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Polícia Civil localiza ossada de vítima de homicídio e prende um dos autores por ocultação de cadáver

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Uma ossada humana localizada pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, nesta quinta-feira (02.06), resultou na prisão em flagrante de um homem de 31 pelos crimes de ocultação de cadáver e integração de organização criminosa. O flagrante foi convertido em prisão preventiva pela Justiça nesta sexta-feira.

Na quinta-feira, a DHPP recebeu a denúncia de que havia uma ossada nas proximidade da Ponte de Ferro, em uma estrada vicinal no Coxipó do Ouro. Os restos mortais eram, possivelmente, de uma vítima de homicídio.

A equipe do delegado Caio Fernando Albuquerque realizou diligências no local para recolhimento dos restos mortais e foi possível identificar partes como os ossos da bacia, costelas, fêmur e maxilar. A região é apontada em outras investigações policiais como um local de homicídios ou desova de cadáveres. O delegado explica que, a princípio, não foi possível identificar os restos mortais, que serão submetidos a exames periciais pela Politec.

Outras informações coletadas pelos policiais levaram à localização de um dos possíveis envolvidos no crime, investigado pela DHPP por envolvimento em homicídios na região da Ponte de Ferro. O investigado confirmou à equipe policial sobre a ossada e que tinha envolvimento no homicídio, além de apontar mais uma pessoa como comparsa no crime.

Crime

O investigado detalhou à equipe da DHPP que o homicídio ocorreu em janeiro de 2020, em uma residência que ele alugava junto com o comparsa, no bairro Vila Rosa, na Capital, para o tráfico de drogas. Na noite dos fatos, a vítima, conhecida pelo apelido de ‘Paulista’ e monitorada por tornozeleira eletrônica, chegou à residência para comprar drogas. Na data, também estava na residência mais uma pessoa que comentou que a vítima seria integrante de uma facção criminosa paulista. Em seguida, o comparsa do investigado entrou em contato com presos da PCE e passou a foto da vítima e pedindo orientação sobre o que deveria ser feito e recebeu a ordem para executar Paulista.

Em seguida, os criminosos amarraram a vítima pelos pés e mãos e a enforcaram. Quando a vítima desmaiou, ela foi estrangulada e ainda sofreu espancamento, mesmo já em óbito. Os executores aguardaram até a meia-noite e depois levaram corpo da vítima até o ponto da desova.

Os dois criminosos retornaram ao local onde o corpo foi desovado, cerca de trinta dias depois. O local tinha sofrido uma queimada e então eles pegaram as partes dos ossos e jogaram para dentro do mato com a intenção de ocultar a materialidade dos crimes e dificultar a descoberta da autoria.O homem preso pela DHPP informou ainda que os outro comparsa já teria falecido, também vítima de homicídio.

“Ele confessou, em detalhes, tanto o homicídio quanto a ocultação de cadáver, delatou o comparsa e foi muito claro sobre a motivação ao dizer que o crime foi cometido pelo fato da vítima ser de outra facção e que o aval para o homicídio deu-se após decreto de lideranças em estabelecimento prisional”, reforçou o delegado Caio Fernando.

Mesmo passados quase três anos do crime, o delegado detalha que a situação apresentada configura o crime de ocultação de cadáver e também o de integração de organização criminosa. Pelo crime de ocultação de cadáver, o investigado foi preso em flagrante e representada à Justiça pela prisão preventiva, que foi decretada nesta sexta-feira.

Núcleo de Pessoas Desaparecidas

A vítima ainda não foi identificada, uma vez que o investigado não soube informar o nome completo dela e tampouco os restos mortais permitiram chegar a essa informação. Somente um exame de DNA poderá comprovar a identidade.

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP solicita que familiares que tenham pessoas desaparecidas em Cuiabá e que sejam usuários de drogas, que registrem um boletim de ocorrência para que a delegacia possa fazer o cruzamento de informações que possibilitem chegar à identificação da ossada encontrada.

Fonte: PJC MT

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Tio de 62 anos é preso pela Polícia Civil por estupro de vulnerável contra sobrinha

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Um homem investigado pela Polícia Civil pelo estupro de vulnerável contra a própria sobrinha foi preso nesta sexta-feira (01.07). O crime ocorreu na cidade de Denise e é investigado pela Delegacia de Barra do Bugres.

A Polícia Civil apurou que o investigado de 62 anos cometeu os abusos sexuais contra a vítima que atualmente está com 13 anos. Os abusos teriam iniciado quando ela tinha 10 anos.

A vítima procurou ajuda do Conselho Tutelar após assistir a uma palestra na escola sobre violência sexual, na cidade de Denise.

O fato foi registrado na Polícia Civil que deu início à investigação e apurou que, além do suspeito de 62 anos, outro tio da vítima também é investigado por cometer abusos contra a adolescente.

A partir das informações coletadas na investigação, a delegada Renata Evangelista representou pela prisão dos dois envolvidos. As buscas seguem para localizar o segundo envolvido.

O homem preso nesta sexta-feira respondeu anteriormente por outro crime de estupro.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre prisão preventiva de trio envolvido em diversos roubos em Várzea Grande

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Três criminosos envolvidos em diversos roubos em Várzea Grande tiveram mandados de prisão preventiva cumpridos pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (01.07), dentro do trabalho investigativo realizado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG).

Os suspeitos foram identificados como autores de um roubo a residência em que uma família foi feita refém no bairro Nova Várzea Grande. O crime ocorreu no dia 22 de fevereiro, quando os criminosos invadiram a casa, rendendo o casal e as duas filhas de 03 e 07 anos, fazendo ameaças e subtraindo diversos bens.

Durante o roubo, enquanto um dos suspeitos ficou com as vítimas, as ameaçando e exigindo que fizessem transferências bancárias, os outros dois vasculhavam a casa subtraindo bens de valor, que foram colocados no veículo da vítima que também foi utilizado na fuga.

No dia 1º de março, o trio praticou um roubo a um hotel em Várzea Grande, ocasião em que foram presos em flagrante pelo crime. Na ocasião, um dos assaltantes estava em posse do celular roubado da vítima do roubo a residência.

Além dos dois roubos, os suspeitos possuem diversas passagens anteriores por crimes de roubos, furtos, associação criminosa e tráfico de drogas. Dois deles também foram identificados como autores de outro roubo a residência ocorrido no mês de janeiro em Várzea Grande.

Diante dos fatos, o delegado da Derf-VG, Maurício Maciel Pereira Junior, representou pela prisão preventiva dos suspeitos, em decorrência do envolvimento do roubo a residência em que a família foi feita refém. Os mandados foram expedidos pela Justiça e cumpridos pela equipe da Derf no presídio onde cumprem pena em decorrência dos outros crimes.

“Em virtude das investigações que apontaram o envolvimento dos investigados no roubo e de todo histórico dos suspeitos, foi representado por nova prisão preventiva, garantindo que eles permaneçam presos pela prática dos crimes”, concluiu o delegado.

Fonte: PJC MT

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