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Justiça condena réu que matou mulher a tesourada em Cuiabá

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O cuidador de carros Denivaldo Albino da Silva foi condenado a 13 anos de prisão por matar uma mulher, na avenida Getúlio Vargas. O crime aconteceu em novembro de 2018 e o julgamento realizado na quarta-feira (23), no salão do Tribunal do Júri, em Cuiabá.

 

“Pelo exposto e considerando a vontade soberana do Conselho de Sentença, condeno o réu Denivaldo Albino da Silva à pena privativa de liberdade de 13 (treze) anos e 06 (seis) meses de reclusão, no regime inicial fechado”, é a sentença.

O homem confessou o crime à polícia e ao juízo. Disse que matou porque a mulher, roubou seu dinheiro e achava que ela tinha pego seu celular. Ele havia consumido diferentes drogas no dia do homicídio. A vítima, que não foi identificada no processo, morreu por asfixia, depois do acusado pisar por dois vezes sobre seu peito.

 

Segundo a ação, o crime aconteceu em 23 de novembro de 2018. O homem estava nas imediações da Escola Estadual Liceu Cuiabano, quando a mulher se aproximou. Era segunda-feira e o réu disse que tinha consumido bebida alcoólica, fumado maconha e usado cocaína. A principio ele achou que a vítima queria droga, mas ela disse que queria fazer um programa sexual.

No caminho para o local marcado para o ato, ela exigiu metade do dinheiro e o homem deu. Enquanto ele se distraiu e baixou a cabeça, a mulher correu com o pagamento. O homem carregava uma bolsa e tirou dela uma tesoura.

 

Com a arma, ele correu atrás da mulher e a feriu nas costas. A mulher, de físico magro e estatura baixa, caiu no chão. Coma vítima caída, ele deu dois “pisões” no peito da mulher e fugiu. Ele foi preso nas imediações do local do crime.

 

A mulher sangrou até a morte, no mesmo lugar em que caiu após a tesourada.

 

O réu foi encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), onde permanece até hoje.

 

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Polícia Federal investiga suposta fraude nos Correios no Maranhão

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Agência Brasil

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram hoje (17) uma operação contra um suposto grupo criminoso suspeito de fraudar os Correios em oito cidades do Maranhão, incluindo a capital, São Luís.

Setenta e quatro agentes federais que participam da chamada Operação Mercancia Postal cumprem 16 mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão temporária e oito de intimação.

Os mandados judiciais foram expedidos pela Subseção Judiciária de Bacabal (MA), que também determinou o sequestro de bens dos principais investigados. Somados, os bens bloqueados atingem valor estimado em cerca de R$ 933 mil.

De acordo com a PF, a Operação Mercancia é o resultado de dois inquéritos instaurados para apurar a suspeita de fraudes em agências dos Correios nos municípios maranhenses de Barreirinhas; Bacabal; Codó; Coelho Neto; Lago Verde; Santa Inês; São Luís e São Luís Gonzaga.

A PF diz ter provas de que empregados dos Correios simulavam roubos e furtos para se apropriar de valores das agências. O mesmo grupo cobrava propina para revalidar senhas de benefícios previdenciários, atestando irregularmente que os beneficiários estavam vivos. Além disso, os investigados são suspeitos de usar CPFs irregulares para receber, do governo federal, benefícios assistenciais como o auxílio emergencial pago a pessoas afetadas pela pandemia da covid-19.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por roubo, furto, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, peculato eletrônico, falsa comunicação de crime, estelionato majorado e associação criminosa.

Em nota, os Correios informaram que estão colaborando com as investigações, já tendo fornecido à PF informações que contribuíram para a apuração das suspeitas de irregularidades. A empresa diz que é “inaceitável” a conduta de empregados que ajam contrariamente ao que estabelecem os padrões e valores defendidos pelos Correios. A empresa informa que já adotou “as medidas disciplinares que os casos requerem” e destaca que as condutas sob investigação da PF “não traduzem o comportamento de seu quadro de pessoal”.

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Fachin ordena retirada da Força Nacional de dois municípios baianos

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Agência Brasil

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite desta quinta-feira (17) que o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) retire em 48 horas o efetivo da Força Nacional enviado a dois municípios da Bahia.

Fachin atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) feito pelo governador do estado, Rui Costa, que alegou violação ao princípio federativo por não ter sido consultado antes do envio das tropas a dois assentamentos rurais nos municípios de Prado e Mucuri, no litoral sul da Bahia.

O emprego da Força Nacional fora autorizado em portaria publicada em 1º de setembro pelo MJSP. A medida estava prevista para durar até 2 de outubro, com possível prorrogação.

O objetivo alegado foi o de auxiliar o Ministério da Agricultura e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na garantia da segurança em assentamentos. O Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está presente na região.

Em sua decisão, Fachin concordou que o emprego da Força Nacional deveria ter sido realizado em articulação com o governo estadual. O ministro determinou a citação da Advocacia-Geral da União (AGU) para que se manifeste sobre a possível realização de uma audiência de conciliação sobre o assunto.

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