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Economia

Comércio funciona e bancos fecham as portas

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G1 MT

O comércio deve funcionar normalmente no feriado nacional de Corpus Christi, na próxima quinta-feira (20). Segundo a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), válida para Cuiabá e Várzea Grande, o trabalho nos feriados é autorizado, ficando a critério do comerciante abrir ou não as portas.

“É facultativo aos comerciantes abrir as lojas desde que sejam seguidas as leis trabalhistas, portanto, aqueles que optarem em atender os consumidores terão que pagar em dobro o dia trabalhado aos seus funcionários, incluída as comissões de vendas que serão calculadas pela média mensal e o seu pagamento se dará junto com o fechamento da folha de pagamento do corrente mês em que se trabalhou no feriado”, explicou o superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Fábio Granja.

Já os shoppings da Capital e de VG estarão com o mesmo horário de funcionamento dos domingos, das 14h às 20h. As praças de alimentação abrirão a partir das 11h.

Já as agências bancárias não vão abrir no feriado. Outros serviços essenciais como saúde, coleta de lixo, manutenção e distribuição de água, Defesa Civil, localização do gerenciamento urbano, fiscalização e orientação do trânsito funcionam normalmente no feriado.

Os únicos feriados em que o comércio fica desautorizado a abrir são Ano Novo, Dia do Trabalhador, Dia de Finados, Natal e Sexta-Feira Santa. Esse ano, de acordo com a CCT, as empresas deverão colocar nos seus respectivos quadros de aviso o seguinte aviso: “Não haverá expediente normal nos feriados civis e religiosos não autorizados por Lei Municipal (1º de janeiro; Sexta-feira Santa; 1º de Maio (dia do trabalho); 02 de novembro (dia de finados) e 25 de dezembro (Natal)”, sob pena de violação da presente CCT.

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Economia

Festas juninas devem movimentar este ano R$ 641 milhões em São Paulo

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As festas juninas devem movimentar R$ 641 milhões entre os meses de maio e julho no estado de São Paulo, segundo projeção do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (Ciet), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens. O centro calcula R$ 396,1 milhões de impacto direto e R$ 244,9 milhões de efeitos indiretos.

Uma grande parcela dessa movimentação financeira vem dos gastos do público durante os eventos, estimado em R$ 361,1 milhões. Os turistas representam 12% dos frequentadores das festas juninas, respondendo por 37% dos gastos (R$ 133,2 milhões), enquanto os moradores locais respondem por 63% do consumo (R$ 227,9 milhões), calculou o Ciet.

De acordo com informações do estado, em 2022, eventos em 316 municípios localizados em regiões turísticas devem reunir 3,7 milhões de pessoas, com geração de 15.950 empregos.

A projeção do Ciet mostra que as festas juninas deste ano praticamente recuperam o fluxo de visitantes e movimentação financeira, na comparação com o ano de 2019, período anterior à -pandemia.

De acordo com o centro, o publico médio estimado em 2022 é de 12 mil pessoas por evento. Em 2019, o público estava em torno de 14 mil, e a movimentação financeira foi de R$ 660 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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Economia

Dólar chega a R$ 5,32 e atinge maior valor em cinco meses

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Em mais um dia de tensões domésticas e internacionais, o dólar superou a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior valor desde o início de fevereiro. Após três quedas consecutivas, a bolsa de valores teve leve recuperação e conseguiu subir no acumulado da semana.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 5,321, com alta de R$ 0,086 (+1,65%). A cotação chegou a ficar abaixo de R$ 5,30 no início da tarde, mas a tendência de subida se consolidou perto do fim das negociações, com o aumento do pessimismo no mercado financeiro.

A cotação está no maior nível desde 4 de fevereiro, quando também estava em R$ 5,32. Com a alta de hoje, a queda da moeda norte-americana em 2022 caiu para 4,57%. Apenas nesta semana, a divisa valorizou-se 1,33%.

O mercado de ações teve um dia menos tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 98.954 pontos, com alta de 0,42%, sustentado pela compra de ações que ficaram muito baratas nos últimos dias. Os ganhos de hoje fizeram o indicador encerrar a semana com alta de 0,29%, a primeira valorização após quatro semanas seguidas de queda.

A sexta-feira foi turbulenta tanto no mercado interno quanto no externo. No plano internacional, o dólar voltou a subir ante as principais moedas do planeta, apoiado em temores de que os Estados Unidos e diversas economias avançadas entrem em recessão por causa do aumento dos juros para conter a inflação global.

No Brasil, os investidores repercutiram a aprovação, ontem (30), pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que aumenta benefícios sociais e cria auxílios para lidar com os efeitos da alta dos combustíveis. Mudanças de última hora elevaram o impacto fiscal do texto de R$ 38,75 bilhões para R$ 41,25 bilhões apenas no segundo semestre.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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