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Governador e primeira-dama discutem ações de enfrentamento à violência contra a mulher

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Reunião ocorreu com a deputada federal Rosa Neide e diversas representantes de entidades e órgãos que atuam em defesa dos direitos da mulher

Evelyn Ribeiro | Secom-MT

O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes se reuniram com a deputada federal Rosa Neide e representantes de diversas entidades e órgãos públicos que atuam na defesa dos direitos das mulheres. A reunião foi realizada nesta sexta-feira (22.01), no Palácio Paiaguás, e discutiu ações que possam contribuir no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. 

Entre as medidas propostas estão a realização de campanhas publicitárias e de conscientização, que possam encorajar as mulheres a denunciarem, e trabalhar junto ao público masculino o ciclo da violência e todas as consequências. Também foram apresentadas sugestões quanto ao reforço da patrulha Maria da Penha, capacitação de todos os profissionais que atuam nas delegacias e na linha de frente do atendimento ao casos, bem como os jovens e adolescentes nas escolas.

“A violência doméstica é um tema extremamente sensível e precisamos cada vez mais dedicar atenção a ele. Denunciar, colocar luz neste problema é o primeiro passo para enfrentar e resolver. Iremos desenvolver campanhas de conscientização, de educação, utilizando vários mecanismos para que nós possamos alertar aos homens do risco que eles correm e que este é um ato de covardia”, ressaltou o governador Mauro Mendes.

A defesa dos direitos das mulheres têm sido uma das prioridades da primeira-dama Virginia Mendes. O combate à violência doméstica e sexual em Mato Grosso foi uma de suas principais bandeiras assumidas. Além da inauguração da Delegacia da Mulher 24 horas, a primeira-dama também lidera ações e campanhas de conscientização sobre os direitos das mulheres dentro dos órgãos públicos.

“Com certeza unidos somos mais fortes e iremos mais longe. Essa reunião é uma convergência de todos que buscam efetivamente trabalhar para reduzirmos esses índices tão alarmantes de violência contra a mulher em Mato Grosso. Inauguramos a Delegacia da Mulher 24 horas, foi um grande passo, mas precisamos avançar e continuar atuando com foco especial na prevenção e na mudança cultural e este será o próximo passo”, frisou a primeira-dama Virginia Mendes.

De acordo com a deputada federal Rosa Neide o combate é um eixo que deve ser trabalhado desde à infância e em todos os ambientes de convivência. 

“Reunimos aqui uma representação muito forte de pessoas que lutam para que a gente diminua a violência doméstica no Estado. Neste período de pandemia os índices subiram e nós precisamos que a mulher seja respeitada dentro e fora de casa, e por todos que fazem parte do convívio, seja marido, filho, irmãos, pais, etc. O governador fez encaminhamentos, discutiu projetos e isso é muito importante”, pontuou a deputada federal Rosa Neide.

Também participaram da reunião o juiz da 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar, Jamilson Haddad, a presidente do Conselho Estadual da Mulher, procuradora Glaucia Amaral, a delegada Delegacia da Mulher de Várzea Grande, Mariel Antonini Dias, o delegado-adjunto da Polícia Judiciária Civil, Gianmarco Paccola, a defensora pública, Tânia Matos, a promotora de Defesa da Mulher, Elisamara Sigles Portela, a 1ª Tenente PM da Patrulha Maria da Penha, Denyse Alves, o secretário-adjunto de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc), Kennedy Dias, a presidente da Comissão de Direito da Mulher da OAB-MT, Clarissa Lopes, a presidente da OAB subseção de Várzea Grande, Flávia Moretti, a coordenadora regional do Compliance Women Commitee e vice-presidente da Comissão de Compliance da OAB-MT, Luciana Serafim, e a coordenadora de Direito da BPW Várzea Grande, Ariana Paim.

 

Fonte: PJC MT

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“Investimentos em tecnologia e equipamentos melhoram atuação e garantem credibilidade à Polícia Civil”, afirma delegado-geral

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Mario Dermeval destaca os resultados imediatos obtidos com o Inquérito Policial Eletrônico e a criação de novas delegacias, como a de Combate à Corrupção

Jairo Sant’Ana / Raquel Teixeira | Secom – MT

A Polícia Judiciária Civil tem investido em tecnologia de ponta, reforma de unidades e criação de delegacias especializadas, ações realizadas com o objetivo de proteger e melhorar o atendimento à sociedade.

De acordo com o diretor-geral da Polícia Civil, Mario Dermeval, resultados imediatos foram obtidos com o Inquérito Policial Eletrônico e a criação de novas delegacias, como a de Combate à Corrupção.

Em entrevista, ele ainda destaca que o recebimento de armamento moderno, novas viaturas e investimentos do Governo do Estado tem possibilitado a melhoria da atuação da instituição.

Leia a entrevista completa

Uma das determinações do governador Mauro Mendes é desburocratizar e facilitar o acesso da população aos serviços oferecidos pelo Estado. Qual o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil nesta direção?

Mário Dermeval – A Polícia Judiciária Civil vem, nos últimos quatro anos, desenvolvendo seu parque tecnológico. Com a recém-criada Coordenadoria de Tecnologia da Informação, pudemos implantar o Inquérito Policial Eletrônico e outras inovações a ele atreladas, que têm nos proporcionado avanços consideráveis, credibilidade e celeridade junto ao Judiciário, ao Ministério Público e à população.

Por meio do GEIA, conjunto de sistemas interligados, temos acesso a diversas informações de pesquisa e checagem envolvendo a inteligência, a gestão e procedimentos de investigação da Polícia Judiciária Civil.

Sobre os investimentos feitos pela Polícia Judiciária Civil em tecnologia, sistemas, como o Inquérito Policial Eletrônico (IPE), foram reconhecidos como inovadores por outros Estados. Por que este reconhecimento e como pode ser aprimorado ainda mais? Além disso, quais os ganhos para o Estado e para a própria instituição?

Mário Dermeval – O IPE é derivado do sistema GEIA, desenvolvido pela Polícia Civil há cerca de nove anos. Investimos e ampliamos as equipes responsáveis pelo seu desenvolvimento, que, por sua vez, criaram módulos específicos relacionados à produção de peças do inquérito policial.

A utilização da mesma linguagem de programação utilizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso permitiu uma interação, sem a necessidade de intervenção humana. Ou seja, o nosso sistema GEIA hoje interage, instantaneamente, com o PJE (Processo Judicial Eletrônico).

Estamos também trabalhando no desenvolvimento de diversos aplicativos, a serem colocados à disposição do público e de nossos policiais, que irão favorecer o combate ao crime em diversas vertentes. Podemos citar, por exemplo, o TCO online (Termo Circunstanciado de Ocorrência), que será preenchido pelo policial no local do atendimento da ocorrência, evitando o deslocamento até as unidades e caindo instantaneamente no sistema GEIA. Estará à disposição mobile de nossos policiais civis outras instituições que queiram utilizá-lo.

Outro exemplo de trabalho sendo desenvolvido é o botão do pânico, que funcionará atrelado a medidas protetivas online, permitindo à vítima solicitar de onde estiver a proteção em momentos de perigo.

Utilizamos também sistemas de gestão, dashboards, que nos dá acesso instantâneo a informações, que permitem tomadas de decisões precisas, sem cometimento de injustiças, falhas ou equívocos. Todas as informações são retroalimentadas, dentro dos próprios módulos. Ou seja, permitem uma administração de alta qualidade.

Deve-se destacar, que apesar das dificuldades, montamos um corpo de desenvolvedores para atuar nos sistemas da Polícia Civil, que praticamente se paga. Na verdade, com implantação do Inquérito Eletrônico, ocorre uma grande economia de papel e de tinta para impressão muito maior com o que se gasta com a contratação dos desenvolvedores. As mudanças, como são desburocratizadas e rápidas, não geram custos e são feitas pela própria equipe da Polícia Civil.

Nos últimos anos, foram criadas delegacias especializadas de repressão a diversos crimes. Quais foram e de que forma aprimoram a atuação da Polícia Civil junto à população?

Mário Dermeval – Por determinação do Ministério da Justiça, criamos a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), separada da Delegacia Fazendária. Com isso, dividimos a apuração dos crimes entre as duas unidades. Esta divisão nos obrigou, inclusive, a modificar nossa Lei Complementar, definindo e especificando as atribuições de cada unidade.

A Deccor, por ser uma delegacia jovem, começou diversas apurações de delitos de corrupção e de desvio de dinheiro contra o erário público, com bons resultados em 2020 e esperamos que neste ano repita os resultados.

Já as Delegacias de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e a de Estelionato (criada em Lei, mas desativada), estão sendo implantadas. Com mais servidores ao nosso efetivo e com a entrega de novos sistemas, por parte da nossa Coordenadoria de Tecnologia da Informação, vamos combater o crime virtual com mais qualidade e buscando rapidez na apuração e elucidação dos casos.

Coube ao Governo do Estado, após a Polícia Civil demonstrar a economia a ser gerada, a contratação de novos desenvolvedores para atuar com nossos sistemas, cujo destaque neste primeiro biênio (2019-2020) foi o Inquérito Policial Eletrônico. Com a recontratação, por mais um biênio, de mais oito desenvolvedores, esperamos resultados diferenciados, porque focamos nesta contratação profissionais especializados em desenvolvimento de aplicativos.

O governo tem investido em melhorias para os policiais, como armamento mais moderno e substituição das viaturas. Na semana passada, a Polícia Civil recebeu 200 pistolas e mais ainda devem ser entregues até o final do ano. Além disso, diversas delegacias foram modernizadas. Como essas ações podem melhorar o trabalho dos delegados, investigadores e policiais?

Mário Dermeval – Há um bom tempo, a Polícia Civil tem feito parcerias para melhorar sua infraestrutura, especialmente na captação de recursos federais, estaduais. E, trabalhando em parceria com o Ministério Público do Estado (MPE) e Poder Judiciário, obtivemos diversos benefícios.

Pode-se citar a reforma de mais de 20 delegacias nos dois últimos anos, como também a construção de diversas unidades – algumas já entregues outras em fase final, como a Cidade da Polícia de Sinop, com todas as unidades da Polícia Civil reunidas em um único espaço, em um ambiente com mais qualidade.

Temos a nova Delegacia da Mulher de Cuiabá, a ser inaugurada no próximo mês, em comemoração ao Mês da Mulher (Dia Internacional da Mulher); a nova DERFVA, que, em parceria com o Detran, será entregue com um prédio que triplicou de tamanho e sem veículos no pátio, pois todos já foram prensados.

Outra novidade que está sendo desenvolvida em parceria com a Unemat, é um sistema de captura de imagens em 3D que irá escanear objetos (veículos) apreendidos, para juntá-los aos inquéritos eletrônicos, evitando assim que sejam armazenados e abarrotem nossas unidades.

Em relação ao armamento, 200 pistolas importadas, de alto padrão, estão sendo distribuídas para os policiais das regionais de Confresa e Juína, buscando valorizar os policiais de locais mais distantes, com mais dificuldades para exercerem suas funções. E conforme as novas aquisições forem chegando, vamos contemplar as demais regionais.

Foram também adquiridos outros armamentos, inclusive foi renovado todo o arsenal de armas longas, da Gerência de Operações Especiais, por meio de um TAC (termo de ajustamento de conduta) foram adquiridos 27 fuzis 27 fuzis T4.

O que a população pode esperar da Polícia Civil para os próximos anos?

Mário Dermeval – Acreditamos que 2021 será um bom ano, porque finalmente o Executivo investe na instituição, o que aliado à nossa captação de recursos alternativa, trará bons resultados à instituição. Melhoramos nossa infraestrutura e, com a chegada de novas viaturas, novos armamentos e novas tecnologias, certamente prestaremos um trabalho de mais qualidade ainda à sociedade mato-grossense.

Fonte: PJC MT

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Membro da cúpula de uma organização criminosa procurado pela Justiça é preso em Rondonópolis

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Um foragido da Justiça e membro da cúpula de uma organização criminosa, foi preso na noite de sexta-feira (26.02), após informações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) obtidas com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil. repassadas a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A prisão aconteceu no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). 

O suspeito vinha sendo procurado desde o meado do ano passado (2020), depois de ser solto por decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, utilizando atestado médico falso alegando que o mesmo fazia parte do grupo de risco por conta da Covid-19, pois possuía comorbidade. 

Durante investigação para apurar o paradeiro do suspeito, os policiais civis da GCCO em conjunto com a Diretoria de Inteligência, descobriram que ele estava vindo de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, em um veículo Pajero cor branca.

Diante das informações foi solicitado auxílio da Polícia Rodoviária Federal, que realizou a abordagem do referido automóvel onde o suspeito estava, nas proximidades da cidade de Rondonópolis.

No momento da abordagem ele apresentou documento falso, porém foi reconhecido pelos policiais civis da GCCO que deslocaram até o ponto da abordagem, sendo então dado cumprimento ao mandado judicial de prisão. O suspeito também responderá pelo crime de uso de documento falso.

Conforme apurado o suspeito integra a cúpula de uma facção criminosa instalada em Cuiabá, razão pela qual foi preciso um trabalho especializado para a sua localização. 

O homem estava em uma Pajero nova, que supostamente seria de sua advogada, conforme relato do próprio detido à PRF. Fato esse que será objeto de investigação da participação da profissional em possível crime de favorecimento pessoal.  O aparelho celular dele também foi apreendido para análise.  

Depois de preso, o suspeito foi conduzido até a Gerência Estadual de Polinter e Capturas para as providências cabíveis, e posteriormente encaminhado para audiência de custódia. 

Participaram da ação 10 policiais civis da GCCO, 2 equipes da Diretoria de Inteligências e policiais da PRF.

Fonte: PJC MT

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