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Economia

Inflação medida pelo IGP-DI fica em 0,69% em maio, diz FGV

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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve inflação de 0,69% em maio deste ano. A taxa é superior à registrada no mês anterior (0,41%) mas inferior à observada em maio de 2021 (3,40%).

Com o resultado, o índice acumula taxa de 10,56% em 12 meses, menos do que um terço daquela apurada em maio de 2021 (36,53%).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que analisa o atacado, subiu de 0,19% em abril para 0,55% em maio, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,95% para 2,28%.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve queda na taxa de inflação, ao passar de 1,08% em abril para 0,50% em maio.

Edição: Valéria Aguiar

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Economia

Bolsa cai mais de 2% com cenário externo desfavorável

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A perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos voltou a afetar o mercado financeiro global nesta sexta-feira (19). O dólar chegou a superar os R$ 5,20, mas caiu perto do fim da sessão e fechou praticamente estável. A bolsa da valores teve a maior queda em 40 dias e voltou aos 111 mil pontos.

O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.496 pontos, com recuo de 2,04%. Quase todas as ações caíram, com destaque para companhias aéreas, locadoras de veículos e incorporadoras imobiliárias. Essa foi a primeira queda após cinco altas seguidas, o que fez com que o indicador recuasse 1,13% na semana.

O mercado de câmbio teve um dia de volatilidade. O dólar comercial encerrou esta sexta vendido a R$ 5,168, com queda de 0,08%. A cotação chegou a encostar em R$ 5,22 no início da tarde, mas desacelerou e passou a cair perto do fim das negociações por causa de recursos trazidos por exportadores.

A moeda norte-americana subiu 1,86% na semana. Apesar da alta de hoje, a divisa acumula queda de 0,08% em agosto e de 7,27% em 2022.

Mais uma vez, o mercado internacional continuou a repercutir a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). No documento, divulgado na última quarta-feira (17), os dirigentes do Fed informaram que o órgão manterá os juros dos Estados Unidos elevados por longo tempo para segurar a inflação, que está no maior nível em 41 anos.

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil. Apesar de, num primeiro momento, os investidores terem interpretado que os juros norte-americanos seriam elevados em 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Fed, parte do mercado acredita que haverá um novo aumento de 0,75 ponto.

A desaceleração da economia chinesa, afetada pelos lockdowns para conter a pandemia de covid-19 e pela crise no setor imobiliário, também afetou os países emergentes. Isso porque o país asiático é grande consumidor de commodities (bens primários com cotação internacional), cujos preços caíram nos últimos dias.

*Com informações da Reuters
 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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Economia

RJ e ES têm maiores altas na receita até o 3º bimestre

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Os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo tiveram os maiores crescimentos de receitas correntes até o terceiro bimestre de 2022, segundo o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, divulgado hoje (19) pelo Ministério da Economia.

O Rio de Janeiro teve alta de 36% nas receitas correntes, enquanto o Espírito Santo teve um acréscimo de 34%. Em terceiro lugar, com 32% de alta, empataram Pará, Mato Grosso e Santa Catarina. 

Com a exceção do Rio Grande do Sul, todos os estados tiveram aumento da receita e das despesas correntes acima da inflação, acumulada em 5,49% de janeiro a junho de 2022. No caso do orçamento gaúcho, tanto despesas quanto receitas correntes aumentaram apenas 5%.

Em relação às despesas correntes, a maior alta foi de Roraima, onde aumentaram 39%, superando a alta das receitas, que foi de 21%. 

As despesas também aumentaram mais do que as receitas em Rondônia (34% contra 31%), Ceará (28% contra 25%), Piauí (24% contra 22%), Minas Gerais (21% contra 18%) e Amazonas (28% contra 18%). 

O relatório mostra que São Paulo é o estado cuja receita própria corresponde ao maior percentual da receita corrente, com 93%, seguido por Rio de Janeiro, com 90%, e Rio Grande do Sul, com 83%. Na outra ponta, o Acre é o estado em que as transferências são a maior parte da receita corrente, com 71%.

Sobre as despesas, o relatório mostra que  Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina foram os estados com o maior percentual de investimentos, correspondendo a 12% da receita total. O Amazonas foi estado que mais gastou com despesas de custeio, com 33%, e o Rio Grande do Sul foi que teve o maior percentual pago em despesas de pessoal, com 66%.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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