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Economia

Cotação do Bitcoin cai para abaixo de US$ 20 mil

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O Bitcoin caiu para abaixo de 20 mil dólares neste sábado (18), patamar mais baixo em 18 meses, estendendo sua queda, à medida em que investidores mostram nervosismo pelos problemas cada vez maiores da indústria e com a retração geral de ativos mais arriscados continuando.

O setor de moedas digitais levou um golpe esta semana, após a empresa de empréstimos de criptomoedas Celsius congelar saques e transferências entre contas, enquanto algumas empresas de cripto demitiram funcionários e houve relatos de que um hedge fund (fundos flexíveis que buscam proteção de investimentos) de criptomoedas havia tido problemas.

Isso acontece paralelamente a uma queda nas ações, com papéis norte-americanos passando pela sua maior baixa semanal em porcentagem em dois anos, com temores direcionados ao crescimento das taxas de juro e uma possibilidade cada vez maior de recessão.

O Bitcoin, maior criptomoeda do mundo, teve uma última queda de 7,3%, para US$ 19,085, tendo chegado anteriormente a US$ 18,732 dólares, seu patamar mais baixo desde dezembro de 2020.

A cripomoeda caiu 59% este ano, e a sua principal rival, a ether, apoiada pela Ethereum, caiu 73%. Em 2021, o Bitcoin atingiu um pico de US$ 68 mil dólares.

“Baixar de US$ 20 mil dólares mostra que a confiança na indústria cripto entrou em colapso e que você está vendo as tensões mais recentes”, disse Edward Moya, analista de mercado sênior da Oanda, neste sábado. “Há muitas moedas e transações cripto que estão sob tremenda pressão financeira, devido aos custos de empréstimos”.

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Economia

FGV: confiança do comércio sobe 4,6 pontos em junho

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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 4,6 pontos em junho e alcançou 97,9 pontos. É o maior nível desde agosto do ano passado, quando o índice ficou em 100,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o Icom avançou 3,7 pontos, o que representa o quarto resultado positivo em sequência. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

De acordo com o economista do FGV Ibre Rodolpho Tobler, a melhora no mês ocorreu nos dois horizontes temporais, mas foi maior no Índice de Situação Atual (ISA-COM), que mede a percepção com o volume de vendas no momento.

“O ISA-COM acumula alta de mais de 30 pontos nos últimos quatro meses, recuperando o que foi perdido na desaceleração ocorrida entre o final de 2021 e início de 2022. Para os próximos meses, ainda é necessária certa cautela, o grande desafio passa a ser a continuidade desse cenário favorável mesmo com o fim da liberação de recursos extraordinários, ambiente macroeconômico ainda desfavorável e confiança do consumidor em patamar baixo”.

Segundo o FGV Ibre, em junho a alta ocorreu nos seis principais segmentos da pesquisa, influenciado pelo avanço do ISA-COM, com aumento de 7,4 pontos, e também do Índice de Expectativas (IE-COM), que avançou 1,8 ponto, para 87,5 pontos. O ISA-COM subiu pelo quarto mês consecutivo e atingiu 108,5 pontos, o maior valor desde julho de 2021, quando ficou em 108,7 pontos.

Dessa forma, a confiança do comércio encerra o segundo trimestre do ano em alta, puxada pelas percepções sobre o momento presente. O instituto ressalta que o ISA-COM passou por uma queda contínua do final de 2021 até o início de 2022, mas na passagem do primeiro para o segundo trimestre acumulou uma sequência de altas, conseguindo recuperar o patamar do meio do ano passado.
 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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Economia

Inflação pelo IGP-M sobe para 0,59% em junho

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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,59% em junho deste ano, percentual  maior que o de maio: 0,52%. Segundo informou hoje (29), a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, com o resultado o indicador acumula 8,16% em 2022. Em 12 meses, o IGP-M é de 10,70%, abaixo dos 35,75% acumulados em junho de 2021.

A alta do IGP-M de maio para junho foi puxada pelos preços no varejo e pelo custo da construção.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, subiu de 0,35% em maio para 0,71% em junho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 1,49% para 2,81% no período.

E o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda ao passar de 0,45% em maio para 0,30% em junho. 

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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