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Mato Grosso

Governo ajuda a construir nova história para a educação de Cuiabá

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O Governo do Estado entrega, neste mês de abril, o novo prédio da Escola Estadual Dr. Mário de Castro, localizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Como presente para os cuiabanos, também será inaugurada a reforma e ampliação da Escola Estadual Hermelinda de Figueiredo, no bairro Coophema.

No caso da escola do Pedra 90, a obra foi retomada pela atual gestão em agosto de 2019 e se torna referência para todo o Estado. Com investimentos de R$ 7.831.454,23, recursos próprios do Estado, a escola começa a construir uma nova história da educação para os moradores da região.

Criada pelo decreto 1.809 de 18 de agosto de 1992, ela nasceu junto com o bairro. Hoje mais de 100 mil moradores moram na regioão, que se transformou. De um bairro periférico, com altos índices de violência, hoje o Pedra 90 tem outra realidade. Comércio próprio, mais seguro, praticamente independente da região central da capital.

É neste contexto que é inaugurado o novo prédio da EE Dr. Mário de Castro, que no nome homenageia o médico Mário de Castro, que dedicou sua vida à saúde e à educação.

“A escola Mário de Castro vai ser referência tanto em infraestrutura como na área pedagógica, dando um grande passo na educação, pois será a primeira a implantar o método pedagógico Profissão 4.0, que visa preparar o estudante para o mercado de trabalho atual. Nossas expectativas são as melhores e vamos continuar investindo para que o nível de aprendizagem de nossos estudantes seja cada vez melhor”, destacou o secretário de Educação de Mato Grosso, Alan Porto.

Por meio do Programa 4.0, os estudantes terão acesso a conhecimentos teóricos de tecnologia em cursos rápidos e ainda terão equipamentos para colocar em prática o que aprenderem, com aplicações de designer em computador e impressão de protótipos. Também vão aprender sobre robótica, terão aulas de inglês e informática.

O prédio representa muito mais do que um espaço adequado para a educação. Oferece também uma ampla área para o esporte e desenvolvimento de atividades culturais.

E neste ponto vem novamente atender uma grande demanda da região, de ofertar lazer e esporte aos inúmeros adolescentes e jovens.

A nova sede tem 1.700 alunos matriculados. São 16 salas de aula, laboratórios de física e química, sala do Profissão 4.0, sala de professores, sala de reuniões, secretaria, coordenação e diretoria.

O prédio ainda possui uma ampla cozinha e refeitório e uma quadra poliesportiva com modelo referência, com vestiários feminino e masculino.

Reformadas e ampliadas

Outras grandes obras do governo, na área de educação, em Cuiabá, são as reformas e ampliações das Escolas Estaduais Hermelinda de Figueiredo, no bairro Coophema, e Cleinia Rosalina de Souza, no Residencial Itamarati.

Na EE Hermelinda de Figueiredo, além da reforma geral, um novo bloco foi construído, além do refeitório. Com arquitetura moderna, com total acessibilidade, professores e alunos vão se surpreender quando puderem retornar.  

Foram investidos R$ 2.725.705,50 e a unidade passa a contar com nove salas de aula, além de laboratórios e demais dependências.

Na EE Cleinia Rosalina de Souza foram mais R$ 2.869.791,36 de investimentos. A reforma, que já está na reta final, contemplou 22 salas, divididas em três pavilhões, sendo 14 salas de aula, laboratórios de química, biologia, física e matemática, sala multifuncional, biblioteca, cozinha, refeitório, coordenação, sala dos professores, banheiros, além da parte administrativa.

Foi a primeira reforma desde a construção da escola, na década de 1980.

Manutenção preventiva

Cuiabá teve 20 escolas beneficiadas com manutenção preventiva e corretiva que incluem reparos, adequação e revisão dos telhados, cobertura e forro, banheiros, reparos na parte elétrica e hidráulica, serviços de pintura, troca de pisos, janelas e portas, entre outros. Neste valor não estão incluídas as reformas gerais e as novas obras.

A Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira, foi a que recebeu o maior investimento na Capital, no total de R$ 385.555,71.

Houve manutenção nos banheiros, com troca de sanitários e chuveiros, ampliação da biblioteca e adequação de algumas salas, como laboratório de ciências e sala dos professores, além de pintura e acessibilidade para alunos com deficiências. O forro e o telhado também tiveram manutenção, assim como vidros quebrados foram trocados.

Com segundo maior investimento em manutenção, em 2020, na Capital, está a Escola Estadual Djalma Ferreira de Souza. Foram R$ 329.727,71 aplicados em melhorias do prédio.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Em Mato Grosso, 31 municípios estão com risco muito alto de contaminação pela Covid-19

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou, nesta terça-feira (13.04), o Boletim Informativo n° 401 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso.

O documento mostra, a partir da página 11, que 31 municípios registram classificação de risco muito alta para o coronavírus. São eles: Alto Taquari, Araguaiana, Araguainha, Brasnorte, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Canabrava do Norte, Canarana, Curvelândia, Diamantino, Figueirópolis D’Oeste, Guarantã do Norte, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Mirassol D’Oeste, Novo São Joaquim, Paranaíta, Planalto da Serra, Poconé, Ponte Branca, Porto Estrela, Poxoréu, Querência, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São José do Xingu, Sapezal, Tangará da Serra e Torixoréu.

Outras 110 cidades estão classificadas na categoria de risco alto para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado para a Covid-19.

Novo método para classificação

O metódo para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do último dia 25 de março. Desde então, não sé levado em consideração só o número absoluto dos casos dos últimos quatorze dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020.  Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco

Nível de Risco ALTO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;

b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;

c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não-presenciais;

d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

Nível de Risco MUITO ALTO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;

b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;

c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades.

d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;

e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;

§1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.

§2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.

§3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.

Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Governo de MT já distribuiu 99,7% das doses recebidas; veja quanto cada município aplicou

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O Governo de Mato Grosso recebeu, até esta terça-feira (13.04), 618.760 doses das vacinas contra Covid-19 do Ministério da Saúde e já distribuiu 617.084 aos 141 municípios do Estado, ou seja, 99,7% do total recebido.

Após a distribuição de forma célere aos 14 Escritórios Regionais de Saúde, cabe a cada município fazer a retirada do imunizante, organizar o agendamento e a aplicação da vacina junto aos grupos prioritários.

Das 618.760 doses disponibilizadas aos municípios, as prefeituras aplicaram 355.323 (57%), sendo 268.218 como primeira dose e 87.105 como segunda dose. 

Os 10 municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Aripuanã (93%), General Carneiro (86%), Jaciara (86%), Rondolândia (81%), Planalto da Serra (81%), Juína (79%), Conquista D’Oeste (78%), Sorriso (78%), Alto Boa Vista (77%) e Nortelândia (76%). 

Confira o ranking completo de aplicação das vacinas no Boletim Informativo n° 401 ou no Painel de Distribuição de Vacinas Covid-19

Considerando as vacinas destinadas à população indígena, alguns municípios podem registrar as doses aplicadas nas aldeias localizadas em territórios vizinhos e ultrapassar o limite de 100% da aplicação. 

A Vigilância Estadual ainda alertou que a utilização das segundas doses como primeira dose pode comprometer o esquema vacinal da população do município, considerando o fornecimento e as orientações feitas pelo Ministério da Saúde.

Sobre a distribuição

Na força-tarefa da vacinação, cabe ao Governo do Estado fazer a logística de distribuição, que é definida pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A escolta dos materiais até os 14 polos de distribuição é feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), além das Polícias Federal e Rodoviária Federal e o Ministério da Defesa. Em alguns casos onde há necessidade, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) disponibiliza sua frota aérea para dar celeridade à distribuição.

É importante ressaltar que o Governo Federal define o total de doses que cada estado recebe. Essa definição ocorre de acordo com a quantidade de pessoas que pertencem aos grupos prioritários e não pela quantidade absoluta da população. Ou seja, estados com o maior número de idosos e profissionais de saúde recebem mais vacinas nesse primeiro momento.

Fonte: GOV MT

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