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Economia

MT amplia produção de etanol de milho

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FolhaMax

O governador Mauro Mendes foi até o município de Sorriso (a 398 km de Cuiabá) e participou da inauguração da ampliação da Usina Safra, que produz etanol 100% à base de milho, combustível ecologicamente correto que não polui o meio ambiente. Para Mauro Mendes, o empreendimento marca um novo rumo para o setor do agronegócio, pois agrega valor ao milho produzido no estado.

“Fiz questão de estar aqui hoje, principalmente pela forma como vocês construíram essa fábrica. Ir na inauguração de uma grande empresa, de uma multinacional, certamente é importante, porque é um empreendimento que poderá gerar emprego e renda. Este é um exemplo muito típico e igual a tantas histórias que existem nesse Mato Grosso, de pessoas que acreditam e lutam, que começam com muita dificuldade, perseveram, e que ao final constroem uma trajetória de sucesso”, destacou.

A empresa, que é de sociedade dos empresários de Sorriso Dilceu Rossato e Pedro de Moraes, gera 55 empregos diretos e atua no mercado há dois anos. Com a inauguração da nova etapa, que aconteceu neste sábado, dia 8, a capacidade de produção que começou com 5 mil litros de etanol por dia, passou a ter hoje a capacidade de produzir 120 mil litros.

O empresário Dilceu Rossato explicou que a fábrica aproveita tudo do milho. De acordo com ele, o resíduo que sobra, após a produção do etanol, se transforma em ração para o confinamento de animais. Com todo o processo de transformação, a indústria também gera a sua própria energia elétrica.

“Nós devemos pensar que a agricultura pode se tornar uma empresa, não só produzir, como transformar. Se as outras empresas veem de fora aqui para transformar, elas são bem vindas, mas nós temos um papel importante também em fazer essas transformações”, ressaltou, destacando a importância do governador Mauro Mendes ter participado do evento de inauguração em Sorriso na valorização de empreendimentos que podem fomentar a economia de cidades do interior do Estado.

“Eu acredito em pessoas assim [como o governador] que vão em busca de melhores condições para todo o Estado e nesse sentido, pode contar conosco”.

O evento contou com a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, dos deputados federais Nelson Barbudo, Neri Geller, José Medeiros e do senador Wellington Fagundes. Também participaram da inauguração a prefeita de Sinop, Rosana Matinelli e os ex-senadores Cidinho Santos e Blairo Maggi.

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Economia

Servidores do BC manterão greve até segunda-feira

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Em greve há quase três meses, os servidores do Banco Central (BC) manterão o movimento até a próxima segunda-feira (4). Em assembleia, a categoria decidiu continuar parada até o último dia possível para a concessão de aumentos salariais determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

De acordo com o Sindicato Nacional de Funcionários do BC (Sinal), os servidores farão um ato virtual pela valorização da carreira no dia 4, com protestos contra o que consideram intransigência na postura do presidente da instituição, Roberto Campos Neto. Na terça-feira (5), os funcionários farão nova assembleia para decidir os rumos do movimento.

Pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o Congresso precisaria aprovar, até 30 de junho, reajustes que reponham perdas com a inflação, com a lei entrando em vigor em 4 de julho. Para cumprir esse prazo, no entanto, o governo precisaria ter enviado projeto de lei ou medida provisória ao Congresso no fim de maio ou na primeira semana de junho.

Reivindicações

Em greve desde 1º de abril, os funcionários do BC reivindicam a reposição das perdas inflacionárias nos últimos anos, que chegam a 27%. Eles também pedem a mudança da nomenclatura de analista para auditor e a exigência de nível superior para ingresso de técnicos no BC.

Em 19 de abril, a categoria suspendeu a greve, mas retomou o movimento por tempo indeterminado desde 3 de maio. Desde então, só serviços considerados essenciais estão sendo executados, como as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e a divulgação do déficit primário no primeiro quadrimestre.

A divulgação de estatísticas, como o boletim Focus (pesquisa semanal com instituições financeiras), o fluxo cambial, o Relatório de Poupança e a taxa Ptax diária (taxa média de câmbio que serve de referência para algumas negociações), foi suspensa ou ocorre com bastante atraso. Projetos especiais, como a expansão do open banking e a segunda fase de consultas de saques de valores esquecidos, estão suspensos.

Desde o início do ano, diversas categorias do funcionalismo federal trabalham em esquema de operação padrão ou fazem greve porque o Orçamento de 2022 destinou R$ 1,7 bilhão para reajuste a forças federais de segurança. No fim de abril, o governo confirmou que estudava aumento linear de 5% para todo o funcionalismo, mas, no início do mês, o ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou a concessão de reajustes em 2022.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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Economia

Dólar sobe para R$ 5,26 e fecha no maior valor desde fevereiro

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A possibilidade de os Estados Unidos entrarem em recessão fez o mercado financeiro ter um dia de nervosismo em todo o planeta. O dólar subiu e fechou no maior nível desde fevereiro. A bolsa de valores chegou a abrir em alta, mas perdeu fôlego no meio da sessão.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (28) vendido a R$ 5,266, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a cair para R$ 5,19 na mínima do dia, por volta das 11h, mas reverteu a tendência durante a tarde, à medida que o pessimismo se consolidou no mercado internacional e local.

A moeda norte-americana está no maior valor desde 4 de fevereiro, quando tinha sido vendida a R$ 5,32. Nos últimos 16 pregões, o dólar subiu em 13. A divisa acumula alta de 10,79% em junho. Em 2022, recua 5,56%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo nervosismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 100.591 pontos, com queda de 0,17%. Apesar da alta de ações de mineradoras e petroleiras, o indicador não resistiu à queda nas bolsas norte-americanas.

No início do dia, o mercado financeiro estava animado com o alívio nas medidas de lockdown contra a covid-19 na China. No entanto, a divulgação de que a confiança dos consumidores norte-americanos caiu para o menor nível desde fevereiro de 2021 trouxe pessimismo aos investidores, ao reforçar a expectativa de que os Estados Unidos podem entrar em recessão.

No Brasil, os investidores acompanham as negociações para elevar o valor do Auxílio Brasil para R$ 600. O receio do impacto da medida sobre as contas públicas afetou as negociações.

*com informações da Reuters

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Economia

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