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Economia

Nova etapa do eSocial entrará em vigor no dia 1º de julho

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Gazeta Digital / Assessoria

O sistema eSocial do Governo Federal avança mais uma etapa e a partir de primeiro de julho deste ano todas as empresas, incluindo o Microempreendedor Individual (MEI), terão que utilizar o sistema de Segurança e Saúde do Trabalho (SST). Diante da obrigatoriedade, que atinge principalmente os empreendimentos prestadores de serviços terceirizados, o Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação e Locação de Mão de Obra no Estado de Mato Grosso (Seac-MT) realizará nos dias 11 e 12 de junho, curso aos associados para dirimir dúvidas sobre o assunto.

O evento ocorrerá no Hotel Holiday Inn, das 8h às 12h e das 14h às 18h, nos dois dias, e o curso será ministrado pelo contabilista José Ribeiro Silva.

Nessa fase do eSocial os empregadores terão que inserir informações dos trabalhadores no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e no Programa de Prevenção de Risco Ambientem (PPRA), no trabalho. Ambos têm como objetivo preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores e vão passar a fazer parte do SST.

Admissões, mudanças de funções, períodos de licenças e retorno ao trabalho e demissões são algumas das informações a serem prestadas e qualquer inconsistência poderá gerar multas e abertura de processo para verificar se a falha é referente à inadimplência ou sonegação.

“A partir de janeiro do próximo ano a previsão é a de que o eSocial seja implantado por completo e nesse período mais informações terão que ser sistematicamente informadas aos órgãos de controle e fiscalização, como salários, encargos e horas extras”, lembra o presidente do Seac-MT, Salmen Ghazale.

O eSocial engloba informações relacionadas ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Banco do Brasil (PASEP), Caixa Econômica Federal (PIS e FGTS), Receita Federal e do INSS.

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Economia

FGV: confiança do comércio sobe 4,6 pontos em junho

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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 4,6 pontos em junho e alcançou 97,9 pontos. É o maior nível desde agosto do ano passado, quando o índice ficou em 100,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o Icom avançou 3,7 pontos, o que representa o quarto resultado positivo em sequência. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

De acordo com o economista do FGV Ibre Rodolpho Tobler, a melhora no mês ocorreu nos dois horizontes temporais, mas foi maior no Índice de Situação Atual (ISA-COM), que mede a percepção com o volume de vendas no momento.

“O ISA-COM acumula alta de mais de 30 pontos nos últimos quatro meses, recuperando o que foi perdido na desaceleração ocorrida entre o final de 2021 e início de 2022. Para os próximos meses, ainda é necessária certa cautela, o grande desafio passa a ser a continuidade desse cenário favorável mesmo com o fim da liberação de recursos extraordinários, ambiente macroeconômico ainda desfavorável e confiança do consumidor em patamar baixo”.

Segundo o FGV Ibre, em junho a alta ocorreu nos seis principais segmentos da pesquisa, influenciado pelo avanço do ISA-COM, com aumento de 7,4 pontos, e também do Índice de Expectativas (IE-COM), que avançou 1,8 ponto, para 87,5 pontos. O ISA-COM subiu pelo quarto mês consecutivo e atingiu 108,5 pontos, o maior valor desde julho de 2021, quando ficou em 108,7 pontos.

Dessa forma, a confiança do comércio encerra o segundo trimestre do ano em alta, puxada pelas percepções sobre o momento presente. O instituto ressalta que o ISA-COM passou por uma queda contínua do final de 2021 até o início de 2022, mas na passagem do primeiro para o segundo trimestre acumulou uma sequência de altas, conseguindo recuperar o patamar do meio do ano passado.
 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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Economia

Inflação pelo IGP-M sobe para 0,59% em junho

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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,59% em junho deste ano, percentual  maior que o de maio: 0,52%. Segundo informou hoje (29), a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, com o resultado o indicador acumula 8,16% em 2022. Em 12 meses, o IGP-M é de 10,70%, abaixo dos 35,75% acumulados em junho de 2021.

A alta do IGP-M de maio para junho foi puxada pelos preços no varejo e pelo custo da construção.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, subiu de 0,35% em maio para 0,71% em junho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 1,49% para 2,81% no período.

E o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda ao passar de 0,45% em maio para 0,30% em junho. 

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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