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Mauro rebate declaração de Emanuelzinho sobre possível troca do VLT: “não é meu porta voz”

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O governador Mauro Mendes (DEM) rebateu as declarações feitas em Plenário pelo deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto (PTB), o Emanuelzinho, que acusou o chefe do Executivo de “boicotar” a criação de uma Comissão Externa para acompanhar o Grupo de Trabalho sobre o Sistema de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Cuiabá (GT Mobilidade Cuiabá), que analisa alternativas para solução definitiva às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Questionado sobre o assunto, o democrata disparou: “Ele não é meu porta-voz”.

Durante o questionamento sobre a fala de Emanuelzinho, Mauro mostrou-se incomodado: “Quais são essas algumas coisas que estão sendo escondidas? Mas o que? Eu gosto de fazer um debate claro”, disse.

“Ele não é meu porta-voz. De onde ele tirou isso?”, acrescentou o governador sobre uma possível troca do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o Bus Rapid Transit (BRT). Em Plenário, Emanuelzinho citou que Mendes teria direcionado o secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos do Ministério do Desenvolvimento Regional, José Lindoso de Albuquerque Filho, a trocar os modais.

“Eu sou a favor do VLT, mas se o BRT for melhor não tem problema, o que precisa é que se tenha transparência, que se explique porque decidiu por isso. O que parece é que estão fazendo as coisas às escondidas. As pessoas têm me orientado a evitar falar do Governo do Estado, por causa das brigas do governador com o prefeito Emanuel. Mas os dois são grandes, são maiores de idade e embora eu seja apaixonado no meu pai, a minha missão é representar quase 80 mil mato-grossenses que votaram em mim”, pontuou o parlamentar na semana passada.

Mauro Mendes aproveitou também para lamentar a confusão instaurada com as obras do VLT e frisou que não fará o mesmo que governos passados, que anunciaram a retomada dos trabalhos, mas nunca o fizeram na prática.

“Eu não vou fazer, igual já foi feito muitas vezes, anúncios extemporâneos que depois não se confirmam. Se precisar pedir mais um mês, dois meses, três meses… mas o dia que eu der um anúncio, vai ser sério, responsável, estudado, que vai ser compartilhado com as autoridades competentes no devido momento. Agora, eu não vou ficar pressionado por qualquer tempo que seja e ir fazendo anúncios estapafúrdios, como já foi feito várias vezes”, argumentou o governador.

Mauro citou também a decisão que mantém a recisão administrativa do contrato do VLT por prática de corrupção.

Conforme divulgado pelo Olhar Direto, o secretário de Infraestrutura (Sinfra) do Estado, Marcelo Padeiro, revelou que houve atraso na contratação de uma empresa que faz um estudo sobre os impactos do novo modal em Cuiabá e Várzea Grande. Sendo assim, uma definição sobre o futuro da ‘quase ultrapassada’ obra, que deveria ter ficado pronta antes do Mundial de 2014, só acontecerá em fevereiro de 2020.

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Empresas que descumprirem medidas de enfrentamento à pandemia poderão ser cassadas em MT

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O Projeto de lei nº 146/2021 estabelece cassação da inscrição estadual de empresas que descumprirem as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso. O empresário deve continuar exigindo o uso de máscara de proteção individual dentro do estabelecimento comercial e evitar aglomerações.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o Brasil vive um momento delicado com mais de 1,5 mil mortes em 24 horas, na última semana de fevereiro, atingiu a marca de 250 mil mortes. Em Mato Grosso, a situação também é alarmante, com cerca de 5 mil mortes, uma média diária de 40, e a taxa de ocupação de 70% das UTIs adulto.

“É importantíssimo que todos colaborem, não é um momento de relaxar as regras de proteção. Nossa proposta é fazer um esforço conjunto entre estado e municípios para intensificar a fiscalização e o cumprimento das medidas em todas as atividades. Temos que valorizar a economia e também as vidas, para que não sejamos surpreendidos com um novo fechamento do comércio”.

O dispositivo considera ato lesivo ao enfrentamento da emergência de saúde pública toda ação ou omissão, voluntária ou não, que viole protocolos e normas que se destinem à promoção, preservação e recuperação da saúde no combate da pandemia, o que compreende fiscalizar a utilização da máscara, do distanciamento entre as pessoas e a não aglomeração.

Além disso, as empresas precisam disponibilizar álcool gel 70% para uso próprio dos funcionários e dos consumidores em todas unidades comerciais; auxiliar na organização das filas dentro e/ou fora do estabelecimento, garantindo o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; e cumprir rigorosamente o comunicado de isolamento domiciliar determinado por profissional de saúde.

“Só teremos a dispensa no uso da máscara para crianças com menos de 3 anos de idade, bem como no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, conforme declaração médica que poderá ser obtida e apresentada por meio digital”.

O parlamentar acrescenta que diversos municípios voltaram a estar na lista de alerta máximo para a proliferação doença e retomaram o toque de recolher no período noturno. “Infelizmente temos acompanhado muitos estabelecimentos insistindo em desrespeitar as determinações do poder público, causando aglomerações e certamente colaborando com a disseminação desta nefasta doença que nos aflige”.

Fonte: ALMT

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Faissal tenta barrar aumento de 14% nas contas de energia

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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Faissal Calil (PV) foi até a sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, protocolar um ofício, nesta quinta feira (25), para tentar sensibilizar a diretoria colegiada da entidade a não conceder o reajuste previsto para abril nas contas de energia no estado. Segundo estudos feitos por especialistas, o aumento previsto será na faixa de 14%, índice que preocupa o parlamentar, que justifica a não necessidade de mudança na tarifa neste momento.

Faissal apontou que a Energisa, concessionária que opera a distribuição de energia elétrica em Mato Grosso, teve um lucro de R$ 921,7 milhões, anunciado no terceiro trimestre de 2020. O deputado lembrou ainda que o estado é um dos que mais produz energia no país e tem apenas 1,4 milhão de unidades consumidoras.

“Nossa tarifa é uma das mais caras do Brasil, o que afeta diretamente o bolso e a mesa dos nossos cidadãos. Milhares de consumidores deixam de adquirir medicamentos, alimentos e outros itens básicos de necessidade para poder pagar as altas contas de energia elétrica cobradas em Mato Grosso. Por outro lado, a Energisa teve lucro recorde no ano passado, em detrimento de gente que passa fome ou não compra um remédio pra pagar as contas em dia e não ter a luz cortada”, afirmou Faissal.

Para o deputado, o aumento é prejudicial não só aos consumidores residenciais, mas também em relação às empresas, que para poderem pagar as altas contas de energia elétrica deixam de investir em expansão e até mesmo na contratação de novos funcionários, criando um gargalo no desenvolvimento de seus negócios e, consequentemente, no crescimento do estado como um todo.

“Embora esteja previsto em contrato, é extremamente necessário que a Aneel se empenhe para minimizar estes possíveis aumentos para os consumidores de Mato Grosso.  Entendemos ser necessário este alerta junto a diretoria colegiada da agência, principalmente neste momento tão crítico que estamos vivendo, com o enfrentamento a uma Pandemia gravíssima que tem impactado severamente em nossa saúde e nossa economia, com aumento no desemprego de uma forma geral”, explicou. 

Faissal lembrou ainda que Mato Grosso é autossuficiente em geração de energia elétrica, com um total de 215 empreendimentos em operação atualmente, com capacidade de geração de pouco mais de 3 milhões kW de potência. Nos próximos anos esse total será acrescido de cerca de 800 mil kW, proveniente de outras oito usinas que estão em construção, além de outras 22 que serão iniciadas em breve.

“Entendemos que, por conta disso, os consumidores de Mato Grosso não devem ser submetidos ao pagamento relativo, por exemplo, às bandeiras tarifárias. Outro ponto chave que deve ser feito é o incentivo a produção de energia de matrizes limpas, como a eólica e a solar. Além disso, é importante diminuir a contratação de energia elétrica de fontes como usinas térmicas, que tem um custo maior”, concluiu.

Fonte: ALMT

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