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Jurídico

Genro de Arcanjo e mais 5 prestam depoimentos na GCCO

Publicado

Gazeta Digital

O advogado João Arcanjo Ribeiro, Zaid Arbid, esteve na tarde desta terça-feira (4) na Gerência de Combate ao Crime organizado (GCCO) onde estão sendo ouvidos os envolvidos de participar de uma organização criminosa.

Estão sendo ouvidos nesta tarde, além do genro de João Arcanjo, Giovanni Zem Rodrigues, os acusados Bruno Almeida dos Reis, Alexsandro Correia, João Henrique Sales de Souza, Mariano Oliviera e Marcelo Gomes. Todos presos na desde quarta-feira (29), quando foi deflagrada a Operação Mantus, que investiga a organização criminosa.

O advogado de Zem, Ulisses Rabaneda, disse que só daria declaração após o depoimento do seu cliente, ainda nesta. Já o advogado de Arcanjo afirmou que  não entrou com recurso contra prisão do bicheiro na Justiça.

“O recurso será a verdade”, afirma Zaid Arbid, que irá encaminhar pedido de revogação da prisão de João Arcanjo nos próximos dias.

O defensor afirma que nos anos em que esteve preso Arcanjo “pode ter perdido a sensibilidade do convívio social, mas não perdeu a noção do que é certo ou errado. Ele não e imbecil para fazer algo e voltar para a prisão”, pontua.Arcanjo seja ouvido na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) na quinta-feira (6).

Os depoimentos estão sendo prestados ao delegado Flávio Stringueta, titular da GCCO.

Todos chegaram à unidade com o informe de presidiário, algemado, em viatura da Gerência.

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Jurídico

Polícia Federal investiga suposta fraude nos Correios no Maranhão

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por

Agência Brasil

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram hoje (17) uma operação contra um suposto grupo criminoso suspeito de fraudar os Correios em oito cidades do Maranhão, incluindo a capital, São Luís.

Setenta e quatro agentes federais que participam da chamada Operação Mercancia Postal cumprem 16 mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão temporária e oito de intimação.

Os mandados judiciais foram expedidos pela Subseção Judiciária de Bacabal (MA), que também determinou o sequestro de bens dos principais investigados. Somados, os bens bloqueados atingem valor estimado em cerca de R$ 933 mil.

De acordo com a PF, a Operação Mercancia é o resultado de dois inquéritos instaurados para apurar a suspeita de fraudes em agências dos Correios nos municípios maranhenses de Barreirinhas; Bacabal; Codó; Coelho Neto; Lago Verde; Santa Inês; São Luís e São Luís Gonzaga.

A PF diz ter provas de que empregados dos Correios simulavam roubos e furtos para se apropriar de valores das agências. O mesmo grupo cobrava propina para revalidar senhas de benefícios previdenciários, atestando irregularmente que os beneficiários estavam vivos. Além disso, os investigados são suspeitos de usar CPFs irregulares para receber, do governo federal, benefícios assistenciais como o auxílio emergencial pago a pessoas afetadas pela pandemia da covid-19.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por roubo, furto, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, peculato eletrônico, falsa comunicação de crime, estelionato majorado e associação criminosa.

Em nota, os Correios informaram que estão colaborando com as investigações, já tendo fornecido à PF informações que contribuíram para a apuração das suspeitas de irregularidades. A empresa diz que é “inaceitável” a conduta de empregados que ajam contrariamente ao que estabelecem os padrões e valores defendidos pelos Correios. A empresa informa que já adotou “as medidas disciplinares que os casos requerem” e destaca que as condutas sob investigação da PF “não traduzem o comportamento de seu quadro de pessoal”.

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Fachin ordena retirada da Força Nacional de dois municípios baianos

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Agência Brasil

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite desta quinta-feira (17) que o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) retire em 48 horas o efetivo da Força Nacional enviado a dois municípios da Bahia.

Fachin atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) feito pelo governador do estado, Rui Costa, que alegou violação ao princípio federativo por não ter sido consultado antes do envio das tropas a dois assentamentos rurais nos municípios de Prado e Mucuri, no litoral sul da Bahia.

O emprego da Força Nacional fora autorizado em portaria publicada em 1º de setembro pelo MJSP. A medida estava prevista para durar até 2 de outubro, com possível prorrogação.

O objetivo alegado foi o de auxiliar o Ministério da Agricultura e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na garantia da segurança em assentamentos. O Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está presente na região.

Em sua decisão, Fachin concordou que o emprego da Força Nacional deveria ter sido realizado em articulação com o governo estadual. O ministro determinou a citação da Advocacia-Geral da União (AGU) para que se manifeste sobre a possível realização de uma audiência de conciliação sobre o assunto.

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