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Economia

Em seis meses, Estado já arrecadou 61% do previsto no Orçamento de 2019

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FolhaMax

Ainda na metade do ano, o Estado de Mato Grosso já arrecadou o montante de R$ 11,7 bilhões em impostos estaduais, o que representa 61% do total previsto para a LOA 2019 (Lei Orçamentária Anual), fixado em R$ 19,2 bilhões. Os dados foram extraídos do Portal Transparência do Governo do Estado na tarde desta quinta-feira (13).

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), os dados referentes ao mês de maio ainda não foram fechados, o que pode representar que os números deste período ainda podem aumentar. Até agora, o mês passado marca o número de R$ 2,2 bilhões. Ainda segundo a assessoria, o padrão é que o fechamento ocorra no dia 15 de cada mês.

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Apesar de o mês passado ainda não ter os números concluídos dispostos no Portal, o site já traz informações sobre a arrecadação deste mês. Por enquanto, está registrado o valor de R$ 937,6 milhões. Este dado, por sua vez, só será fechado no dia 15 do mês que vem.

No mês de janeiro, o Estado arrecadou o montante de R$ 1,9 bilhão. Em fevereiro, R$ 2,2 bilhões. Em março, R$ 2,1 bilhões. No mês de abril, foi arrecadado o valor de R$ 2,4 bilhões.

Em contato com o FOLHAMAX, a assessoria da Secretaria de Fazenda informou que no 1º semestre a arrecadação estadual é mais forte. Isso porque, a safra da soja está em pleno andamento, o que fortalece a arrecadação do ICMS.

A LOA norteia a aplicação dos recursos financeiros do Estado, considerando a previsão de arrecadação e a previsão de despesas, como folha de pagamento e manutenção da máquina, e repasses obrigatórios, como a cota do ICMS (Imposto sobre o Comércio de Mercadorias e Serviços) pertencente aos municípios e o duodécimo repassado aos poderes.

A peça orçamentária, aprovada em janeiro deste ano, previa um déficit de R$ 1,7 bilhão. Enquanto a expectativa de arrecadação é de R$ 19,2 bilhões, as despesas no período são previstas em R$ 20,9 bilhões.

Com base neste orçamento, o Governo do Estado adotou medidas de contenção de gastos que prevê, entre outras coisas, a redução de cargos comissionados e custos com a máquina. Além disso, o Governo já adiantou não ter condições de honrar com aumentos salariais para algumas categorias e com a RGA (Revisão Geral Anual) de todo o funcionalismo público.

DESPESAS 

No balanço financeiro divulgado no portal do Estado, ainda não há o detalhamento das despesas de maio e a parcial de junho. Porém, os números apresentados até abril, confirmam o cenário de déficit no Estado.

No primeiro mês do ano, o déficit foi de R$ 168,8 milhões. Em fevereiro, o saldo negativo foi de R$ 118 milhões.

O “melhor” mês no balanço de receita e despesas foi março, cujo déficit foi de R$ 60,0 milhões. Em abril, o déficit foi de R$ 72,821 milhões.

IMPOSTOS GERAIS

De acordo com o impostômetro disponibilizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, a “Avenida do CPA”, os mato-grossenses pagaram até às 17h15 do dia 13 de junho o montante de R$ 15.287.938.072,10.

O valor é referente à soma de todos os impostos pagos pelos cidadãos, seja de cunho municipal, estadual ou federal.

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Economia

Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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Economia

Festas juninas devem movimentar este ano R$ 641 milhões em São Paulo

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As festas juninas devem movimentar R$ 641 milhões entre os meses de maio e julho no estado de São Paulo, segundo projeção do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (Ciet), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens. O centro calcula R$ 396,1 milhões de impacto direto e R$ 244,9 milhões de efeitos indiretos.

Uma grande parcela dessa movimentação financeira vem dos gastos do público durante os eventos, estimado em R$ 361,1 milhões. Os turistas representam 12% dos frequentadores das festas juninas, respondendo por 37% dos gastos (R$ 133,2 milhões), enquanto os moradores locais respondem por 63% do consumo (R$ 227,9 milhões), calculou o Ciet.

De acordo com informações do estado, em 2022, eventos em 316 municípios localizados em regiões turísticas devem reunir 3,7 milhões de pessoas, com geração de 15.950 empregos.

A projeção do Ciet mostra que as festas juninas deste ano praticamente recuperam o fluxo de visitantes e movimentação financeira, na comparação com o ano de 2019, período anterior à -pandemia.

De acordo com o centro, o publico médio estimado em 2022 é de 12 mil pessoas por evento. Em 2019, o público estava em torno de 14 mil, e a movimentação financeira foi de R$ 660 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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