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Política MT

Lúdio Cabral faz representação ao procurador-geral de Justiça para assegurar medicamentos e insumos para intubação

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) fez uma representação ao procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, para que acione o governo de Mato Grosso e os municípios que possuem hospitais de referência no combate à covid-19 para assegurar o abastecimento de medicamentos e insumos para intubação. O parlamentar tomou essa medida diante do relato de diversos hospitais no estado com risco de desabastecimento.
“A falta de medicamentos para intubar compromete a ventilação mecânica e a estabilização desses pacientes. A pessoa precisa de sedação para ser intubada e mantida em ventilação mecânica com estabilidade. A falta desses medicamentos é como submeter o paciente a tortura”, explicou Lúdio, que é médico sanitarista.
Lúdio observou que a falta dos medicamentos agrava ainda mais o cenário de colapso do sistema de saúde em Mato Grosso, que tem fila de espera por leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele tem monitorado semanalmente a evolução da pandemia em Mato Grosso e destacou que, atualmente, o estado tem em média 2 mil casos novos de covid todos os dias, média móvel de cerca de 90 óbitos por dia, mais de 800 pessoas internadas em UTI e dezenas de pessoas na fila.
“Como se não bastasse este cenário caótico, tenho recebido informações diárias de hospitais mato-grossenses com risco de desabastecimento de sedativos e bloqueadores neuromusculares. Esses medicamentos são essenciais para intubar os pacientes com quadro mais grave de covid-19, além de pessoas com outras doenças que também dependem de intubação”, afirmou Lúdio.
Além do abastecimento regular e gratuito dos medicamentos para intubação e oxigenoterapia, Lúdio requereu ao procurador-geral que o Ministério Público Estadual (MPE) cobre do Estado e dos municípios o monitoramento contínuo dos estoques de equipamentos, produtos, medicamentos e insumos necessários ao combate da covid-19. Para isso, Lúdio recomenda o cálculo da estimativa do consumo diário dos itens críticos, a análise diária do estoque e a agilidade na tomada de decisões, com uso das técnicas de vigilância epidemiológica e de monitoramento do avanço dos casos de covid-19, para antecipar a compra dos equipamentos, insumos e medicamentos.

Fonte: ALMT

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Pavimentação do Distrito Industrial de Campo Verde é discutida no Ministério de Desenvolvimento Regional

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Para tratar da recuperação asfáltica do Distrito Industrial de Campo Verde (MT), o vice-presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes da Assembleia Legislativa, Delegado Claudinei (PSL), com o apoio do parlamentar federal Neri Geller (PP), apresentou essa demanda ao secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Alexandre Lucas, no intuito de obter os devidos direcionamentos para concretizar a execução de obras na região. 

O Distrito Industrial existe há cerca de 20 anos e possui sérios problemas na malha viária, necessidade de construção de galerias pluviais, meio fio, falta de estrutura de drenagem, entre outros. A prefeitura elaborou um projeto executivo que foi dividido em cinco partes, cujo valor estimado da obra é de aproximadamente R$ 16 milhões, sendo preciso a captação de recursos, já que o poder executivo municipal não possui essa verba para o devido investimento. 

Reunião – No encontro também estiveram presentes o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes (PDT), o vereador Sargento Sampaio (PSL) e o vice-prefeito de Lucas do Rio Verde, Márcio Pandolfi, que reivindicaram e deram um panorama da situação enfrentada por moradores e empresários da região. 

Em relação aos recursos para a pavimentação asfáltica, já foi feita a solicitação pelos representantes do município de emendas parlamentares aos deputados Claudinei e Neri Geller. Outra possibilidade dada durante a reunião no MDR foi que, se caso o Distrito Industrial estiver em uma condição crítica que leve a prefeitura a decretar estado de calamidade pública, o órgão federal poderá avaliar a situação para a destinação de verba para sanar os problemas de infraestrutura. 

“O valor da obra para atender o Distrito Industrial é bastante alto, sendo que estamos vendo as alternativas de obter recursos por meio de emendas parlamentares federais. Desde março deste ano, estamos trabalhando essa pauta. Reunimos com o pessoal da região e, logo, com o deputado Neri Geller que nos deu este apoio para verificarmos o apoio com o órgão federal e obter as orientações devidas”, explica Claudinei. 

O próximo passo será uma agenda junto às Secretarias Nacionais de Saneamento e de Mobilidade e Serviços Urbanos do MDR, em que o deputado federal Neri Geller vai solicitar uma audiência. Logo que confirmada a agenda, serão repassadas para as partes envolvidas. 

Fonte: ALMT

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Assembleia Social faz cobertura audiovisual de Festival das Mulheres Indígenas

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Foto: Karen Malagoli

Uma competição entre duas equipes femininas, com corrida e revezamento de carregamento de peso de 60 a 80kg, para promover competitividade, força, habilidade, diversão e resistência física. Um esporte olímpico? Não, trata-se da Corrida de Tora de Buriti, que compõe o Festival das Mulheres Indígenas da Aldeia Belém, do povo xavante radicado na Terra Indígena Pimentel Barbosa, localizada em Canarana (633km de Cuiabá). A programação ocorreu na última semana e contou com uma parceria entre a Associação Iteró Xavante (AIX) e a Assembleia Social.

Mais que promover um esporte, a tradição é mantida enquanto ritual para fortalecer a cultura da etnia xavante e as especificidades desse povo. A Assembleia Social fez a cobertura fotográfica e audiovisual da competição, a fim de que a aldeia possa eternizar o saber em memórias visuais.

Além disso, fotografar os produtos de artesanato indígena, com finalidade de venda, por meio do Projeto Arte da Aldeia. “Ficamos muito felizes que vocês vieram, queremos que todos conheçam a nossa cultura, para nos ajudar a fortalecê-la”, declarou o cacique e presidente da AIX, Paulo Cesar Tsere’urã.

Quem explicou sobre a Corrida de Tora de Buriti foi o filho do cacique, Paulinho Anderson Tsere’urã. O ‘povo verdadeiro’ xavante (como eles se auto intitulam A”uwê) mantém as festas e rituais para “não perder nossa cultura”.

A competição é promovida separadamente por gênero, em datas diferentes, “porque as mulheres também precisam participar”. “A corrida das mulheres é muito importante para a nossa cultura, para o nosso ritual e para as mulheres que gostam de fazer a física [exercícios físicos], de correr. Sem participar das corridas, pode pegar doenças [se referindo ao aspecto da imunidade]. E vocês viram que as mulheres gostam de correr, de carregar [a tora]”.

Foto: Karen Malagoli

Além da corrida, o festival prevê pintura corporal e danças. “Foi uma vivência incrível, porque a gente aprende, não somente sobre resistência física, mas resistência psicológica, resistência sobre nossas raízes, sobre a nossa reconexão com essa força que nos nutre”, comentou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

Todo o festival é simbólico. Inclusive a escolha da árvore a ser carregada e revezada. O buriti é muito importante para a cultura xavante: além do tronco na corrida, são utilizadas as folhas para cobrir as casas e produzir os cestos; os galhos são usados nos artesanatos; e a fruta do buriti é bastante consumida na alimentação.

A parceria entre a Associação Iteró Xavante e a Assembleia Social gerou outros frutos: será desenvolvido um projeto audiovisual na aldeia, chamado Reparir a Terra, de autoria de Daniella Paula, com direção audiovisual de Henrique Santian. “São textos meus falando de maneira poética sobre a vivência do não-indígena numa Aldeia Xavante, com os registros artísticos de Santian. Essa concepção vai virar um bloco do programa Arte e Cultura Mato Grosso”, conta a diretora da unidade social da ALMT e do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros.

A Assembleia Social se comprometeu, ainda, a trazer à Casa de Leis as demandas políticas e sociais da aldeia Xavante da Terra Indígena Pimentel Barbosa.

Na oportunidade, a equipe da Assembleia Social visitou a Prefeitura de Canarana, a convite da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Socioeconômico, e fechou parceria para “oferecer capacitações e realizar um portfólio dos artesanatos dos indígenas Xavante, bem como apoiar as ações culturais da Casa da Memória”, explicou Daniella Paula.

Fonte: ALMT

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