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Mônica Waldvogel fortalece o discurso de empatia para ajudar quem precisa

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Mônica Waldvogel
Instagram/Reprodução

Mônica Waldvogel

Ao compartilhar uma notícia do jornal “Folha de S. Paulo”, cuja chamada diz que “Bolsonaro ignora quatro mil mortes, ironiza título de genocida e critica medidas restritivas”, Mônica Waldvogel expressou sua opinião por meio do Twitter. “Seguinte: ele não liga se são 100, 4.000 ou 340.000 brasileiros mortos. O presidente vive numa realidade paralela, indiferente ao que acontece no seu país. Tem a fantasia da vida normal quando o Brasil está aterrorizado com a transmissão acelerada e os hospitais lotados”.

Em outro trecho de seu desabafo, a jornalista e apresentadora da GloboNews deixou subentendido que a situação é grave e, se não houver participação responsável, pode se agravar ainda mais. “Parte da população também não dá a mínima, não há informação que faça entrar alguma ideia nas suas cabeças, nem experiência no resto do mundo que permita aprender com o que já se sabe sobre a doença”, disse, referindo-se a quem desdenha do fato ou o banaliza.

Antes de encerrar, ela fez questão de apontar uma solução e incentivar um movimento em que se faça algo por muitos que não têm os privilégios de alguns. “O que resta é apoiar governadores e prefeitos que batalham soluções para o gigantesco problema sanitário e humanitário que enfrentamos. Cuidar de nós e de nossos amores. Fazer doações para diminuir o sofrimento dos que sentem fome e estão desamparados. Esse pesadelo vai acabar”, concluiu.

Fonte: IG GENTE

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Heitor Martinez posta foto com equipe médica: ‘Nós vencemos a Covid’

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Heitor Martinez
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Heitor Martinez

Um dia depois de receber alta do hospital, Heitor Martinez publicou uma foto de sua saída e agradeceu aos médicos que cuidaram dele nos 13 dias em que ficou internado para cuidar da Covid-19. “Gostaria de agradecer ao Dr. Arthur Vianna e toda sua equipe de médicos intensivistas e plantonistas, pelo trabalho brilhante, criterioso e objetivo, sempre me colocando a par dos procedimentos e caminhos que tínhamos que seguir para recuperação da minha saúde. Aos fisioterapeutas que, literalmente, me colocaram de pé e me reeducaram a andar e respirar. À incrível equipe de enfermagem que foi incansável, de uma excelência, profissionalismo, carinho e amor que é impossível descrever em palavras. Eles e elas estão presentes em cada célula do meu corpo, somos um só. À equipe de limpeza que sempre tinha uma palavra de conforto e alegria”, começou no texto.

“Em momentos de isolamento, um simples sorriso é precioso. Às nutricionistas que alimentaram meu corpo e espírito, uma delícia! Às psicólogas que estiveram sempre ao meu lado nos momentos mais difíceis, me apoiando. Meu agradecimento se estende à toda a equipe da Clínica São Vicente que, mesmo não estando na Ala Covid, faz a engrenagem funcionar. Enfim, às amigas e aos amigos que se juntaram numa corrente de amor e fé, que senti profundamente a cada momento. À minha família que lutou comigo, em uma única vibração. Estejam certos que estas palavras não dão conta, nem de longe, dos meus sentimentos. E, por isso, reescrevo o cartaz que seguro na foto: Nós vencemos a Covid! A vida é urgente!”, completou Heitor.

Fonte: IG GENTE

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Suely Franco deixa apartamento por não ter como pagar condomínio

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Atriz está sem contrato fixo atualmente
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Atriz está sem contrato fixo atualmente

Atriz com uma longa e admirável carreira, Suely Franco, de 81 anos, faz parte do grupo de brasileiros que está com dificuldades de trabalhar desde que a pandemia do coronavírus começou.

A carioca precisou sair do apartamento que alugava no bairro do Catete por conta do valor do condomínio, de acordo com a coluna de Ancelmo Gois, em “O Globo”.

“Tenho problemas no joelho e precisei sair da minha casa por conta das escadas. Aluguei um apartamento no Catete, porém, tive de retornar ao antigo endereço por não conseguir pagar o condomínio”, escreveu.

A profissional falou da saudade que sente de poder atuar e das dificuldades que a falta de trabalho tem trazido para sua vida.

“O teatro representa a minha vida, meu coração, meus pulmões. Sem ele, não há vida, fica tudo muito difícil. Eu sinto falta do público, dos aplausos e dos companheiros das coxias. Ficar sem subir num palco é a morte em vida. Eu não sou contratada de nenhuma emissora e dependo do teatro para meu sustento”, disse.

Fonte: IG GENTE

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