedores, que alegam dificuldades para obter linhas de crédito devido ao processo burocrático. A informação foi dada pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), nesta terça-feira (13), em resposta a ouvintes do programa Tribuna, comandado pela jornalista Nayara Moura, da Rádio Vila Real, 98.3 FM, em Cuiabá.
Botelho disse que é importante verificar os motivos que travam a liberação dos recursos aos pequenos empresários, especialmente, nesse momento de pandemia e que muitos não têm mais condições de manter seus empreendimentos sem a ajuda do governo. Adiantou que será firmado convênio com a Desenvolve MT para que servidores da ALMT possam prestar serviços e acelerar o atendimento.
“Vou fazer uma convocação dos diretores da Desenvolve MT lá na Assembleia porque a reclamação é muito grande. Quero ver lá o que tem disponível. Até vou fazer diretamente na Desenvolve MT para checar isso. Sabemos que o sistema ficou sobrecarregado devido a muita procura. Com o convênio tenho certeza que vai ampliar o atendimento e nos próximos dias vai melhorar”, assegurou o deputado, ao destacar que exigências do Banco Central também dificultam a liberação de crédito.
Botelho disse que é importante criar uma estrutura maior na agência, inclusive, a ALMT já envidou esforços e destinou recursos, mas que ainda é pouco diante à grande demanda de pequenos e micro empreendedores que agonizam sem condições de trabalho e precisam arcar com as despesas mensais. Para isso, vai debater com Tribunal Estadual de Contas – TCE, Tribunal de Justiça (TJ) e Ministério Público Estadual – MPE a possibilidade de criar um fundo para ampliar linhas de créditos.
“Tenho defendido mais auxílio para os pequenos empresários porque estão sendo prejudicados, muitos ficaram fechados em prol de toda sociedade. Então, por que somente eles têm que pagar a conta? Temos que socializar isso. Os que estão em berço esplêndido, trabalhando e ganhando dinheiro têm que honrar um pouco dos custos dessas pessoas. Então, aí cabe também maior auxílio por parte do estado, como a isenção do IPVA; que haja participação nas contas de energia; pagamento de salários”, defendeu Botelho, ao citar o Ceará que fez isso para ajudar seu povo durante a pandemia.
O deputado também mencionou sobre avanços na regularização fundiária e ações de combate à Covid-19, a exemplo da abertura, por parte da ALMT, de mais três pontos de vacinação, sendo dois em Várzea Grande, no bairro Marajoara e no Parque Berneck e o outro no estacionamento da Casa de Leis, no sistema drive-thru.
Previdência – Sobre a nova alíquota da previdência dos aposentados e pensionistas, bem como dos portadores de doenças raras, disse que a nova taxação de 14% prejudicou muito a categoria. A comissão especial trabalha para que seja apresentado novo projeto com alíquota mais justa, para amenizar a situação dessas categorias, que têm custos com remédios, por exmeplo.
“Já avançamos na nova proposta. Devemos ter uma reunião hoje ou mais tardar amanhã para encerrarmos essa questão e levarmos para o Conselho da Previdência. Já houve uma concordância dos secretários que participaram dessa reunião e só falta o aval final do governador, que deve ser dado entre hoje e até amanhã. Acredito que vai ser muito bom para os aposentados. Vai ser um alívio para essa categoria e às pessoas que têm doenças raras”, finalizou.
 

Fonte: ALMT

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Pavimentação do Distrito Industrial de Campo Verde é discutida no Ministério de Desenvolvimento Regional

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Para tratar da recuperação asfáltica do Distrito Industrial de Campo Verde (MT), o vice-presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes da Assembleia Legislativa, Delegado Claudinei (PSL), com o apoio do parlamentar federal Neri Geller (PP), apresentou essa demanda ao secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Alexandre Lucas, no intuito de obter os devidos direcionamentos para concretizar a execução de obras na região. 

O Distrito Industrial existe há cerca de 20 anos e possui sérios problemas na malha viária, necessidade de construção de galerias pluviais, meio fio, falta de estrutura de drenagem, entre outros. A prefeitura elaborou um projeto executivo que foi dividido em cinco partes, cujo valor estimado da obra é de aproximadamente R$ 16 milhões, sendo preciso a captação de recursos, já que o poder executivo municipal não possui essa verba para o devido investimento. 

Reunião – No encontro também estiveram presentes o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes (PDT), o vereador Sargento Sampaio (PSL) e o vice-prefeito de Lucas do Rio Verde, Márcio Pandolfi, que reivindicaram e deram um panorama da situação enfrentada por moradores e empresários da região. 

Em relação aos recursos para a pavimentação asfáltica, já foi feita a solicitação pelos representantes do município de emendas parlamentares aos deputados Claudinei e Neri Geller. Outra possibilidade dada durante a reunião no MDR foi que, se caso o Distrito Industrial estiver em uma condição crítica que leve a prefeitura a decretar estado de calamidade pública, o órgão federal poderá avaliar a situação para a destinação de verba para sanar os problemas de infraestrutura. 

“O valor da obra para atender o Distrito Industrial é bastante alto, sendo que estamos vendo as alternativas de obter recursos por meio de emendas parlamentares federais. Desde março deste ano, estamos trabalhando essa pauta. Reunimos com o pessoal da região e, logo, com o deputado Neri Geller que nos deu este apoio para verificarmos o apoio com o órgão federal e obter as orientações devidas”, explica Claudinei. 

O próximo passo será uma agenda junto às Secretarias Nacionais de Saneamento e de Mobilidade e Serviços Urbanos do MDR, em que o deputado federal Neri Geller vai solicitar uma audiência. Logo que confirmada a agenda, serão repassadas para as partes envolvidas. 

Fonte: ALMT

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Assembleia Social faz cobertura audiovisual de Festival das Mulheres Indígenas

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Foto: Karen Malagoli

Uma competição entre duas equipes femininas, com corrida e revezamento de carregamento de peso de 60 a 80kg, para promover competitividade, força, habilidade, diversão e resistência física. Um esporte olímpico? Não, trata-se da Corrida de Tora de Buriti, que compõe o Festival das Mulheres Indígenas da Aldeia Belém, do povo xavante radicado na Terra Indígena Pimentel Barbosa, localizada em Canarana (633km de Cuiabá). A programação ocorreu na última semana e contou com uma parceria entre a Associação Iteró Xavante (AIX) e a Assembleia Social.

Mais que promover um esporte, a tradição é mantida enquanto ritual para fortalecer a cultura da etnia xavante e as especificidades desse povo. A Assembleia Social fez a cobertura fotográfica e audiovisual da competição, a fim de que a aldeia possa eternizar o saber em memórias visuais.

Além disso, fotografar os produtos de artesanato indígena, com finalidade de venda, por meio do Projeto Arte da Aldeia. “Ficamos muito felizes que vocês vieram, queremos que todos conheçam a nossa cultura, para nos ajudar a fortalecê-la”, declarou o cacique e presidente da AIX, Paulo Cesar Tsere’urã.

Quem explicou sobre a Corrida de Tora de Buriti foi o filho do cacique, Paulinho Anderson Tsere’urã. O ‘povo verdadeiro’ xavante (como eles se auto intitulam A”uwê) mantém as festas e rituais para “não perder nossa cultura”.

A competição é promovida separadamente por gênero, em datas diferentes, “porque as mulheres também precisam participar”. “A corrida das mulheres é muito importante para a nossa cultura, para o nosso ritual e para as mulheres que gostam de fazer a física [exercícios físicos], de correr. Sem participar das corridas, pode pegar doenças [se referindo ao aspecto da imunidade]. E vocês viram que as mulheres gostam de correr, de carregar [a tora]”.

Foto: Karen Malagoli

Além da corrida, o festival prevê pintura corporal e danças. “Foi uma vivência incrível, porque a gente aprende, não somente sobre resistência física, mas resistência psicológica, resistência sobre nossas raízes, sobre a nossa reconexão com essa força que nos nutre”, comentou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

Todo o festival é simbólico. Inclusive a escolha da árvore a ser carregada e revezada. O buriti é muito importante para a cultura xavante: além do tronco na corrida, são utilizadas as folhas para cobrir as casas e produzir os cestos; os galhos são usados nos artesanatos; e a fruta do buriti é bastante consumida na alimentação.

A parceria entre a Associação Iteró Xavante e a Assembleia Social gerou outros frutos: será desenvolvido um projeto audiovisual na aldeia, chamado Reparir a Terra, de autoria de Daniella Paula, com direção audiovisual de Henrique Santian. “São textos meus falando de maneira poética sobre a vivência do não-indígena numa Aldeia Xavante, com os registros artísticos de Santian. Essa concepção vai virar um bloco do programa Arte e Cultura Mato Grosso”, conta a diretora da unidade social da ALMT e do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros.

A Assembleia Social se comprometeu, ainda, a trazer à Casa de Leis as demandas políticas e sociais da aldeia Xavante da Terra Indígena Pimentel Barbosa.

Na oportunidade, a equipe da Assembleia Social visitou a Prefeitura de Canarana, a convite da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Socioeconômico, e fechou parceria para “oferecer capacitações e realizar um portfólio dos artesanatos dos indígenas Xavante, bem como apoiar as ações culturais da Casa da Memória”, explicou Daniella Paula.

Fonte: ALMT

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